O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.
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«Festa da Poesia em Almada»


No âmbito da «Festa da Poesia em Almada 2011», a Associação «O Farol» ofereceu à BECRE vários exemplares da colectânea «Festa da Poesia em Almada» que contém vários poemas de Abrantes Raposo, António Boeiro, Artur Vaz, Fernando Barão, Bernardes-silva, Henrique Mota, Jorge Fialho, Luís Milheiro, Fernanda Ferreira, Miguel Barroso, Nogueira Pardal e Sofia Colaço.

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Associação O Farol

José Fernando Vasco

«Ser como tu»: o novo livro de poesia de Miguel Almeida

Numa frase célebre, o poeta russo Osip Mandelstam disse que “na poesia é sempre de guerra que se trata”.

Num registo diferente, Carl Von Clausewitz diz-nos que “a paz é a continuação da guerra por outras formas”. E esse também se pode dizer que é o ponto de vista assumido em Ser Como Tu, o novo livro de poesia do escritor e nosso colega Miguel Almeida, que irá estar disponível nas livrarias de todo o país, já a partir do próximo mês Abril.

Em guerra incessante consigo próprio, o Eu que está por detrás dos poemas de Miguel Almeida mostra-nos que as piores guerras, as mais constantes e perigosas, não são as que travamos com os outros, mas as que travamos connosco próprios e com as nossas circunstâncias. Mas estas também são as guerras que nos trazem as conquistas mais importantes e decisivas.

Os poemas de Miguel Almeida transportam-nos por anseios e receios, por opções, feitas ou que ficam por fazer, que valem como outras tantas viagens de um Eu, numa busca constante de sentido para si próprio e para o Mundo. Eis um poema deste novo livro:

Interior e exterior

Cá dentro, escondido na intimidade mais funda do meu interior
Um quadro de humanidade, que existe ainda na dor
Um conto de dignidade, comovente e solitário
Numa história longa, e talvez até excessiva
Onde a sobrevivência resiste e persiste,
A cada dia (in) finito, da espera
No tempo, apenas a passar;
Lá fora, à luz do dia
(N) a vida de todos os dias,
Uma multidão imensa, que corre
De um lado para o outro, com pressas
Tendo horas para tudo, ao chegar e partir
Numa história de (sobre) vivência, mil vezes
Recomeçada, mas que não sabe para onde ir;
Cá dentro, há sempre alguns momentos de silêncio
Os problemas sagrados e os pensamentos profundos;
Lá fora, há sempre a sinceridade dos (sor) risos nos rostos
As luminescências da amizade, quando se rasgam de verdade;
Cá dentro e lá fora, quando as dúvidas pesam e as lágrimas vêm
Sem que seja preciso chamá-las, sem que seja preciso escondê-las
Ainda há uma voz incomparável e única, que transforma os corações
E (re) converte as almas com paixões, através da verdade das orações
Uma voz que acha os desavindos, unindo aqueles que andam perdidos.

Hiperligações:
Viajar Pela Leitura / Entrevista com Miguel Almeida


Artigos relacionados:
«A cirurgia do prazer» de Miguel Almeida
«Já não se fazem homens como antigamente» de Miguel Almeida e outros
Luís de Camões: «a chama imensa, a imensa força»
«O Prazer de Ler e de Escrever» por Miguel Almeida
«O Templo da Glória Literária» de Miguel Almeida

José Fernando Vasco
Miguel Almeida

Dia da Poesia 2011



Para comemorar o Dia da Poesia  - 21 de Março - o Projecto Português Com Vida promove algumas actividades que passam pela exposição de poemas do Concurso de Poesia, pelo visionamento da animação A Maior Flor do Mundo, pela declamação de poemas e pelo… acompanhamento de Francisco Naia  à viola.

O culminar desta actividade será a atribuição dos prémios do Concurso de Poesia. Participem!! 

Ana Meireles
Ana Paula Cardoso
Paula Ramos
José Fernando Vasco

«Recordação especial»

Recordação especial,
do tempo que sonhávamos
os dois abraçados
numa sensação imaterial

Noites quentes,
essas de verão
passadas a teu lado
com a mais intensa paixão

Ainda hoje sabes
o que sinto por ti
Que não há quem mais te ame
Que aquele que tudo fez por ti

Será que eras tu,
aquela tão diferente,
por vezes tão distante
mas sempre tão presente

Tudo tem um fim
e entre nós não foi diferente
foi tudo tão curto
mas felizmente recente

Será que acreditas no amor,
após o que aconteceu,
ou será que tudo o que sempre sonhaste
agora se perdeu?


João Carrilho
(aluno do Curso Profissional de Design Gráfico)

«Festa da Poesia de Almada»


«Cinco associações e movimentos culturais da cidade de Almada, uniram-se, com o objectivo de realizar uma verdadeira "Festa da Poesia de Almada", durante a comemoração do Dia Mundial da Poesia, a 21 de Março, no Salão de Festas da Incrível Almadense.
São elas: Incrível Almadense, Debaixo do Bulcão, O Farol, Poetas Almadenses e a SCALA, claro.»

Fonte:
José Fernando Vasco

Exposição bibliográfica: «Poetas Lusófonos»

Entre 10 e 30 de Março, estará patente na área de exposições a dedicada aos «Poetas Lusófonos». A exposição é maioritariamente constituída por espécies do fundo documental de poesia lusófona, estando representados poetas de Portugal, Brasil e Angola.
A exposição visa divulgar junto da população escolar obras de Manuel Alegre, Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner Andresen, Fernando Pessoa, Luís de Camões, Vinicius de Moraes e Agostinho Neto, entre outros.
José Fernando Vasco
Ana Paula Cardoso
Rosa Espada

Luís de Camões: «a chama imensa, a imensa força»


O Professor Miguel Almeida, autor de «O Templo da Glória Literária» que contém o poema da homenagem ao «príncipe dos poetas portugueses» e que reproduzimos aqui com a sua generosa autorização, esteve presente na Biblioteca Escolar em duas das sessões dedicadas a Luís de Camões.
A leitura do seu poema e o esclarecimento de outras questões relativas à importância de Camões e dos poetas e romancistas portugueses mais recentes, constituiram um "momento muito particular" na actividade da BECRE


Ao Professor Miguel Almeida! A equipa da BECRE agradece a sua disponibilidade e o seu contributo para o enriquecimento cultural dos seus utilizadores.

Artigos relacionados:
Luís Vaz de Camões e «Os Lusíadas»

Hiperligações:
José Fernando Vasco

Parabéns, Eugénio de Andrade!

Eugénio de Andrade
(1923-2005)

É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.

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José Fernando Vasco

«Como um vento na floresta»


Como um vento na floresta,
Minha emoção não tem fim.
Nada sou, nada me resta.
Não sei quem sou para mim.

E como entre os arvoredos
Há grandes sons de folhagem,
Também agito segredos
No fundo da minha imagem.

E o grande ruído do vento
Que as folhas cobrem de som
Despe-me do pensamento.
Sou ninguém, temo ser bom.

Fernando Pessoa, 1930

Rosa Espada

O Atlântico, para não ser «um pingo de tinta seca»



UMA ASA DO GRIFO

D. JOÃO O SEGUNDO

Braços cruzados, fita além do mar.
Parece em promontório uma alta serra -
O limite da terra a dominar
O mar que possa haver além da terra.

Seu formidável vulto solitário
Enche de estar presente o mar e o céu
E parece temer o mundo vário
Que ele abra os braços e lhe rasgue o véu.

Fernando Pessoa, Mensagem.


«Somos hoje um pingo de tinta seca da mão que escreveu Império da esquerda à direita da geografia. É difícil distinguir se o nosso passado é que é o nosso futuro, ou se o nosso futuro é que é o nosso passado. (...)
O Atlântico continua no seu lugar, até simbolicamente.»

Fernando Pessoa, Sobre Portugal.


Rosa Espada

«Tabacaria» de Álvaro de Campos




DISPONÍVEL PARA CONSULTA NA BECRE

 PESSOA, Fernando
Poesias de Álvaro de Campos / Fernando Pessoa. - s.ed. - Lisboa : Edições Ática, [1993). - 338 (+1) p ; 20 x 14 cm. - (Obras completas de
Fernando Pessoa)
67204/93
972-617-100-8
LITERATURA PORTUGUESA / POESIA
CDU: 821.134.3-1
Cota: 821.134.3-1 LITPT PESS 1 ESCT 00814
824

Dead Combo - site oficial 

Artigos relacionados:
Fernando Pessoa, «Escritor do Mês»
«Autopsicografia»
«Eros e Psique» - de Antonio Canova a Fernando Pessoa
«Fernando Pessoa - plural como o Universo»
«Mensagem» - 75 anos depois da 1ª edição
José Fernando Vasco
Conceição Toscano e Sónia Lapa
(tratamento documental)

«VOZ»: video-poesia em língua portuguesa no século XXI

Vols. 1 e 2
disponíveis para consulta na BECRE a partir de 30 SETEMBRO 2010
- um agradecimento especial à Direcção que possibilitou a aquisição desta obra de máximo interesse pedagógico.

A parceria Produções Fictícias/RTP/Até ao Fim do Mundo/EDP possibilitou a criação da ideia em 2005 e a sua publicação em DVD em 2010.
Actores, músicos e outros portugueses e brasileiros ligados às questões da cultura abordam poemas de Fernando Pessoa, Alberto Caeiro, Ricardo Reis, Álvaro de Campos, Camões, Manuel Alegre, Vinicius de Moraes, Sophia de Melo Breyner, Bocage ... de uma forma muito interessante - o vídeo-poema.
Com uma muito cuidada selecção dos contextos e banda sonora que acompanha a récita dos poemas, «Voz» é um excelente recurso educativo a ter em atenção por professores de Português, Filosofia, História e outros.

Hiperligações:
Produções Fictícias
José Fernando Vasco

«Eros e Psique» - de Antonio Canova a Fernando Pessoa


Antonio Canova produziu várias versões da sua escultura em mármore «Eros e Psique» (1787-1794), actualmente nos Museus do Louvre (Paris, França), Hermitage (S. Petersburgo, Rússia) e «Metropolitan Museum of Art (New York, EUA).
O escultor «capta o exacto momento em que Cupido, [deus romano do Amor, equivalente ao grego Eros] com as asas ainda levantadas, chega para reanimar Psique com o beijo do amor. Numa obra da mais pura recriação clássica, o sensual abraço e a suavidade dos corpos acentuam a pureza da paixão e o ardor entre os amantes.
As obras de Canova aproximam-se soberanamente do ideal de perfeição neoclássico.» (Paulo Simões Nunes, 2004). 

Fernando Pessoa afirmou: «O mito é o nada que é tudo»
e desconstruiu-o com o poema filosófico e simbólico
«Eros e Psique»


Publicado originalmente na revista Presença
Maio de 1934.

Conta a lenda que dormia
Uma Princesa encantada
A quem só despertaria
Um Infante, que viria
De além do muro da estrada.

Ele tinha que, tentado,
Vencer o mal e o bem,
Antes que, já libertado,
Deixasse o caminho errado
Por o que à Princesa vem.

A Princesa Adormecida,
Se espera, dormindo espera,
Sonha em morte a sua vida,
E orna-lhe a fronte esquecida,
Verde, uma grinalda de hera.

Longe o Infante, esforçado,
Sem saber que intuito tem,
Rompe o caminho fadado,
Ele dela é ignorado,
Ela para ele é ninguém.

Mas cada um cumpre o Destino
Ela dormindo encantada,
Ele buscando-a sem tino
Pelo processo divino
Que faz existir a estrada.

E, se bem que seja obscuro
Tudo pela estrada fora,
E falso, ele vem seguro,
E vencendo estrada e muro,
Chega onde em sono ela mora,

E, inda tonto do que houvera,
À cabeça, em maresia,
Ergue a mão, e encontra hera,
E vê que ele mesmo era
A Princesa que dormia.

Hiperligações:
Eros e Psique (Infopedia)
Metropolitan Museum of Art, New York
Museu do Louvre
Museu Hermitage 
O oxímero perfeito - análise do poema «Eros e Psique» por Leila Ferreira (2004)
Wiki/Antonio Canova

José Fernando Vasco

«Autopsicografia»


 O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

Disponível para consulta na BECRE
 
PESSOA, Fernando
Obra Poética : volume 1 / Fernando Pessoa ; ed. João Gaspar Simões ; il. Ilda David e Manuel Rosa. - Lisboa : Círculo de Leitores, 1986.
- 286 : il. ; 25 x 16 cm
Inclui a «Mensagem, «À Memória do Presidente-Rei Sidónio Pais», «Quinto Império», «Cancioneiro».
8621/85
Literatura portuguesa / Poesia
CDU: 821.134.3-1
Cota: 821.134.3-1 LIT PT PESS 13 ESCT 01153
1163


Aconselha-se igualmente a consulta de «Fernando Pessoa,
ensaio interpretativo da sua vida e da sua obra» por João Gaspar Simões.

José Fernando Vasco
Conceição Toscano/Sónia Lapa
(tratamento documental)

«Era um redondo vocábulo» - o génio de Zeca Afonso

José Afonso (1929-1987)


Era um redondo vocábulo (1973)
Animação: Eurico Coelho (2007)

Era um redondo vocábulo
Uma soma agreste
Revelavam-se ondas
Em maninhos dedos
Polpas seus cabelos
Resíduos de lar,
Pelos degraus de Laura
A tinta caía
No móvel vazio,
Congregando farpas
Chamando o telefone
Matando baratas
A fúria crescia
Clamando vingança,
Nos degraus de Laura
No quarto das danças
Na rua os meninos
Brincando e Laura
Na sala de espera
Inda o ar educa

Hiperligações:
José Fernando Vasco

«Eu sonho em mirandês»


"Buonas tardes"

A Escola Secundária de Cacilhas-Tejo teve hoje, nas palavras da Professora  e Subdirectora Lurdes Gomes, o privilégio de receber o Dr. Amadeu Ferreira, um dos mais conceituados defensores do mirandês, língua oficial da República Portuguesa.
Numa iniciativa da Professora Alexandra Pedro e da BECRE, e perante uma assistência de mais de sessenta alunos e professores, o Dr. Amadeu Ferreira começou por elucidar acerca das origens do mirandês que remontam ao leonês, língua corrente no século XII no Reino de Leão e em grande parte do Condado Portucalense.
 Para Amadeu Ferreira, autor de inúmeras traduções e obras originais escritas em mirandês, a língua é a «essência do ser social» e a sua preservação «uma questão ecológica». Aliás, o ilustre convidado reiterou que o seu «desaparecimento constitui o empobrecimento do mundo e da nossa maneira de o ver.» Após em 1999 ter sido o mirandês reconhecido como uma das línguas oficiais de Portugal, a sua preservação é «uma questão de cidadania».

Polémica mas igualmente sincera foi a sua resposta a uma pergunta da assistência. Questionado sobre a sua opinião relativamente ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, Amadeu Ferreira apesar de reconhecer a necessidade (política) do debate, não deixou de afirmar que a polémica é estéril e citou Fernando Pessoa: «Não estou disposto a sacrificar a língua por causa de um acento circunflexo.»

Após a sua prelecção, foram lidos vários poemas e um texto em prosa lidos em mirandês por António Cangueiro, Faustino Antão e Valter Deusdado.




A sessão terminou com uma pequena mas muito aplaudida actuação de
João Ventura (à esquerda) e Tiago Pereira (à direita),
dois dos membros do grupo "Roncos do Diabo".

Para começar a construir uma biblioteca...

a
As árvores e os livros
a
As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas

E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.

As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».

É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.

Jorge Sousa Braga, Herbário (Lisboa: Assírio & Alvim, 1999)

Jorge Sousa Braga nasceu em 1957, no concelho de Vila Verde, e é médico obstetra no Porto. Os seus cinco primeiros livros de poesia, publicados nos anos oitenta, encontram-se reunidos em O Poeta Nu (1991). É também notável tradutor, tendo traduzido para português poemas de Jorge Luis Borges, Matsuo Bashô, Li Po e Appolinaire.
Com a obra Herbário, um livro de poesia para crianças e jovens e que os adultos também gostam de ler, foi distinguido com o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, sendo este também um dos livros recomendados pelo PNL.

Alguns títulos - O Poeta Nu (1991), 2.ª edição, Fenda Edições, Lisboa, 1999; Fogo Sobre Fogo, Fenda Edições, Lisboa, 1998; Herbário, Assírio & Alvim, Lisboa, 1999; A Ferida Aberta, Assírio & Alvim, Lisboa, 2001; Pó de Estrelas, Assírio & Alvim, Lisboa, 2004; Porto de Abrigo, Assírio & Alvim, Lisboa, 2005.
Adaptado de: Infopédia
Rosa Espada

25 de Abril na ESCT

A Escola Secundária Cacilhas-Tejo e a Associação "O Farol" comemoraram o 36º aniversário da Revolução dos Cravos no passado dia 23 de Abril, numa organização que contou com as preciosas colaborações de professores, alunos e comunidade envolvente. A celebração deste ano foi apoiada pela Associação 25 de Abril, Câmara Municipal de Almada e ARPIFC. Contando com as presenças de António Matos (CMA), Coronel Santa Clara (Associação 25 de Abril), Margarida Fonseca (Directora da ESCT), António Mota (O Farol), Rui Perdigão (Junta de Freguesia de Cacilhas), Natália Vicente (ARPFIC) e inúmeros professores, alunos e cidadãos cacilhenses e almadenses; as comemorações da Revolução dos Cravos – que a ESCT faz “ponto de honra” continuar a celebrar, nas palavras de Margarida Fonseca – contaram ainda com três momentos bastante apreciados pela assistência: a participação do Coro da ARPFIC, o momento de poesia (alunos Hugo Marques e Filipa Coutinho que declamaram António Boieiro e Sophia de Mello Breyner Andresen) e palavras cantadas por Francisco Naia. No âmbito das comemorações do 25 de Abril esteve igualmente patente uma exposição de cartazes alusivos a esse momento refundador da democracia portuguesa.


Intervenção de Coronel Santa Clara
(Ass. 25 de Abril) - excerto




Intervenção de António Matos
(vereador CMA) - excerto



Intervenção de Margarida Fonseca
(Directora da ES Cacilhas-Tejo) - excerto


Poesia declamada por
Hugo Marques (António Boieiro, Palavra Falada) e Filipa Coutinho



Vemos, Ouvimos e Lemos por Francisco Naia

 


José Fernando Vasco
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