O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.

Leituras sobre a Europa

Já está disponível para consulta na BECRE o número de Maio do Courrier Internacional.
De destacar os artigos referentes à situação económica vivida pelos países da Europa:
* «A Grécia, o euro e o resto...» (O reavivar das tensões no seio da UE)
* «Uma doença sem remédio» (A superação de uma crise económica sem recurso à guerra, pela primeira vez na História da Europa?)
* «Regime grego para todos!» (A cura de austeridade à grega estender-se-á a todos os países?)
* «O euro e o Fundo Monetário Europeu» (A criação do FME como possível via para a sobrevivência da moeda única)
E ainda, através de um olhar à cultura na Europa:
* «França resiste, Alemanha colabora» (O medo da perda da identidade face ao domínio hegemónico da língua inglesa).

Leituras que se impõem quando o assunto do dia é a crise económica na nossa Europa, e não só na Grécia. A importância desta temática impõe-se igualmente devido à proximidade do dia da Europa e das suas comemorações.
A 9 de Maio nascia a Europa comunitária - este dia é um dos símbolos de identificação da UE, sendo os outros a moeda única, a bandeira e o hino.
Fundamental para a formação de uma consciência e cidadania europeias, é a leitura complementar de algumas obras disponíveis na BECRE, das quais destacamos:


Artigo Relacionado: História da União Europeia, por Nuno Valério
Hiperligação útil: Centro de Documentação Jacques Delors
Conceição Toscano

Modelo de Avaliação da Biblioteca Escolar (BECRE)

No âmbito do processo de Auto-Avaliação de Escola, será hoje apresentado,
pelas 17:00 horas no Auditório
Convidam-se todos os professores a assistirem à referida apresentação
- o vosso contributo é essencial para o desenvolvimento da
Biblioteca Escolar da ES Cacilhas-Tejo.

José Fernando Vasco

Aos actores portugueses

foto de Luís Miguel Lines 


“Estes pombos de Lisboa quem os conhece, sou eu.
Ele há pombos no Rossio, ele há pombos no Camões, 
ele houve pombos no Carmo pendurados nos canhões.
Estes pombos de Lisboa quem os conhece, sou eu.”

 foto de Rui Gageiro

Ivone, Raul, Ruy, Eunice, Simone, Madalena, Camilo, Vasco…

Foram vocês, e tantos outros que a minha geração não conhece, porque a geração anterior à nossa não teve o cuidado de os preservar na sua memória, os mais loucos que acreditaram mais! Os que deram tudo, por nada.
Deram anos de vida a servirem este país pela palavra, mesmo quando esta era proibida, deram sorrisos e lágrimas, amores e ódios, esperanças e medos.
Vocês diziam as palavras dos grandes escritores que, por mensagens codificadas em frases enfeitadas e aprovadas pela censura, criticavam o que estava mal e davam esperanças a quem já não tinha.
O que terá acontecido aos inquisidores? A esses grandes senhores das grandes tesouras? Passado 36 anos, vocês os perdoaram?
Talvez este será mais um dos grandes mistérios que o pano, o barulho dos passos no palco, o som dos projectores a ligarem, os camarins, os corredores, o teatro… nos esconderá.
Quando nos vem á cabeça um nome de um(a) grande senhor(a) do espectáculo em Portugal, imaginamos que vivem muito bem, sem problemas nenhuns, que fazem muitas viagens, que vão sempre a grandes festas, que comem apenas um bom caviar e a acompanhar um bom champanhe, mas, quantas vezes não passaram fome? Quantas vezes não andaram aflitos com as contas no fim do mês? Quantas vezes não foram mal vistos por serem do teatro e acusados de terem uma vida desviante dos valores morais e boémia? Excentricidades? Só os belos fatos da revista quando esta a faziam!
Desculpem-nos. Desculpem-nos por não pensarmos em vocês como pessoas normais e esperarmos sempre mais do que verdadeiramente são. Na realidade, são apenas pessoas banais com gostos e feitios próprios por mais loucos, mais sonhadores, mais poetas, mais mentirosos, mais verdadeiros, mais vaidosos, mais tristes e mais sós que sejam.
Raul Solnado chegou a dizer que na vida só existe dois discursos, o pequeno e o grande. O pequeno era obrigado e o grande, muito obrigado. Por isso, a todos aqueles que estão mais perto, a todos aqueles que estão mais longe, e que fizeram do mundo do espectáculo a sua casa… Muito obrigado!
Hugo Marques
(CCH - Línguas e Humanidades) 

Estatística de navegação no blogue BECRE (Janeiro-Abril 2010)

A todos os nossos leitores, muito obrigado pela vossa preferência
que é, sem dúvida, o maior dos nossos incentivos

José Fernando Vasco
Bárbara Nabais
Conceição Toscano
Paula Penha
Rosa Espada
Sónia Lapa
José Fernando Vasco
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...