O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.
Publicam-se os dados relativos à avaliação efectuada por alunos e professores
que estiveram presentes na conferência subordinada à temática
«A crise financeira».
Título original: Les Roseaux Sauvages
Realizador: André Téchiné
Argumento: Olivier Massart, Gilles Taurand e André Téchiné
Actores: Elodie Bouchez, Gaël Morel, Stéphane Rideau, Frédéric Gorny
Ano: 1994
Género: Drama
M/16
110 minutos
1962.
Maïté, François, Serge e Henri, o pied noir (francês nascido na Argélia) exilado, são jovens e vivem numa vila no sudoeste da França. A guerra na Argélia e o fim do liceu ocupa-lhes os pensamentos. Entre as paredes do internato ou no meio dos juncos silvestres, as paixões políticas misturam-se com as paixões amorosas...
DVD disponível na BECRE
Dia 3 de Fevereiro de 2011 – 8.20
numa iniciativa conjunta Professores de Filosofia/BECRE
No dia 21 de Janeiro de 2011 o Museu do Oriente acolheu um grupo de formandos das duas turmas dos Cursos de Português para Falantes de Outras Línguas (níveis A1/A2 e B1/B2). Para além dos dois formadores e de uma docente do grupo de Línguas Românicas participaram formandos da Argélia, Estónia, França, Marrocos, Moldávia, Polónia, Reino Unido, Rússia e Ucrânia. Como é seu apanágio, o museu recebeu, de forma empenhada e calorosa, mais um grupo da nossa escola.
No âmbito do estudo das Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD) números 6397UI e 6398UI, os participantes tiveram oportunidade de consolidar conhecimentos acerca da cultura portuguesa e foram surpreendidos com a forte presença portuguesa no Oriente. Para além da riqueza que sempre advém do encontro de culturas, do encontro com o outro, os formandos aperceberam-se da importância de Portugal no mundo, viajando assim no tempo e no espaço. A visita começou pela Índia, passando pela China, Japão, terminando em Timor.
«O Sonho do Celta baseia-se na vida do irlandês Roger Casement, cônsul britânico no Congo belga, em inícios do século XX, que durante duas décadas denunciou as atrocidades do regime de Leopoldo II. Este homem, amigo de Joseph Conrad (e que o guiou numa viagem pelo Rio Congo, revelando-lhe uma realidade mais tarde retratada no romance Coração das Trevas), teve uma vida extraordinária, plena de aventura. Acérrimo defensor dos direitos humanos - como também o comprovam os relatórios que redigiu durante a estadia na Amazónia peruana - militou activamente, no fim da sua vida, no nacionalismo irlandês, acabando condenado à morte por traição e executado.»