O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.

Formandos EFA-B3 reflectem sobre as Redes Sociais

«No dia 27 de Junho fomos assistir a uma palestra na biblioteca da escola, sobre as Redes Sociais.
Esta iniciativa foi organizada pela nossa mediadora Professora Domitila e pelo professor bibliotecário José Fernando Vasco.
A sessão teve inicio com a apresentação por dois formandos da turma, a Gisela e o Carlos, dos resultados de um questionário que a turma tinha feito aos alunos dos cursos EFA, sobre a utilização das redes sociais.
Depois a Dra. Ana Casimiro abordou as vantagens e desvantagens das redes sociais na internet. De seguida houve um debate.
Estas palestras são sempre benéficas tendo em conta a formação e experiência dos oradores convidados. Eu gostei, não achei maçador e achei elucidativo.»
 
Fonte:
Nós.../Palestra na escola sobre redes sociais


Carlos Antunes
(Formando EFA-B3)


 
clique aqui para aceder ao trabalho
dos alunos da turma L (EFA-B3)


O ensino é por excelência o meio que precisamos de estudar e alterar para chegar ao nosso objectivo: alunos criativos, inteligentes, responsáveis e com a noção de deveres/obrigações. As tecnologias informáticas e, neste caso, as Redes Sociais são vistas aqui como uma ferramenta que nos pode ajudar a obter os nossos pressupostos, a responsabilidade, os deveres/obrigações valores que podem ser alterados através de uma atitude positiva nas relações interpessoais.
O ensino tradicional em parceria com as tecnologias e o ensino à distância, aplicado de uma forma coerente com uma fórmula assertiva e um enquadramento teórico/prático nas várias disciplinas, pode ser uma mais-valia. A informação, o conhecimento e a comunicação são considerados como um bem essencial e determinante para a evolução do ser humano. As tecnologias informáticas surgem como uma ferramenta que vincula o conhecimento ao ser humano, através de uma dinâmica no desenvolvimento social, isto é, as tecnologias podem criar necessidades no homem de aprofundar conhecimentos intuitivamente. Por exemplo, o programa “Facebook” oferece jogos na língua inglesa (treino de Línguas estrangeiras), permite a prática da escrita, a conversação (socialização), a colocação de imagens (educar a vista para outros olhares) entre outras actividades. Porém a Internet deve sempre ser vista nas escolas de forma moderada para que não haja dependências excessivas, ou seja, devemos criar meios para uma Internet segura, em especial nas faixas etárias mais novas.

Ana Casimiro

Clique aqui para aceder ao recurso

Domitila Cardoso

Divulgam-se os dados da avaliação da actividade


José Fernando Vasco

Gonçalo M. Tavares, vencedor de Prémio da Ass. Portuguesa de Escritores

Disponível para consulta na BECRE

«Relativamente aos livros publicados em 2010, o Grande Prémio de Romance e Novela APE/MC, atribuído desde 1982, em vinte e nove anos consecutivos, acaba de galardoar a obra “Uma Viagem à Índia”, de Gonçalo M. Tavares (Caminho).
Ao reunir pela 3.ª vez, o júri, constituído por José Correia Tavares, que presidiu, Cristina Robalo Cordeiro, Fernando Dacosta, Isabel Cristina Rodrigues, José Manuel de Vasconcelos e Violante Magalhães, deliberou por maioria, pois Isabel Cristina Rodrigues e José Manuel de Vasconcelos votaram em “A Cidade do Homem”, de Amadeu Lopes Sabino (Sextante).
As 99 obras admitidas ao concurso (mais 14 do que no ano passado), e dado que duas são de co-autoria, outras duas de um mesmo autor e mais duas de um outro, correspondem também a 99 escritores, 74 homens, 25 mulheres, tendo a chancela de 43 editoras (mais 10 do que no ano passado).
O Grande Prémio de Romance e Novela, no montante de 15 000 Euros, já distinguiu 25 autores, de 16 editoras, havendo 4 que bisaram: Vergílio Ferreira, António Lobo Antunes, Agustina Bessa-Luís e Maria Gabriela Llansol. Foram patrocinadores, relativamente a esta sua última edição: o Ministério da Cultura, a Fundação Calouste Gulbenkian, a Imprensa Nacional-Casa da Moeda, o Instituto Camões, o Município de Grândola e a Sociedade Portuguesa de Autores.»

Fonte:


«Uma Viagem à Índia é um livro que vai marcar com certeza, não apenas a História da Literatura Portuguesa mas provavelmente a cultura europeia» (Vasco Graça Moura, na apresentação da obra, CCB, 13/11/2010).

«Este é um livro a muitos títulos surpreendente. Não pelo ineditismo ou pela novidade das peripécias, não por aspectos empolgantes da acção, mas, desde logo, pela maneira como, nele, caleidoscopicamente tudo se eleva à dignidade de literatura enquanto meio para retratar, talvez dizendo melhor, radiografar a condição humana.» (Vasco Graça Moura, na apresentação da obra, CCB, 13/11/10).

«Uma Viagem à Índia, com consciência aguda da sua ficcionalidade, navega e vive entre os ecos de mil textos-objectos do nosso imaginário de leitores. Como são todos os grandes livros, e este é um deles.» (Eduardo Lourenço, prefácio à obra)

«É um livro cheio de fantasmas, fantasmas dos Lusíadas, fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma antiepopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos». (Vasco Graça Moura, «A Torto e a Direito», TVI24, 6/11/10)

«Uma obra que o confirma como uma voz absolutamente singular da actual literatura portuguesa. […] Em quase uma década de publicação, Gonçalo M. Tavares, 40 anos, afirmou-se como um «senhor» da literatura. Ousou agora seguir o canto de Camões em Os Lusíadas, mas para narrar a odisseia de um homem simples nos tempos que correm. Uma Viagem à Índia, que acaba de publicar e que Eduardo Lourenço considera uma «navegação de alma pós-moderna», é uma verdadeira epopeia «mental». (Luís Ricardo Duarte e Maria Leonor Nunes, JL, 20/11/10)

«Um texto que se faz a si próprio à medida que avança, desprezador dos códigos literários instituídos, dotado de uma filosofia do corpo […]. Livro absolutamente inolvidável por mais anos que se viva. Ou, de outro modo, um livro para a eternidade.» (Miguel Real, JL, 20/10/10)

«Volume com uma ambição literária ímpar.» (Visão, 11/11/10)

«Sob a forma de uma moderna epopeia (o que nem sempre coincide com uma anti-epopeia), ele é simultaneamente – e essa é uma das razões da sua grandeza – uma figuração interpretativa da época e uma teoria da forma do romance num mundo em que a realidade só fornece a esse género literário e à arte em geral, um terreno desfavorável, de tal modo que o problema central do romance é o fim das formas totais e acabadas. […] [Situamos Bloom na distinta família de que fazem parte o último homem de Nietzsche, o Monsieur Teste de Valéry, o Plume de Michaux, o Bernardo Soares, o Bartleby de Melville […] Mais do que uma personagem, é um princípio irradiante, nome da bloomificação do mundo. É a excelentíssima figura de um péssimo histórico, cultural e antropológico.» (António Guerreiro, Expresso, 6/11/10)

«Uma Viagem à Índia é o momento mais ambicioso de uma obra pessimista que não abdica da memória e da exigência.» (Pedro Mexia, Público, «Ípsilon», 29/10/10)

Fonte:
Gonçalo M. Tavares

José Fernando Vasco
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...