O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.

Festival dos Oceanos 2011


É já no próximo sábado que se inicia mais uma edição do Festival dos Oceanos com o habitual concerto na Praça do Comércio, desta vez contando com a presença de Joss Stone, Sara Tavares e X-Wife.
Da programação deste ano, destacamos ainda a possibilidade de entrada livre, entre as 18:00 e as 00:00 horas, nos museus aderentes e o espectáculo "Waterwall", nos dias 4 e 5 de Agosto.
Para consultar a totalidade da programação, clicar aqui.

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«O currículo e as necessidades educativas especiais»


Disponível para consulta na BECRE
por amável oferta da autora


«A responsabilidade da construção de uma escola para todos deve ser o grande objectivo de todo e qualquer professor, criando espaços de reflexão conjunta no sentido de serem traçados projectos curriculares diferenciados que dêem resposta a todos os alunos na sua diversidade plural.
Assim, a concepção e construção da escola inclusiva implicam mudanças, quer nas atitudes e práticas dos agentes educativos, quer nas estruturas do sistema de ensino ao nível organizacional e da gestão curricular. Neste âmbito, a adequação do currículo às necessidades educativas especiais (NEE) dos alunos torna-se essencial na (re)construção e operacionalização dos diferentes processos curriculares [...]»

«O currículo e as necessidades educativas especiais», apresentado por Custódia Cunha como dissertação para obtenção do grau de Mestre em Ciências da Educação - especialização em Educação Especial; é um valioso contributo para a correcta percepção do conceito de Escola Inclusiva, Diferenciação Curricular e Necessidades Educativas Especiais, bem como uma reflexão, cientificamente alicerçada em estudo de caso, sobre atitudes e práticas em relação aos alunos NEE.
Como refere na parte final do seu trabalho, «a inclusão vai-se construindo através da capacidade de cada um de nós em aceitarmos a mudança e conseguirmos reconstruir/conceber outros caminhos/alternativas que enriqueçam as nossas práticas educativas estabelecendo novos modos de actuação pela procura e partilha de saberes.»

José Fernando Vasco

Amália

Amália, Lisboa, 1950. Thurston Hopkins (col. Culturgest/CGD, Lisboa)
Amália faz hoje noventa e um anos!
Apesar do seu desaparecimento físico em 1999, Amália Rodrigues permanecerá uma das referências máximas da Portugalidade, reconhecida e venerada em todo o mundo e unindo europeus, asiáticos e sul-americanos em torno da sua arte maior.
Amália, para além de ser a voz de um povo e de um país, é unanimemente considerada como uma das três grandes artistas vocais femininas do século XX, a par de Maria Callas e Ella Fitzgerald.



 Gaivota
Amália Rodrigues
Composição: Alexandre O'Neill / Alain Oulman


Se uma gaivota viesse
Trazer-me o céu de Lisboa
No desenho que fizesse,
Nesse céu onde o olhar
É uma asa que não voa,
Esmorece e cai no mar.

Que perfeito coração
No meu peito bateria,
Meu amor na tua mão,
Nessa mão onde cabia
Perfeito o meu coração.

Se um português marinheiro,
Dos sete mares andarilho,
Fosse quem sabe o primeiro
A contar-me o que inventasse,
Se um olhar de novo brilho
No meu olhar se enlaçasse.

Que perfeito coração
No meu peito bateria,
Meu amor na tua mão,
Nessa mão onde cabia
Perfeito o meu coração.

Se ao dizer adeus à vida
As aves todas do céu,
Me dessem na despedida
O teu olhar derradeiro,
Esse olhar que era só teu,
Amor que foste o primeiro.

Que perfeito coração
Morreria no meu peito,
Meu amor na tua mão,
Nessa mão onde perfeito
Bateu o meu coração.


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José Fernando Vasco

«Chireto» de Miguel Almeida

Disponível para consulta na BECRE,
por amável oferta do autor.

«A situação rotineira de se contar aos nossos filhos uma história ao deitar não deveria ser assumida apenas como uma questão ética, moralista ou moralizante [...] mas antes como uma questão legal, de direito [...] como escritor e sobretudo como pai, eu prefiro falar do tempo bem gasto, nessas pequenas acções do tempo sem tempo em que a intimidade acontece e a magia aparece...»
Fonte: contracapa

As palavras de Miguel Almeida são a melhor das justificações para a sua incursão neste (sub-) género literário tão difícil como é o da literatura infanto-juvenil.


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José Fernando Vasco
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