O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.

Miles Davis (1926-1991)

«Miles Dewey Davis Jr (Alton, 26 de Maio de 1926 – Santa Monica, 28 de Setembro de 1991) foi um trompetista, compositor e "bandleader" de jazz norte-americano.
Considerado um dos mais influentes músicos do século XX, Davis esteve na vanguarda de quase todos os desenvolvimentos do jazz desde a Segunda Guerra Mundial até a década de 1990. Precursor do bebop e do cool jazz, fez igualmente parte do desenvolvimento do jazz modal e do jazz fusion que teve a sua origem no seu trabalho com outros músicos, no final da década de 1960 e no começo da década de 1970.
Miles Davis pertenceu a uma classe tradicional de trompetistas de jazz que começou com Buddy Bolden e desenvolveu-se com Joe "King" Oliver, Louis Armstrong, Roy Eldridge e Dizzy Gillespie. Ao contrário desses músicos, nunca foi considerado com um alto nível de habilidade técnica. O seu grande êxito como músico foi ir mais além do que meramente ser influente e distinto no seu instrumento: moldou estilos inteiros e maneiras de fazer música através dos seus trabalhos. Muitos dos mais importantes músicos de jazz fizeram o seu nome na segunda metade do século XX nos grupos de Miles Davis, incluindo: Joe Zawinul, Chick Corea e Herbie Hancock, os saxofonistas John Coltrane, Wayne Shorter, George Coleman e Kenny Garrett, o baterista Tony Williams e o guitarrista John McLaughlin. Como trompetista Davis tinha um som puro e claro mas também uma invulgar liberdade de articulação. Ficou conhecido por ter um registro baixo e minimalista de tocar, mas também era capaz de conseguir alta complexidade técnica com o seu trompete.»

Fonte: Wikipedia/Miles Davis (adaptado)


Em 1959, Miles Davis gravou e publicou "A Kind of Blue" e colocou o seu nome no pequeno rol de visionários cuja missão é tornarem a espécie humana mais interessante ... Bach, Mozart, Stravinski, Ella Fitzgerald... Músicos extraordinários como Herbie Hancock, John Coltrane, John McLaughling, Ron Carter, Tony Williams ... contribuíram para tornar Miles Davis a referência da música na segunda metade do século XX, determinando a evolução do jazz nos últimos quarenta anos e influenciando bandas tão (?) improváveis como os Radiohead. Mas, acima de tudo, Miles é noite e a sua essência, e «Blue in Green» um dos mais extraordinários exemplos da arte maior de Miles Davis e do extraordinário grupo de músicos que liderava.


Miles Davis - trompete
Bill Evans - piano
John Coltrane - saxofone tenor
Paul Chambers - contrabaixo
Jimmy Cobb - bateria





Hiperligações:
José Fernando Vasco

12ª Festa do Cinema Francês no Fórum Romeu Correia


Inseridos na 12ª Festa do Cinema Francês a decorrer, entre outros locais, no Auditório do Fórum Romeu Correia (Almada) e com utilidade para professores e alunos de Francês, apresentam-se dois filmes com entrada gratuita mas sujeita a marcação para sisidro@cma.m-almada.pt ou para Sílvia Isidro (212724920).
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«Une vie de chat»
de Jean-Loup Felicioli e Alain Gagnol
2010 | Animação| 1h10
13 de Outubro| 15h00

Sinopse:
Dino é um gato que se divide entre duas vidas paralelas. De dia, vive com Zoé, a filha única de Jeanne, uma comissária de polícia. De noite, sobe aos telhados de Paris na companhia de Nico, ladrão de grande habilidade. A comissária Jeanne tem duas missões: encontrar o escalador responsável por diversos roubos de jóias e vigiar uma estátua gigante que é desejada por Victor Costa, o mais famoso dos ladrões da cidade. A pequena Zoé vai ajudar a resolver a situação…
Os Realizadores:
Os dois realizadores conheceram-se quando fizeram o serviço civil, em alternativa ao serviço militar, no final dos anos 80, nos conhecidos estúdios de animação Folimage. Jean-Loup Felicioli começou por realizar duas curtas-metragens: Sculpture/Sculptures, em 1989, e Le Wall, em 1991, ambas premiadas em diferentes festivais de animação. Alain Gagnol escreveu vários romances policiais e livros para jovens, como Pire que terrible. Foi em 1996 que começaram a filmar juntos. Referem habitualmente que o grande pontapé de saída foi o prémio que receberam no Cinanima de Espinho, em 1996, quando apresentaram a curta L’Égoïste. Posteriormente, filmaram curtas como Le Nez à fenêtre, em 2001, Le Couloir, em 2005, e Mauvais temps, no ano seguinte. Une vie de chat é a primeira longa-metragem de Felicioli e Gagnol.

Nota de intenções dos realizadores:
“Dei várias expressões ao ladrão que não é tão mau quanto isso, à menina com saudades do papá, ao ladrão estúpido e mau. A história oferecia bonitos desafios de encenação, tendo como fundo cenários pitorescos (os telhados de Paris à noite, o topo da Notre-Dame; sem falar das fantásticas visões de Costa, o mau da história e um apaixonado por arte africana). Quanto à animação, continuámos fiéis aos nossos princípios: nunca utilizamos as model sheet, esses modelos gráficos para animadores onde as personagens são representadas em todos os ângulos. Cada plano nosso tem o seu próprio modelo.”

Sobre o filme:
“Une vie de chat surpreende pela sua agilidade graciosa, a vivacidade felina dos seus desenhos, a harmonia saltitante da música e das cores.” (Isabelle Regnier, in: Le Monde)

Vozes: Dominique Blanc, Jean Benguigui, Bruno Salomone, Bernadette Lafont
Argumento: Alain Gagnol
Som: Loïc Burkhardt
Música Original: Serge Besset
Montagem: Hervé Guichard
Produção: Folimage
Origem: França, Bélgica
Distribuição: Films Distribution
Estreia em França: 15/12/2010
Presença em festivais: Festival de Cinema de Berlim (2011), Festival de Cinema de Sarajevo (2011), Festival de Cinema de Hong Kong (2011).

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«Les contes de la nuit»
de Michel Ocelot
2011 | Animação | 1h23 |

14 de Outubro| 15h00

Sinopse:
Uma menina, um rapaz e um velho técnico de cinema encontram-se todas as noites num pequeno cinema, que parece abandonado mas que continua cheio de maravilhas por descobrir. Os três amigos imaginam, pesquisam, desenham e mascaram-se para contarem inúmeras histórias. E brincam às grandes aventuras, em noites mágicas onde tudo é possível: surgem bruxas e fadas, reis poderosos e moços de cavalariça, lobos malvados e donzelas abandonadas, cidades de ouro e florestas profundas...

O Realizador:
Michel Ocelot já é um veterano do cinema de animação: apresentou Les Trois inventeurs, em 1980, e La Légende du pauvre bossu, em 1983. A última destas duas curtas premiadas recebeu também o prémio César para Melhor Curta-Metragem de Animação. Depois de ter realizado várias séries de animação para televisão, repescando técnicas tão simples como as sombras chinesas, Ocelot obteve um enorme sucesso com a sua primeira longa-metragem: Kirikou e a Feiticeira, de 1998. Princes et princesses, Kirikou et les bêtes sauvages e Azur et Asmar foram as longas seguintes. Les Contes de la nuit é o filme mais recente de Ocelot, mas o realizador já está a preparar uma nova aventura de Kirikou.

Nota de intenções do realizador:
“Ao longo dos anos descobri uma coisa agradável: sou um feiticeiro. Tenho dois poderes: o poder de produzir beleza e o de suscitar seres e factos que não existem, e que nos fazem viajar através de diferentes universos, como se estivéssemos num tapete voador. São prendas que ofereço às pessoas, porque gosto de dar prazer.”

Sobre o filme:
“Mais uma vez, Ocelot enfeitiça. Um fogo-de-artifício colorido, a pura essência da beleza.” (Emmanuèle Frois, in: Le Figaro)
“Michel Ocelot faz do conjunto de contos animados uma preciosa compilação, mas devia ser proibido que este prazer seja reservado apenas às crianças e aos pais que o vêem.” (Thierry Méranger, in: Les Cahiers du cinéma)

Vozes: Julien Beramis, Marine Griset, Michel Élias, Olivier Claverie, Isabelle Guiard, Yves Barsacq, Firmine Richard, Olivia Brunaux, Serge Feuillard, Michel Ocelot, Christophe Rossignon
Argumento: Michel Ocelot
Som: Séverin Favriau, Jean Taxis
Música original: Christian Maire
Montagem: Patrick Ducruet
Produção: Nord-Ouest Films, Studio O
Origem: França
Distribuição: StudioCanal
Estreia em França: 20/07/2011
Presença em festivais: Festival de Cinema de Berlim (2011), Festival de Cinema de Durban (2011), Festival de Cinema de Karlovy Vary (2011), Festival de Cinema de Melbourne (2011).

Fonte:
Sílvia Isidro
Câmara Municipal de Almada
Departamento de Cultura
Divisão de Bibliotecas
212724920

Hiperligações:
12ª Festa do Cinema Francês - sítio oficial
12ª Festa do Cinema Francês - programa

José Fernando Vasco

Mark Pagel: como a linguagem transformou a humanidade

Mark Pagel apresenta uma teoria sobre o desenvolvimento da linguagem. Os primeiros humanos viveriam uma crise provocada pelo roubo visual que é a aprendizagem social e que se traduz no conflito de manter os conhecimentos dentro da família ou partilhá-los com outros. A evolução da linguagem foi a solução dessa crise permitindo alcançar algo fundamental: a cooperação. Para este biólogo a linguagem é uma "peça da tecnologia social para aumentar os benefícios da cooperação, para se fechar contratos, para se fazer acordos e para coordenar as nossas atividades".

Fonte: Ted.com

 

Sónia Lapa

Acordo Ortográfico: algumas ferramentas úteis

«Custa-me perder o cê de afecto»
«Na minha cabeça estão os gerúndios»

Paula Tavares, poetisa angolana
in:
Bibliotecando em Tomar, Maio 2011.




Desde 1 de setembro, o novo acordo ortográfico está em vigor nas escolas portuguesas. 
Independentemente de concordâncias ou discordâncias em relação à sua natureza, propósitos e conteúdo específico, há que preparar o futuro durante o período de vigência simultânea até 2014/2015.
Assim, disponibilizamos as hiperligações para algumas ferramentas que poderão ajudar neste processo de transição.

Apresentação "Novo Acordo Ortográfico - principais mudanças" (por Alexandra Pedro)
DGIDC/Webinar - Acordo Ortográfico/vídeo
DGIDC/Webinar - Acordo Ortográfico/Apresentação
Flip - conversor para o acordo ortográfico online
GAVE/Acordo Ortográfico - Informação 2011/2012
Infopédia/Dicionário da Língua Portuguesa - com Acordo Ortográfico
Lince - conversor
Ministério da Educação/Guia do Acordo Ortográfico
Revista Noesis, nº 81
Portal da Língua Portuguesa


Alexandra Pedro
José Fernando Vasco


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