O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.

MCUL: Jogos Matemáticos através dos Tempos

"A exposição ‘Jogos Matemáticos através dos Tempos’ [no Museu de Ciência da Universidade de Lisboa] apresenta e interpreta para o público 11 réplicas de elevadíssima qualidade dos jogos de tabuleiro mais antigos que se conhecem. Alguns desses jogos só existem em manuscritos antigos e foram construídos pela primeira vez para esta exposição. São individualmente explicados, quer do ponto de vista de regras quer no que respeita ao contexto histórico e social de cada jogo. Os jogos são:
- Stomachion (séc. III a.C.)
- Pentalfa (séc. IV a.C.)
- Ludus Regularis (séc. X)
- Rithmomachia (séc. XI)
- Ludus Astronomorum (séc. XIII)
- Ludus Globi (séc. XV)
- Metromachia (séc. XVI)
- Ouranomachia (séc. XVI)
- Icosiano, duas versões (séc. XIX)
- Hex (séc. XX)
Em complemento às réplicas históricas, a exposição possui um espaço em que os visitantes podem jogar (sobretudo a dois) e divertir-se. Para todas as idades!
Tratando-se de objectos muito atraentes do ponto de vista estético, os jogos cristalizam muito da ciência coeva, nomeadamente a astronomia e a matemática. Constituem assim, um ponto de partida muito interessante para a abordagem de muitos conceitos científicos em contexto histórico. Para além disso, os jogos constituem desafios entusiasmantes que os visitantes podem manipular e o conjunto das suas regras é representativo de uma tradição cultural milenar da humanidade, enraizada em ideias de estratégia, antecipação e raciocínio. Finalmente, os jogos em exposição contribuem para a sensibilização para a matemática.
A exposição resulta do trabalho de investigação do historiador e divulgador da Matemática Jorge Nuno Silva e foi realizada pelo Museu de Ciência e a SPM [Sociedade Portuguesa de Matemática]."

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HEX
Para aguçar a curiosidade aqui se deixa o Hex, um jogo presente nesta exposição.
Este jogo é para 2 pessoas. Os jogadores devem fazer uma ligação entre os dois lados opostos do tabuleiro (um trapézio), de forma contínua e sem interrupções, usando as suas peças, antes que o adversário faça o mesmo. O jogo é rápido e dinâmico, exigindo um raciocínio ágil e atento, pois nunca existem empates. Foi criado pelo dinamarquês Piet Hein, em 1942, tendo sido denominado inicialmente como "Con--Tac-Tix" e introduzido pelo Instituto Niels Bohr. Ficou popular na Dinamarca com o nome de "Polygon". Mais informações sobre este jogo e as estratégias para vencer uma partida podem ser consultadas em 'Breves notas sobre o HEX'. 




Clique sobre a imagem para jogar online o Hex

Hiperligação:
Rosa Espada

O que um astronauta vê


Uma viagem sobre a Terra para observar algumas
das suas impressionantes paisagens.

Rosa Espada

«Nunca perdi o Norte» de Elisa Ferreira

Disponível para consulta na BECRE
graças à amável oferta da autora

«Ao coligir esta grande série de escritos sobre tão variados assuntos - da globalização comercial às questões climáticas, da crise dos mercados financeiros  à regulação, do emprego ao relançamento económico, e por aí adiante -, reforcei uma consciência muito nítida quanto ao que de estruturalmente existe de português, nortenho e portuense no meu modo de observar, interpretar e tentar influenciar o que me rodeia... Isto é, quanto ao que de positivo significa viver neste mundo global, com toda a sua complexidade e violência, sem nunca perder as raízes que nos atravessam e marcam. Daí o título que escolhi: Nunca perdi o Norte.»

Fonte:
contracapa

José Fernando Vasco

«FBAUL 2008-2010 prémios/awards», um catálogo de vencedores

Disponível para consulta na BECRE a partir de 21.11.2011

O ano de 2011 assinala os 175 anos do ensino artístico ministrado pela Academia/Escola/Escola Superior/Faculdade de belas Artes de Lisboa. Para assinalar o facto, o catálogo-livro "FBAUL 2008-2011 prémios/awards" divulga todos os prémios recebidos por alunos desta instituição de ensino entre os anos de 2008 e 2011.
Da nota de abertura da obra (p.13) pode ler-se: «Na primeira [parte], apresenta-se uma página para cada projeto premiado. Na segunda, apresenta-se uma pequena biografia dos autores.»  
Os prémios distribuem-se pelas áreas da pintura, desenho, escultura, gravura, fotografia, medalhística, ilustração e BD, design de comunicação e de equipamento, vídeo e instalação.
Este é um documento útil a todos os professores e alunos com interesse em conhecer a criatividade mais recente dos artistas portugueses saídos da FBAUL. Uma oportunidade para atualizar conhecimentos, aproveitar ideias, ou ganhar inspiração para novos trabalhos.   
Rosa Espada
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