O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.
Um negociante de gado comprou 749 carneiros. Mais tarde, vendeu 700 desses carneiros pelo preço que havia pago pelos 749 e os restantes 49 foram vendidos pelo mesmo preço por cabeça do que os 700. Qual foi a percentagem de lucro da transacção?
(20 pontos)
As respostas podem ser entregues de três formas diferentes:
Amanhã é lançado o novo disco de Madredeus que corresponde a uma nova formação e a uma nova leitura de parte do seu património musical.
A nova formação, composta por Pedro Ayres de Magalhães (guitarra), Carlos Maria Trindade (sintetizadores), Beatriz Nunes (voz), Luís Clode (violoncelo), Jorge Varrecoso (arranjos, violino) e António Figueiredo (violino); pretende um "regresso a simplicidade da partitura" de modo a obter a essência do som Madredeus, bem como o renascer de canções esquecidas da carreira do grupo português mais internacional dos últimos vinte e cinco anos.
A nova voz de Madredeus é parte fundamental do novo som: a propósito, a cantora declarou ter "resistido a tentação de ouvir" os mais antigos discos de Madredeus "de modo a encontrar o seu próprio registo vocal": a solução encontrou-a Beatriz Nunes ao "pensar no repertório como erudito".
Aliás, Pedro Ayres de Magalhães define a nova vida de Madredeus como a de um grupo de "música de câmara contemporâneo".
Naturalmente que para os que amam profundamente a música que Madredeus produziu nos últimos vinte e cinco anos, não deixarão de fazer comparações com o primeiro fôlego do grupo que então contava com Teresa Salgueiro, Rodrigo Leão, José Peixoto, Gabriel Gomes e Francisco Ribeiro.
Documentário de apresentação da nova vida de Madredeus
Nessa estrada que vai à montanha
Há uma casa pequena
Onde um dia eu hei-de ir morar Encanta e vale a pena
Ver a montanha serena contra o azul profundo do mar É lá,
É lá que eu vou sentir o vento
E posso provar a tempo todos os frutos de cada estação Nessa estrada que vai à montanha,
Lá na casa branca,
Já deixei o meu coração - Ai é, Ai é,
- Pois é, eu também quero ir nessa estrada, qual é? - Ai é, Ai é,
- Pois é, eu também quero ir aí!