O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.

«Perpetual Ocean»: visceral e simples como Van Gogh

Vincent van Gogh (1889). De sterrennacht [Starry Night]
O trabalho da NASA na divulgação de imagens ou simulações para conhecimento dos sistemas geológicos terrestres (como a atmosfera, a geosfera e, agora, a hidrosfera) de modo integrado, é notável e surpreende-nos a todos, porque cada vez mais temos a noção não apenas da estrutura ou funciomento destes sistemas, como também da "pequenez" da esfera rochosa semi-arrefecida em que habitamos juntamente com a restante biosfera.
Neste novo vídeo da NASA mostra-se uma simulação dos movimentos das correntes oceânicas planetárias, ao mesmo tempo que a Terra se encontra em rotação. O trabalho que resultou nestas intrigantes imagens (as linhas brancas representam os movimentos oceânicos) foi efetuado entre 2005 e 2007 a partir do espaço, tendo sido utilizado para o efeito o modelo computacional ECCO2 (Estimating the Circulation and Climate of the Ocean, Phase II), responsável por simular o movimento dos oceanos e do gelo oceânico a diversas profundidades (nesta animação só vemos as correntes de água mais superficiais).  
Ora, são precisamente as linhas brancas observadas nas imagens que têm estado a ser comparadas ao modo de pintar de Vincent van Gogh (1853-1890) e, muito em especial, à tarefa artística que desenvolveu na obra "De sterrennacht [Starry Night]" onde que o céu aparece desenhado em círculos semelhantes a remoinhos.


Segundo a NASA, o vídeo não apresenta qualquer narração dado que o objectivo é apenas um: "criar uma experiência visual visceral e simples" para que os espetadores vejam como se move a água que cobre o nosso planeta.

Vincent (Starry, Starry Night), 1971

Compositor e intérprete:
Don McLean


Starry, starry night
Paint your palette blue and grey
Look out on a summer's day
With eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills
Sketch the trees and daffodils
Catch the breeze and the winter chills
In colours on the snowy linen land

Now I understand
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen
They did not know how
Perhaps they'll listen now

Starry, starry night
Flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds and violet haze
Reflect in Vincent's eyes of china blue
Colours changing hue
Morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain
Are soothed beneath the artists' loving hand

Now I understand
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen
They did not know how
Perhaps they'll listen now

For they could not love you
But still your love was true
And when no hope was left inside
On that starry, starry night
You took your life as lovers often do
But I could have told you Vincent
This world was never meant for one as beautiful as you
Like the strangers that you've met
The ragged men in ragged clothes
The silver thorn of bloody rose
Lie crushed and broken on the virgin snow

Now I think I know
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen
They're not listening still
Perhaps they never will...

Rosa Espada

«As crises do capitalismo», segundo a Visão História

Disponível para consulta na BECRE
a partir de 12.04.2012

Com a habitual qualidade de tratamento dos assuntos, a «Visão História» aborda a temática das crises do capitalismo dos últimos 200 anos, a partir do início da industrialização.
Os mecanismos económicos e financeiros do despoletar das crises, bem como as suas consequências políticas e sociais, são abordados pelos diversos especialistas que colaboram neste número, com especial realce para as análises comparativas das crises de 1892 (em Portugal), 1929, 1973 e 2007.

Artigos:
* As primeiras crises
* Karl Marx, a crónica de uma catástrofe anunciada
* Dinastia de banqueiros
* Quando Portugal chegou à bancarrota
* 1929 e a bolsa fez "crash"
* As vinhas da ira
* Crise, nacionalismo e ditadura
* Maynard Keynes: como curar uma depressão
* Hitler levado ao cola pela depressão
* 1973, o primeiro choque petrolífero
* Nunca houve almoços grátis
* Opinião - Jacinto Nunes (ex-governador do Banco de Portugal)
* Milton Friedman: a escola de Chicago ou o reverso da moeda
* Os dias difíceis do euro
* Uma "doença" contagiosa
* 2007, quando a casa vem abaixo
* Mergulhados em dívidas
* Mais de um século de influência (as agências de rating)
* A Grécia perseguida pela Moody's
* As lições da História
* Porque é que o capitaismo tem crises?
* Opinião - João Ferreira do Amaral (economista)
* Palavras-chave
* Para saber mais


José Fernando Vasco

«Marés de Inverno» de Luís Miguel Raposo

Graças a amável oferta do autor,
a obra está disponível para consulta na BECRE.

«Deitado numa cama de hospital para morrer, Michael vai perdendo a clareza das memórias de rapaz, quando o seu mundo era apenas um grupo de amigos surfistas e a enorme paixão pelo mar que os mantinha unidos. 
Vasco assiste ao crescente sofrimento do amigo, ao afastamento da mulher que ama, ao nascer de uma paixão emergente, à morte dos que mais estima, e aperta as rédeas do tempo para cumprir a sua promessa: escrever a história da sua juventude.»


José Fernando Vasco
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