O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.

25 de Abril 2013: programação ESCT

39 anos depois da Revolução de Abril, a Escola Secundária de Cacilhas-Tejo assinala a data e o significado desse ato fundador da nossa II República e da Democracia Portuguesas. Envolvendo a criatividade e o conhecimento dos alunos e destinado a toda a comunidade educativa, escolar e envolvente, apresenta-se um programa de atividades entre os dias 15 e 26 deste mês.

Hoje são inauguradas duas exposições: "O 25 de Abril na ESCT" evoca as últimas comemorações na ESCT através dos inúmeros cartazes elaborados por alunos nos últimos anos, no âmbito dos cursos profissionais de Design Gráfico e Marketing; a exposição "Do 24 ao 25 de Abril" está patente na BECRE e resulta de uma seleção dos recursos disponíveis (livros, periódicos, CDROM, DVD e CDAUDIO), enriquecida pelo empréstimo de algumas obras de referência bem como manuais escolares antigos.


CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO «DO 24 AO 25 DE ABRIL»


A apresentação multimédia "O 25 de Abril em Imagens" (F4) estará à disposição de todos os interessados no Átrio de entrada da escola. A apresentação contém imagens de Abril de 1974 captadas em Almada.

Nos próximos dias 19 e 22, pelas 10:05 e 19:30 respetivamente, o Ciclo Docs regressará à BECRE com "A Hora da Liberdade".

No dia 23, pelas 10:00 horas no Auditório, terá lugar a palestra "O Ensino Antes e Depois do 25 de Abril", com convidado a designar pela URAP, instituição que colabora este ano nas comemorações da ESCT.

A encerrar o programa de atividades, o Grupo de Teatro da ESCT apresentará «Abril Reloaded».



José Fernando Vasco

Concertos da Primavera no Solar dos Zagallos

Nos sábados, de  13 de abril a 11 de maio, pelas 18h, o Solar dos Zagallos proporcionará agradáveis fins de tarde ao som de música clássica. A entrada é gratuita.






Programa

13 de abril
Recital de Piano a 4 mãos
Anna Tomasik | Savka Konjikusic piano
Franz Schubert – Fantasia op. 103
Astor Piazzola - Libertango
Franz Liszt – 2ª Rapsodia

27 de abril
Recital de Clarinete, Violino e Piano
Solistas da Metropolitana
Nuno Silva – clarinete
Adrian Florescu – violino
Anna Tomasik – piano
Rezsó Kókai – Danças para Clarinete e Piano
Béla Bartók – Danças Romenas
para violino e piano
 
4 de maio
Recital de Piano
Savka Konjikusic piano
Franz Liszt – Estudo de execução transcendental n.º 11, Harmonies du soir
Franz Liszt – Sonetto 104 del Petrarca, do livro Années de Pèlerinage: 2.º ano / Itália
Frédéric Chopin – Variações sobre uma melodia alemã, Der Schweizerbub
Frédéric Chopin – Scherzo n.º 2 em Si bemol menor, Op. 31
  
11 de maio
Ensemble de Trompetes da Metropolitana
Sérgio Charrinho, direção musical
Entrada triunfal (átrio | jardim)
Quarteto com Piano de Moscovo.
Alexêi Tolpygo – violino
Alexandre Delgado – viola
Guenrikh Elessine – violoncelo
Alexei Eremine – piano
Wolfgang Amadeus Mozart – Allegro, do Quarteto com Piano em Sol menor, KV 478
Robert Schumann – Andante cantabile, do Quarteto com Piano, Op. 47
Johannes Brahms – Scherzo, do Quarteto com Piano n.º 3 em Dó menor, Op. 60
Ernest Chausson – Très calme, do Quarteto com Piano em Lá maior, Op. 30
Bohuslav Martin – Poco allegro, do Quarteto com Piano, H. 287
Joly Braga Santos – Quarteto com Piano, Op. 26

Fonte: Câmara Municipal de Almada
Sónia Lapa

«SobreViver: ad ritmo poetae», o novo livro de poesia de Miguel Almeida


Disponível para consulta na BECRE e no domicílio
a partir de 19 de abril de 2013,
graças à amável oferta pelo autor

Esta é uma poesia que, mais que sugerir, diz. E também deixa claro que Miguel Almeida é um poeta que faz muita falta no panorama da literatura portuguesa, é uma voz carregada de individualidade colectiva e, por isso, não encontro significativos paralelos em rela­ção ao seu discurso. Já tinha ficado impressionado com o autor, quando há algum tempo adquiri e li de um fôlego o seu excelente Templo da Glória Literária, excepcional sob todos os pontos de vista (…). O autor revela-se, cada vez mais, um poeta de discurso sólido, criativo, empenhado perante a vida, com uma poesia que se pensa a si mesma e que pensa cada um de nós (…).” (in: Joaquim Pessoa, Prefácio)

Miguel Almeida é um escritor de interrogações, que se empenha na palavra para arriscar lucidamente a vida, e desse risco fazer poesia.” (Maria Alzira Seixo)

Miguel Almeida dá-nos a poesia a olhar o mundo, a olhar-se a si própria e a agir sobre o acto de pensar. SobreViver é um caminho para o deslumbramento. É um livro que merece ser lido.” (Maria Fernanda Navarro)

SOBRE O AUTOR:
Nasceu em Rãs, pequena aldeia do concelho de Sátão, distrito de Viseu, em 1970.

É autor de Um Planeta Ameaçado: A Ciência Perante o Colapso da Biosfera (2006), A Cirurgia do Prazer: Contos Morais e Sexuais (2010), O Templo da Glória Literária: Versão Poética (2010), Ser Como Tu (2011), Chireto: Uma semana de histórias para contar ao deitar (2011), O Lugar das Coisas (2012) e Aprenducar com a Mãe Natureza: Uma semana de histórias para contar ao deitar (2012). Publicou também, desta vez em co-autoria, Já não se fazem Homens como antigamente (2010). É o coordenador da Colectânea de Novos Poetas Portugueses intitulada Palavras Nossas (Volume I, 2011; Volume II, 2012) e da colectânea Contos do Nosso Tempo (2012).

Licenciado em Filosofia (Variante de Filosofia da Ciência) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde também fez o Mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente, exerce actualmente funções docentes na Escola Secundária Cacilhas-Tejo, em Almada.

Vive na Costa da Caparica, com a mulher, Carla, e o filho, Gabriel, na proximidade poética da família e do mar.

Fonte:

OUTROS LIVROS DE MIGUEL ALMEIDA DISPONÍVEIS NA BECRE

Literatura Infanto-Juvenil



Ensaio


Poesia



 Prosa



José Fernando Vasco

"Retratos" no Teatro Extremo

Nesta comédia musical, o público conhece a invulgar família Barata que convoca uma reunião para encontrar soluções para a crise, a que comparecem os antepassados Bocage, Camões, Fernando Pessoa, entre outros.
“Retratos” é uma criação coletiva, com coordenação de Fernando Jorge Lopes, interpretação de Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Francisca Lima, João Dacosta e Rui Cerveira, desenho de luz de Celestino Verdades, cenografia de Fernando Jorge Lopes, Celestino Verdades e Zé Rui, figurinos e adereços de Arminda Moisés Coelho, música original de João Dacosta e movimento de Maria João Garcia.
27 de março a 27 de abril
Retratos | m/12

Teatro Extremo
t. 21 272 36 60 | 96 504 40 16 | teatro@teatroextremo.com
Sextas e sábados | 21h30 | €5 (oferta de 1 bebida) | €1 Claque (5 lugares por sessão)
Terça a sexta grupos escolares mediante reserva | €3

Fonte: Teatro Extremo
Sónia Lapa

«Torneio Inter-turmas de Voleibol 4x4 (12ºano)»

No próximo dia 10 de Abril irá realizar-se na nossa escola, o “Torneio Interturmas de Voleibol 4x4, do 12ºano”.

A atividade decorrerá entre as 14.00 e as 17.50 horas e tem como objetivos a aplicação prática das competências adquiridas pelos alunos do Curso Tecnológico de Desporto, o fomento do gosto pela prática da atividade física, bem como o convívio, o fair-play e a promoção do desporto escolar.


Curso Tecnológico de Desporto
(12ºG)

"Os Barrigas e os Magriços" de Álvaro Cunhal


Integrado nas comemorações do centenário do nascimento de Álvaro Cunhal, a peça para a infância "Os Barrigas e os Magriços” a partir do conto homónimo de Álvaro Cunhal estreia a 6 de abril em Moura e 7 de abril em Almada, seguindo em digressão nacional.
Esta peça é uma criação do Teatro Fórum de Moura em parceria com Teatro Extremo.
Em "Os Barrigas e os Magriços”, através de poderosas imagens, Álvaro Cunhal conta às crianças a luta travada pelos Magriços por uma vida liberta da opressão dos Barrigas, pela partilha justa dos meios de produção. A revolta dos Magriços levou ao derrube dos Barrigas em 25 de abril de 1974.
A presente versão cénica assinada por Catarina Pé-Curto e Jorge Feliciano evolui em dois discursos complementares interpretados pela atriz Andreia Egas: o discurso narrado e o discurso visual pela manipulação de imagens, formas e objetos. Juntos fazem a ponte entre passado, presente e futuro.

Ficha Artística e Técnica
Autor: Álvaro Cunhal; Versão cénica: Catarina Pé-Curto e Jorge Feliciano; Encenação: Jorge Feliciano; Interpretação: Andreia Egas; Cenografia e Figurino: Catarina Pé-Curto; Apoio à Manipulação: Ângela Ribeiro; Grafismo: Catarina Pé-Curto; Fotografia: Jorge Feliciano; Produção Executiva: Vítor Alegria e Sofia Oliveira: Promoção; Victor Pinto Ângelo; Assessoria de Imprensa e Divulgação: Nádia Monteiro; Assistência de Produção: Paula Almeida; Criação do Teatro Fórum de Moura em parceria com o Teatro Extremo

"Os Barrigas e os Magriços” M/6

Informações/Reservas:
Teatro Extremo
 t. 21 272 36 60 | 96 504 40 16 | teatro@teatroextremo.com
 7 Abril | 15h | Sala Pablo Neruda | Fórum Municipal Romeu Correia | Pç. da Liberdade, Almada

Fonte: Teatro Extremo
Sónia Lapa

Requisições de recursos 2012-2013 (1/2º períodos letivos)





Divulgam-se os dados estatísticos referentes às
requisições de recursos BECRE (2012-2013, 1/2º períodos letivos).

José Fernando Vasco

Acessos BECRE (outubro 2012 a março 2013)

 



Divulgam-se os dados estatísticos de acesso às instalações BECRE,
relativos aos primeiro e segundo períodos de 2012-2013.

José Fernando Vasco

Blogue BECRE - acesso (setembro 2012 a março 2013)



Divulgam-se os dados estatísticos referentes ao acesso ao blogue durante os primeiro e segundo períodos letivos de 2012-2013. Por comparação, apresentam-se as médias mensais de acesso referentes aos anos letivos de 2009-2010, 2010-2011, 2011-2012, 2012-2013.

José Fernando Vasco

Vídeo-poema XVI: «As Portas Que Abril Abriu» de José Carlos Ary dos Santos

«José Carlos Ary dos Santos nasceu a 7 de Dezembro de 1937. Desde cedo, deu mostras da sua irreverência e da sua rebeldia. Não foi um aluno brilhante e limitou-se a concluir o curso liceal. O arranque do percurso poético de Ary dos Santos foi difícil. Se bem que o seu primeiro livro "Asas" remonte a 1953, tinha ele 16 anos, é quase a meio da década de 60 que Ary dos Santos inicia de facto a sua carreira de poeta. 


E só dez anos depois do primeiro volume, em 1963, surge "A liturgia do sangue". Seguiram-se "Adereços, Endereços", em 1965, e "Insofrimento, in Sofrimento", em 1969. Depois do 25 de Abril publica "As portas que Abril abriu" em 1975, e "20 anos de poesia", em 1983.

Trabalha com os nomes mais importantes da música ligeira portuguesa e assume-se, ainda que num contexto nunca totalmente definido, como um anti-regime. A ligação ao Partido Comunista, a vida de boémio, um modo de ser desbragado e incontido e a assumpção descomplexada da sua condição de homossexual tornaram-se então as suas imagens de marca [...]

Morreu aos 46 anos de idade, vítima de cirrose.»

Fonte: RTP/Retratos contemporâneos

Disponível para consulta na BECRE e no domicílio, graças à oferta de José Fernando Vasco

A presente compilação de 1994, da responsabilidade de Francisco Melo para as Edições Avante, reúne toda a obra publicada em vida de José Carlos Ary dos Santos (1937-1984):
* A Liturgia do Sangue (1963)
* Tempo da Lenda das Amendoeiras (1964)
* Adereços, Endereços (1965)
* Insofrimento in Sofrimento (1969)
* Fotos-Grafias (1970)
* Resumo (1972)
* As Portas Que Abril Abriu (1975)
* O Sangue das Palavras (1978)
* VIII Sonetos (1984)
* Asas (1952)


 «As Portas Que Abril Abriu»
(1975)




Artigos relacionados:

José Fernando Vasco

O que é uma marca?


Encontra-se disponível no site do INPI um novo filme promocional sobre as marcas.
Com a disponibilização deste conteúdo multimédia, o INPI pretende não só divulgar as regras básicas associadas às marcas, aos logótipos, às denominações de origem e às indicações geográficas bem como as respetivas vias de proteção e os diferentes tipos de pesquisa.

Fonte:
INPI

DISPONÍVEL PARA CONSULTA NA BECRE:


Joan Costa (2004). La Imagem de Marca 


Daniel Raposo (2008). Design de Identidade e Imagem Corporativa 

Paula Penha 




«Aprenducar com a Mãe Natureza» + «SobreViver» de Miguel Almeida no Satão e em Viseu


José Fernando Vasco

Paulo de Cantos: um editor à frente do seu tempo

Não é fácil sintetizar quem foi Paulo de Cantos (1892-1979). Professor, editor, gráfico, filantropo, filólogo. Foi tudo isto, mas talvez a melhor forma de o descrever seja a expressão “o livr-o-mem” (o livro-homem), expressão usada no título da edição que (...) é lançada em Lisboa.

O interesse em torno de Paulo de Cantos surge precisamente por causa dos livros, manuais didácticos, opúsculos, que editou freneticamente desde os anos 20 do século passado até morrer. São livros sobre os mais diversos temas - linguística, geografia, anatomia, literatura, matemática, folclore – e cuja particularidade é a forma como aproveitou a composição tipográfica para criar esquemas, desenhos estilizados, mapas antropomórficos. 
(...)
Os livros de Paulo de Cantos chegaram às mãos de António Silveira Gomes, um dos sócios do atelier Barbara Says, há mais de uma dezena de anos quando estudava design gráfico na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Cruzou-se com eles no Geronte, um bar/alfarrabista no Bairro Alto, “entre copos e o cheiro a mofo próprio dos alfarrabistas”.

A pouco e pouco, a curiosidade sobre quem seria aquele curioso autor foi crescendo até que António e Cláudia Castelo, editora e sócia do Bárbara Says, decidiram que tinha chegado a altura de fazer alguma coisa para revelar tão singular figura. (...) O resultado destas descobertas é O livr-o-mem – Paulo d’ Cantos n’ Palma d’ Mão.
(...)
Paulo de Cantos nasceu em Lisboa, estudou em Coimbra, onde foi contemporâneo de Salazar. Foi professor no Liceu Pedro Nunes, reitor do Liceu Eça de Queiroz, na Póvoa de Varzim, fez cursos de química, belas-artes e até vitivinicultura. Regressou a Lisboa onde fundou o Centro de Profilaxia da Velhice na sua casa, e criou a Bibliarte, um alfarrabista por onde passaram Fernando Pessoa, Cesariny, entre outros.


Fonte:
Público - Cultura (texto)
The Ressabiator (imagem)

Vídeos:
Paulo de Cantos: um editor à frente do seu tempo
Book Launch — O LIVR-O-MEM -- Paulo d' Cantos n' Palma d' Mão
Paula Penha

Exposição "Joana Vasconcelos" no Palácio Nacional da Ajuda

 
No dia 22 de março inaugurou no Palácio Nacional da Ajuda a exposição Joana Vasconcelos.

Aberta ao público de 23 de março a 25 de agosto, esta iniciativa mostrará a última década do trabalho de Joana Vasconcelos, reunindo obras icónicas como A Noiva, Coração Independente ou Marilyn, lado a lado com obras mais recentes, nunca antes expostas em Portugal, como Lilicoptère, Perruque ou War Games.
 
O diálogo entre as obras da artista e os interiores únicos do Palácio Nacional da Ajuda, prometem transformar esta exposição num acontecimento marcante da arte contemporânea em Portugal e a mais ambiciosa exposição de Joana Vasconcelos.

Horário:
Todos os dias: das 10h00 às 19h00
Exceptuando Sábado: das 10h00 às 21h00
Encerra à quarta-feira

Mais informações em:
Press Release | Apresentação
 
Fonte:
Paula Penha

Muse (2013). «Animals» - videoclipe é português!

O videoclipe de "Animals" dos britânicos Muse tem autoria de dois portugueses: Inês  Freitas e Miguel Mendes. A proposta foi escolhida, entre as muitas que foram a concurso (em colaboração com a Genero.tv), a partir da votação feito pelo público e por elementos da banda.

O vídeo recorre a técnicas de animação e é uma alegoria aos momentos de profundo desespero vividos por países em situação de resgate financeiro - como Portugal - onde tem valido tudo para se extrair dinheiro daqueles que nada têm a ver com esta crise financeira.


Fonte:
Blitz

Hiperligações:
JPN - Inês e Miguel fizeram um videoclip... para os Muse
P3 Público - Novo videoclip dos Muse é da autoria de dois jovens portugueses
Muse - Animals Video Competition Winner Announced  

Paula Penha

Dia Mundial da Água 2013


Um mote para reflexão e um vídeo sugestivo!

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«Nesta comemoração do Dia Mundial da Água é preciso ter presente que a água é um elemento que, para além de ser essencial à vida humana, a vários níveis, dita de forma clara a melhor ou pior qualidade de vida de uma população. Por isso, valorizá-la e preservá-la são imperativos nacionais e urgentes que, passando pela participação e empenhamento de todos, precisa, todavia, de capital e conhecimento.»
Prof. Jorge Rio Cardoso
Fonte:

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DIA MUNDIAL DA ÁGUA 2013
- vídeo oficial -
legendado em espanhol


José Fernando Vasco

Óscar Lopes (1917-2013) e a «História da Literatura Portuguesa»


«Óscar Lopes nasceu em Leça da Palmeira, Matosinhos, em 1917, foi professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Com António José Saraiva, foi co-autor da "História da Literatura Portuguesa" (1955), apontada como uma obra de referência. A sua extensa bibliografia inclui dezenas de ensaios, estudos e críticas sobre literatura, linguística e cultura portuguesas. Colaborou ainda em algumas das mais importantes revistas literárias portuguesas, como a Colóquio/Letras e a Seara Nova. 

Óscar Lopes, ex-membro do comité central do PCP, foi condecorado em 2006 pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.»

Fonte:

DISPONÍVEL PARA CONSULTA NA BECRE:

SARAIVA, António José, e outro
História da literatura portuguesa / António josé Saraiva, Óscar Lopes. - 13ª ed. - Porto : Porto Editora, 1985. - 1218 [+1] p
1ª edição: 1955.
Literatura portuguesa / Literatura portuguesa - história
CDU: 821.134.3 (091)
«Obra redigida em parceria por dois grandes vultos da história e da crítica literária do século XX, Óscar Lopes e António José Saraiva, a História da Literatura Portuguesa [...] procurou colocar ao alcance [...] de estudantes e de simples estudiosos do fenómeno literário, as aquisições [...] da história literária portuguesa, ao mesmo tempo que as correlacionava com factos históricos, sociais e culturais.


Uma das suas premissas consistia [...] na tentativa de esboçar "as condições histórico-sociais que devem servir à compreensão da nossa história literária". 

Nesse prefácio, considerando a obra literária como um documento histórico, os autores dirigem a sua perspetiva para a análise rigorosa das questões que o texto literário suscitava, nomeadamente, "em que época foi produzido; quem o produziu; a quem se destinava; que facto ou factos o suscitaram ou interferiram na sua fatura; para quê foi produzido". 

Ao mesmo tempo, como repositório cultural de uma tradição coletiva, postularam os autores [...] que "Tanto pela língua como pelos temas, a literatura é talvez de todas as atividades artísticas a mais ligada a uma nacionalidade", vivendo não só da permanente interdependência com o seu meio linguístico e humano de origem, como da interação com o conjunto das histórias literárias estrangeiras que a influenciam. 

[...] O espírito de síntese, o rigor da análise na inserção de autores e obras nos seus contextos, a sua abertura à evolução da contemporaneidade são algumas das razões do seu sucesso, mantendo-se, ainda hoje, uma obra de referência incontornável para o estudo da História da Literatura Portuguesa.»

Fonte:
História da Literatura Portuguesa. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
[Consult. 2013-03-23].
Disponível em http://www.infopedia.pt/mostra_artigo.jsp?id=12100000

TAMBÉM DISPONÍVEL PARA CONSULTA NA BECRE:

VERSÃO CD-ROM
Está disponível para consulta e requisição na BECRE, «História da Literatura Portuguesa», em registo CD-ROM, um título importante e que reforça o fundo documental em suporte digital.

A partir do texto integral da obra com o mesmo título, da autoria de António José Saraiva e Óscar Lopes, [...] este produto disponibiliza diversas ferramentas de trabalho e inúmeros recursos digitais, com uma forte presença da vertente multimédia: centenas de imagens, vídeos, locuções, diaporamas e frisos cronológicos, sendo a maioria das palavras clicáveis, elemento facilitador da pesquisa de conteúdos associados.


Esta edição da Porto Editora Multimédia contou com a colaboração de Leonor Curado Neves, Rita Marnoto, Helena Carvalhão Buescu e Isabel Pires de Lima, para além de incluir a participação com textos adicionais de Célia Vieira, Isabel Rio Novo e Sónia Ferreira.

Aqui estão incluídos textos bibliográficos de importantes autores portugueses com análise das obras mais relevantes; elucidário com explicação desenvolvida de centenas de termos literários; base bibliográfica composta por milhares de referências, permitindo a procura imediata de obras através de pontos de acesso (título, nome do autor, editora, data de edição); textos biobibliográficos complementares de análise da vida e obra de inúmeros escritores portugueses de renome.

VERSÃO DVD-ROM
A História da Literatura Portuguesa, da autoria de Óscar Lopes e António José Saraiva, constitui o corpo integral desta aplicação.

A disponibilização de diversas ferramentas de trabalho, vastos conteúdos adicionais relacionados com autores, obras e personagens e inúmeros recursos multimédia tornam esta aplicação obrigatória para todos os que se interessam pela nossa literatura. 

Inclui inúmeros textos complementares sobre a vida e obra dos mais relevantes escritores portugueses.


O Elucidário explica o significado de mais de meio milhar de termos de índole literária. Uma base bibliográfica composta por milhares de referências permite a procura imediata de obras pelo respectivo título, nome do autor ou editora e data de edição. A maioria das palavras são clicáveis, facilitando a pesquisa de qualquer conteúdo associado à consulta que se está a efectuar.

A forte vertente multimédia reflecte-se na apresentação de centenas de imagens, vídeos, locuções, diaporamas e frisos cronológicos.

Críticas de imprensa

Correio da Manhã:
"Uma particularidade: a maior parte das palavras estão em hiper-texto, o que remete, para mais e melhor informação sobre estes oito séculos de Literatura, nunca concluída, uma vez que a actualização se faz on-ine e a título gratuito." 

Público:
" (...) constitui uma importante ferramenta de trabalho para estudantes, professores, escritores e todos os que se interessam por literatura." 

Fonte:

José Fernando Vasco
Conceição Toscano

«Caminhar»: 'Bora lá andar!»

No último dia de janeiro decidi fazer uma caminhada. Nesta caminhada participaram professores e alunos da Escola Secundária de Cacilhas-Tejo. 
A caminhada é sempre à quarta-feira, no mesmo lugar – entrada da escola - e a duração é mais ou menos uma hora e meia. Às cinco horas e trinta minutos é o início da caminhada. 
O percurso é sempre diferente. Desta vez foi o Cristo-Rei e na próxima quarta-feira é o Parque da Paz. 

Éramos mais ou menos dez (alunos e professores), mas espero que no futuro venham mais pessoas. E, claro, não posso esquecer, uma cadela também participou!
Posso recomendar a todas as pessoas que querem divertir-se e relaxar para se juntarem a nós e não se arrependerão. Até à próxima caminhada!

Svetlana
(formanda da Sérvia, nível A 2)

Dia Mundial da Poesia, em Cacilhas

Disponível para consulta na BECRE
graças à amável oferta de Henrique Mota/
Associação de Cidadania de Cacilhas «O Farol».

Assinalando o Dia Mundial da Poesia, a Associação de Cidadania de Cacilhas «O Farol», conjuntamente com «Chá de Histórias», publicou o caderno de poesia «A poesia vadia de volta a Cacilhas, com um pé na rua».
Com poemas de António Boeiro, Bernardes-Silva, Graça Nazaré, João de Jesus, Jorge Fernandes, José Mota, Luís Pulido, Nogueira Pardal, Pedro Marreiro, Susana Marreiro; o caderno de poesia agora publicado segue a tradição de vários anos de poetas e poesias  em Cacilhas e Almada.


Hiperligações:

José Fernando Vasco

Novos e novíssimos do cinema português

Os premiados filmes «A Nossa Forma de Vida», «Bab Sebta» e «É na Terra Não é na Lua» são algumas das obras que integram o ciclo «Novos e novíssimos do cinema português».

De acordo com a organização, o ciclo no Cinema Nimas propõe a exibição de longas e curtas-metragens portuguesas, recentes, grande parte das quais inédita em sala comercial e algumas delas premiadas em festivais.

O ciclo abre com o documentário «A Nossa Forma de Vida», de Pedro Filipe Marques, que partiu do universo particular dos avós, casados há 60 anos, para falar do país real. Com este filme, Pedro Filipe Marques foi premiado nos Caminhos do Cinema Português, no Festival de Cinema de Sarajevo, no DocLisboa e no Cinèma du Réel, em França.

João Viana, que em fevereiro esteve em Berlim com dois filmes, apresentará, no Nimas, um documentário sobre o cinema português, intitulado «Oh marquês, anda cá abaixo outra vez», que conta com a participação de realizadores como Alberto Seixas Santos, Edgar Pêra, Cláudia Varejão, João Salaviza, Manuel Mozos e Marco Martins.

Até ao dia 27, o ciclo incluirá, por exemplo, «É na Terra não é na Lua» e «Balaou», de Gonçalo Tocha, «Bab Sebta», de Pedro Pinto e Frederico Lobo, e também «Tebas», «Corrente» e «Golias», de Rodrigo Areias.

Haverá ainda uma sessão dedicada ao cinema de terror, com filmes de Manuel Pureza, Patrick Mendes, Mário Gajo de Carvalho e Clones, e outra só para o cinema de animação de realizadores como Marta Monteiro, João Fazenda, Pedro Brito e Pedro Lino.

A realizadora Salomé Lamas terá no ciclo os filmes «Golden Dawn», «A Comunidade», «VHS» e o documentário «Terra de Ninguém», exibido em fevereiro, em Berlim. Na exibição de «Terra de Ninguém», no dia 22, haverá um debate com a realizadora e com o produtor Luís Urbano, sobre «as novas formas de financiamento da produção cinematográfica em Portugal«.

Da programação destaca-se ainda a exibição de dois filmes de André Godinho: «Riders», sobre a ópera «Riders to the Sea», encenada por André E. Teodósio, e «Faz tudo parte», sobre o espetáculo «Três cantos», interpretado em 2009 por Fausto, Sérgio Godinho e José Mário Branco, que estarão na sessão do dia 24.

Fonte:
Cinema Sapo
Paula Penha

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