O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.

Blogue BECRE - acesso (2012-2013)


Divulgam-se os dados estatísticos referentes ao acesso ao blogue
durante o ano letivo de 2012-2013.

Por comparação,
apresentam-se as médias mensais de acesso referentes
aos anos letivos de 2009-2010, 2010-2011, 2011-2012, 2012-2013.


Por fim - e dado o encerramento próximo do blogue BECRE - 
apresentam-se os dados estatísticos de navegação
entre outubro de 2009 e maio de 2013.


A todos os leitores fiéis do blogue BECRE,
bem como a todos os que nele colaboraram e o tornaram num caso único
na história da biblioteca escolar da ES Cacilhas-Tejo,
o nosso muito obrigado por partilharem o vosso entusiasmo durante este percurso.

José Fernando Vasco

Vídeo-poema XIX: «Outra Margem» de Maria Rosa Colaço

«Outra Margem»
Poema de Maria Rosa Colaço
Compositor: Trovante



Outra Margem

E com um búzio nos olhos claros
Vinham do cais, da outra margem
Vinham do campo e da cidade
Qual a canção? Qual a viagem?

Vinham p’rá escola. Que desejavam?
De face suja, iluminada?
Traziam sonhos e pesadelos.
Eram a noite e a madrugada.

Vinham sozinhos com o seu destino.
Ali chegavam. Ali estavam.
Eram já velhos? Eram meninos?
Vinham p’rá escola. O que esperavam?

Vinham de longe. Vinham sozinhos.
Lá da planície. Lá da cidade.
Das casas pobres. Dos bairros tristes.
Vinham p’rá escola: a novidade.

E com uma estrela na mão direita
E os olhos grandes e voz macia
Ali chegaram para aprender
O sonho a vida a poesia.

Hiperligações:
Video-Poema I - «O Portugal Futuro» de Ruy Belo
Vídeo-Poema II - «As palavras interditas» de Eugénio de Andrade
Vídeo-Poema III - «Da mais alta janela da minha casa» de Alberto Caeiro
Vídeo-Poema IV - «Quando vier a Primavera» de Alberto Caeiro
Vídeo-Poema V - «Mãezinha» de António Gedeão
Vídeo Poema VI - «Portugal» de Alexandre O'Neil
Vídeo-poema VII - «Pastelaria» de Mário Cesariny
Vídeo-poema VIII - «O Sorriso» de Eugénio de Andrade
Vídeo-poema IX: «Acordai» de José Gomes Ferreira
Vídeo-poema X: «Sabedoria» de José Régio
Vídeo-poema XI: «Uma pequenina luz» de Jorge de Sena
Vídeo-poema XII: «Tabacaria» de Álvaro de Campos, por Mário Viegas
Vídeo-poema XIII: «As mãos» de Manuel Alegre
Vídeo-poema XIV: «You Are Welcome To Elsinore» de Mário de Cesariny
Vídeo-poema XV: «Cântico Negro» de José Régio
Vídeo-poema XVI: «Poema para Galileu» de António Gedeão
Vídeo-poema XVII: «Mudam-se Os Tempos...» de Luís de Camões
Vídeo-poema XVIII: «Ser Poeta» de Florbela Espanca

José Fernando Vasco

Vídeo-poema XVIII: «Ser Poeta» de Florbela Espanca

Ser Poeta / Perdidamente
Poema de Florbela Espanca
Compositor: João Gil

Instrumentistas: 
Luís Represas - voz 
João Gil - guitarras 
Manuel Faria - Piano, Sintetizador 
José Martins - Sintetizador 
Fernando Júdice - Baixo 
José Salgueiro - Bateria e percussões
Artur Costa - Saxofone



SER POETA

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dize-lo cantando a toda a gente!

in: 
Florbela Espanca (1930). Charneca em flor.


Hiperligações:
Video-Poema I - «O Portugal Futuro» de Ruy Belo
Vídeo-Poema II - «As palavras interditas» de Eugénio de Andrade
Vídeo-Poema III - «Da mais alta janela da minha casa» de Alberto Caeiro
Vídeo-Poema IV - «Quando vier a Primavera» de Alberto Caeiro
Vídeo-Poema V - «Mãezinha» de António Gedeão
Vídeo Poema VI - «Portugal» de Alexandre O'Neil
Vídeo-poema VII - «Pastelaria» de Mário Cesariny
Vídeo-poema VIII - «O Sorriso» de Eugénio de Andrade
Vídeo-poema IX: «Acordai» de José Gomes Ferreira
Vídeo-poema X: «Sabedoria» de José Régio
Vídeo-poema XI: «Uma pequenina luz» de Jorge de Sena
Vídeo-poema XII: «Tabacaria» de Álvaro de Campos, por Mário Viegas
Vídeo-poema XIII: «As mãos» de Manuel Alegre
Vídeo-poema XIV: «You Are Welcome To Elsinore» de Mário de Cesariny
Vídeo-poema XV: «Cântico Negro» de José Régio
Vídeo-poema XVI: «Poema para Galileu» de António Gedeão
Vídeo-poema XVII: «Mudam-se Os Tempos...» de Luís de Camões

José Fernando Vasco

«Cores e Sabores»


A gastronomia também é uma arte, a arte de cozinhar. Cada país, além da sua história e cultura, também tem a sua gastronomia, os seus pratos típicos.

A nossa escola organizou no dia 9 de maio de 2013 uma festa gastronómica - Cores e Sabores. Esta festa juntou os pratos de vários países como a Moldávia, a Ucrânia, o Irão, Espanha, etc. Cada prato tinha as suas particularidades e foram apresentados com muito gosto. 

Tivemos a oportunidade de provar pratos de vários países e conhecer outras receitas. No final assistimos às danças da Europa e também de Portugal. Gostei muito sobretudo da Dança da Noiva.

Foram uns momentos muito agradáveis porque comunicámos bastante, pedindo uns aos outros receitas e conhecemos um pouco mais sobre a gastronomia dos outros países.


Valentina Besarab
(formanda da Moldávia, nível B 2)

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