O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.
No Dia Mundial dos Oceanos, um alerta que o documentário «Plastic Shores» nos lança: o problema da acumulação de resíduos de plástico nos oceanos da Terra que já entrou na cadeia alimentar, com consequências que ninguém ainda consegue prever!
Tal como em anos letivos anteriores, verificou-se mais uma vez uma flutuação nos acessos de acordo com o calendário escolar e com os momentos formais de avaliação. Esta tendência verificou-se muito mais nos utilizadores alunos/adultos do que no acesso dos professores à BECRE. Verificaram-se, igualmente, muito menos variações nos acessos dos utilizadores adultos (noite).
Comparativamente com os anos letivos anteriores, verifica-se uma quebra de 17% face a 2011-2012 e de 22% face a 2009-2010 no acesso de utilizadores alunos/adultos e uma quebra de 19% e 50% no acesso dos utilizadores professores.
Face ao ano letivo anterior, verificou-se, em termos absolutos, uma estagnação no acesso à área "Livro e leitura" e quebras em todas as restantes áreas, sobretudo na área TIC a qual teve maior peso na quebra geral dos acessos às instalações e serviços BECRE.
Para efeitos comparativos e para os anos letivos de 2009-2010 a 2011-2012, foram integrados os dados da anterior categoria "Lazer e Leitura Informal" em "Livro e Leitura".
Para o ano letivo de 2012-2013, há ainda a registar que na área TIC, a subcategoria "Trabalho" representa 61% e a "Lazer" 39% do total.
No âmbito da disciplina de Filosofia do 11º ano, os alunos analisaram uma obra à sua escolha, dentro de um conjunto de obras selecionadas pelos professores. Foi um trabalho faseado pelos três períodos que culminou na apresentação oral. O texto que a seguir se apresenta foi a base da apresentação oral do aluno Luís Branca, do 11ºD acerca da obra «A Utopia» de Thomas Morus.
Trabalho de Filosofia –
História da Utopia – Poesia
Esta história que vos venho aqui contar está em formato de poesia É uma obra de Thomas Morus e intitula-se de Utopia O autor da obra teve a intenção de criticar a sociedade europeia Mas de forma coerente e séria e não em brincadeira Ideia de sociedade perfeita foi o que quis transmitir O problema da obra está em ‘como a construir’ Apresenta-nos ao longo do livro várias soluções Organização politica, regras sociais e outras condições
Bem, mas voltando ao livro que é o que me trás por cá Vou-vos contar a história que não é nada má
A ilha da utopia é um lugar bastante diferente Foi criada através da separação de um continente Tem leis próprias e a sua organização social Sem classes sociais e sem nenhuma outra nação igual
No Primeiro Livro, Morus apresenta as personagens principais Rafael Hitlodeu e Pedro Gilles são os nomes ideais Pedro Gilles é um amigo que Morus nos apresentou Hitlodeu, um português navegador que a ilha encontrou O livro é uma comparação entre as sociedades utopiana e europeia Nomeadamente a Inglesa como vão entender através desta minha epopeia Morus e Rafael começam os dois por nos contar Uma conversa entre o português e um cardeal inglês para recordar São debatidos diversos temas sobre Inglaterra como país Vai desde a nobreza ao povo, do rico ao infeliz É um país com altas taxas de criminalidade e pobreza Enquanto uns deitavam fora outros não tinham comida na mesa Tudo devido à exploração do povo por parte da nobreza Ai ai, e a criminalidade crescente?
Era consequência da miséria existente
Digam-me vocês, o que nesta situação iriam fazer?
O povo não tinha outra opção senão roubar para sobreviver
Mas Rafael, iluminou-se e sugere ao cardeal
Que uma cedência de terrenos dos nobres era o ideal
Evitava o monopólio e criava empregos para os pobres
Desenvolvia a agricultura e enfraquecia um pouco os nobres
Para a criminalidade Rafael rejeitou a pena de morte
Diz que é injusta, e já viram o que é ver cabeças a rolar com um corte?
Ele diz ainda que é uma pena cruel para o roubo punir
Mas porém, bastante fraca para o impedir
Rafael argumenta, que se houvessem melhores condições de vida ninguém roubaria
Se houvesse igual porção de bens na sociedade, não haviam ladrões e ninguém morreria
Na ilha da Utopia todas estas propostas de Rafael conseguem uma aceitação
Funciona uma sociedade justa com iguais deveres e direitos para todo o cidadão
Ai a Utopia a Utopia, fundada por Utopos esse grande senhor
Era tramado para a pancada e era um homem com muito amor
Ele que separou a terra do continente
Com ajuda de soldados e indígenas, tudo muito boa gente
Na Utopia não existiam classes sociais e a riqueza pessoal era distribuída de igual maneira
De modo a que todos vivessem bem e tivessem uma carreira
Os Utopianos são ainda um povo aberto a novas culturas e civilizações
Instruindo-se assim com ciência e arte através da troca de conhecimentos entre as populações
Atualmente somos bastante diferentes dos Utopianos
Uns dizem que somos anjinhos outros dizem que somos tiranos
Os Utopianos tinham rotinas e não se cansavam de trabalhar
Nós preferimos a ‘caminha’ e ficamos a mandriar
O Utopiano é um ser que não é em nada preguiçoso
Nos somos o oposto de tal forma que chega a ser embaraçoso
Eles conseguem o trabalho e o descanso equilibrar
Nos lutamos para da cama nos conseguirmos levantar
Hoje em dia uns trabalham de mais e outros nem trabalham
Outros fabricam coisas desnecessárias e que só atrapalham
Depois temos aqueles opostos, uns descansam na sua riqueza
Os outros comem restos e mal se alimentam tal é a pobreza
A Utopia está organizada segundo os princípios utilitaristas
Ausência de dor e sofrimento gerando o bem comum, estes homens eram especialistas
Tudo está organizado de modo é que eles não tenham qualquer sofrimento ou dor
Desfrutam da felicidade de igual modo, com prazer e com muito amor
Na Utopia a igualdade económica é mantida com uma série de medidas
Iguala-se o poder económico de cada cidade e cidadão, ai ai, belas vidas
Há um equilíbrio constante, os que produzem demais ajudam os que produzem menos
Era como nos dias de hoje se os alemães ajudassem os romenos
Esta compensação é gratuita e garante equidade económica entre as cidades utopianas
Isto hoje era fácil, aplicavam-se estas medidas ao país em semanas
Esta família utopiana é um exemplo de sociedade perfeita Se os políticos querem fazer algo de bom, têm neste livro a receita Seguem princípios utilitaristas e todos os homens querem tornar iguais Tanto em direitos como em deveres são todos proporcionais Cada cidadão tem uma vida cómoda e cumpre as suas obrigações Assim não têm de trabalhar demais e não têm preocupações Morus mostra que os utopianos não se guiam por dinheiro e posses materiais É uma sociedade onde não existem classes nem diferenças sociais O autor apresenta ainda solução para os problemas das sociedades europeias E em nada adiantou pois não passaram de ideias Esqueceu-se que o homem é ambicioso e quer sempre mais e melhor que todos os outros Assim me despeço meus caros, espero poder ver-vos noutros encontros Termina assim a minha epopeia, faço votos para que tenham gostado Voltem sempre que quiserem, espero não vos ter assustado