O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.
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Dia da Terra 2013


No Dia da Terra 2013, uma animação da Google, com a qualidade habitual.


«Em 2013, o tema do Dia da Terra que se celebra hoje, 22 de abril, é “O Rosto das Alterações Climáticas”, sendo dados a conhecer exemplos deste fenómeno global por todo o mundo, bem como o que está a ser feito para o combater.

O Dia da Terra foi celebrado pela primeira vez nos Estados Unidos em 1970, por iniciativa de do senador Gaylord Nelson. O governante pretendia, através da mobilização social, introduzir os problemas ambientais na agenda política, sendo o evento identificado como a origem do movimento ambientalista moderno.

Em 1990, Denis Hayes, responsável pela coordenação do primeiro Dia da Terra nos EUA, tornou o evento mundial, tendo em 1993 sido fundada a Earth Day Network (EDN), uma rede internacional de suporte às iniciativas cívicas de celebração do Dia da Terra. Atualmente, esta organização coordena as atividades comemorativas do Dia da Terra em 192 países onde, através de mais de 22.000 parceiros, mobiliza mais de mil milhões de pessoas.

Em 2013, ano em que o Dia da Terra volta a ter como tema as Alterações Climáticas, a EDN convida à submissão, através do seu website, de imagens que evidenciem como se estão a fazer sentir as Alterações Climáticas em diferentes partes do globo e de iniciativas em curso para mitigar o fenómeno.

Mostrando como o degelo no Ártico está a diminuir o habitat do urso-polar e as cheias e ciclones afetam a disponibilidade de água potável no Bangladesh e, simultaneamente como alguns empreendedores estão criar uma economia verde e milhões de pessoas adotam um estilo de vida sustentável, a EDN pretende demonstrar aos líderes políticos a necessidade de agir e o caminho a seguir.»

Fonte:
Naturlink

Hiperligação:
Earth Day Network

José Fernando Vasco

«Cultivar o Mar»: a nova exposição bibliográfica BECRE


Na próxima segunda feira, 11 de março, abre a nova exposição bibliográfica BECRE, subordinada à temática «O Mar» e integrada na Semana da Leitura 2013. Todos os interessados encontrarão uma seleção de obras de literatura nacional e estrangeira, ensaios, periódicos,  BD e DVDs de ficção e não ficção.





Pode aceder ao catálogo aqui.

José Fernando Vasco

Recursos na BECRE - Atlas de Portugal

Por amável oferta de João Pinto e Gabriela Freitas, está disponível na BECRE, para consulta local e empréstimo para sala de aula, a excelente obra Atlas de Portugal, editada pelo Instituto Geográfico Português, promotor deste projeto, com coordenação científica de Raquel Soeiro de Brito.


Ao longo de 275 páginas, de análise isenta e pormenorizada, complementada com mapas, cartas geográficas, quadros, gráficos e fotografias, incluindo vários anexos, os temas apresentados são os seguintes, com os respetivos textos, quer introdutórios, quer de desenvolvimento:

Um país de área repartida: 
A importância do mar e a localização do espaço português, Nuno Vieira Matias
*O mar que nos envolve, Henrique Souto
*A Terra que habitamos, Raquel Soeiro de Brito
*Clima e suas influências, Raquel Soeiro de Brito
*Tipos de paisagem, Carlos Pereira da Silva
Os homens e o meio 
Território, suporte das gentes, Raquel Soeiro de Brito
*A população, Dulce Pimentel
*Terra de migrações, Dulce Pimentel
*Uma população que se urbaniza, Nuno Pires Soares
*Comunicações e mobilidade da população, Rui Pedro Julião
O país socioeconómico
Economia portuguesa: articulação difícil entre mudanças internas e exigências competitivas, Augusto Mateus
*Actividades da terra, Fernando Ribeiro Martins
*Recursos vivos marinhos, Henrique Souto
*Economia e desenvolvimento regional, Lourdes Poeira
*Tempo de turismo, Carlos Pereira da Silva
*Políticas do território, Lourdes Poeira
Portugal num mundo de relação
A língua portuguesa: um traço de união à roda do mundo, Vasco Graça Moura
*Comunidades portuguesas, Maria Assunção Gato
*Identidade e cultura em tempo de mudança, Maria Assunção Gato
*Portugal na União Europeia, Raquel Soeiro de Brito
O Atlas e o posicionamento estratégico de Portugal, Ernâni Rodrigues Lopes

"Portugal sofreu nos últimos anos grandes transformações sociais e económicas e uma profunda evolução das suas estruturas territoriais. Até à data, este grande dinamismo não foi acompanhado de um registo geográfico de síntese e análise do passado recente que perspectivasse uma visão do futuro da realidade nacional. Foi esta lacuna que nos propusemos preencher com este projecto. [...] O Atlas de Portugal, sendo um documento único no panorama nacional, irá servir também de suporte às actividades de várias Instituições Públicas e de Privados, dos estabelecimentos de ensino, do processo de avaliação dos programas comunitários e, naturalmente, do cidadão em geral."
Fonte: 
Apresentação, Arménio dos Santos Castanheira, presidente do IGP

Este recurso documental constitui um valioso reforço do acervo da BECRE, como ferramenta a utilizar por docentes e alunos e restante comunidade educativa.

Conceição Toscano

Cidades com História II - Scalabis »»» Santa Irene »»» Santarém


«A cidade de Santarém, de fundação antiquíssima, caiu em poder dos Mouros em 715 e foi reconquistada em 1147, por D. Afonso Henriques. Por muitos anos, e por diversas vezes, serviu de local de residência aos reis de Portugal, e nela se reuniram, com alguma frequência, as cortes do reino. Santarém é conhecida como a "capital do gótico", possuindo um vasto património arquitetónico, com destaque para os seguintes monumentos nacionais: a Capela de Nossa Senhora do Monte, a Capela do Santíssimo Milagre, o Convento de S. Francisco, a Fonte das Figueiras, a Igreja de Santo Estêvão, ou do Milagre, as igrejas da Misericórdia, de Nossa Senhora da Piedade, de Santa Clara, de Santa Maria de Marvila (um templo com três naves, apoiadas em doze elegantes colunas), de S. João de Alporão (fundada pelos Romanos e que hoje alberga o Museu Arqueológico), a antiquíssima Igreja de Santa Iria (cuja origem se desconhece e se encontra ligada a uma interessante lenda), o Templo da Graça (uma das joias do gótico em Portugal), aIgreja do Seminário (que foi dos Jesuítas e é atualmente a Sé) e a torre das Cabeças. 
Os imóveis de interesse público são o chafariz de Palhais, o edifício da Câmara Municipal, a Igreja de Santa Cruz, a Igreja de Santa Maria de Alcáçova e as muralhas de Santarém. Os principais valores concelhios são a Igreja e a Capela de S. Nicolau. São de referir, ainda, a Fonte das Figueiras e a Porta de S. Tiago.
Nos restantes concelhos do distrito existem outros monumentos de interesse, como sejam, o castelo e o Convento de Cristo, de Tomar, o Castelo de Almourol, a Igreja de São Vicente de Abrantes, as pontes romanas com arcos de volta perfeita de Mação, o Palácio dos Duques do Cadaval, em Salvaterra de Magos, entre muitos outros.»

Fonte:


Vale a pena visitar a capital do gótico português !

Pode obter um mapa turístico aqui.

«Santarém, terra de liberdade»
Prod. Câmara Municipal de Santarém

Locais de Portugal X: antiga, mui nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto

Visitar o Porto deve ser muito mais do que percorrer o roteiro dos museus e dos locais arquitetónicos - palácios, igrejas ...
Quem visita o Porto, nunca conhecerá a cidade se não percorrer a pé as ruas e vielas do núcleo histórico e se não sentir a pulsação da Ribeira.
A observação do Porto tradicional e do Porto cosmopolita e moderno é essencial para perceber o espírito de uma cidade que tem, legitimamente, pretensões a um papel de destaque no noroeste peninsular.


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Porto Sentido

Compositores:
Carlos Tê, Rui Veloso

Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Curso: Ciências da Comunicação 
Tecnologia dos Media - vídeo (2008/2009) 

Montagem de: Felisbela Teixeira, Márcia Oliveira, Mariana Catarino, 
Paulo Pereira, Ricardo Caldas, Sérgio Alves



Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa

Artigos relacionados:

Locais de Portugal I - Porto Santo

Locais de Portugal III - Marvão

Locais de Portugal VII - Castelo de Vide


José Fernando Vasco

«Baraka»: uma visão extraordinária da Humanidade na sua diversidade

Disponível para consulta na BECRE
Adquirido com verbas obtidas na IV Feira do Livro Usado

Na antiga linguagem sufi, Baraka significa «o fio que tece a vida em comum».
Na moderna cinematografia, «Baraka» (1992) de Ron Fricke é uma das mais espantosas experiências proporcionadas a todos os amantes da sétima arte e um testemunho do verdadeiro sentido da expressão «Humanidade» e da inacreditável diversidade cultural no planeta Terra.

O seu título complementar - «a world beyond words» - revela o conceito: a imagem e o som dispensam palavras de narrador ou intervenientes.

A presente edição em DVD resulta de transferência proveniente da versão em alta definição.

José Fernando Vasco

«A "Vida" dos Materiais e os Materiais e a Vida» de M. Elisabete M. Almeida

O livro A "Vida" dos Materiais e os Materiais e a Vida (350 pp.), da autoria da Doutora M. Elisabete M. Almeida, Investigadora Coordenadora aposentada do INETI (Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação), constitui uma gentil oferta da Ordem dos Engenheiros à ESCT no âmbito das comemorações dos 75 anos desta ordem profissional, completados em 2011.
Os materiais fazem parte do quotidiano das nossas vidas, rodeando-nos ou fazendo parte do nosso corpo como é o caso dos biomateriais, que também integram este original trabalho dirigido a toda a população interessada em aumentar a sua cultura geral neste domínio. Considera-se que particularmente os alunos e professores de ciências físico-químicas e de geologia se incluem neste grupo.
“Esta obra, única no seu género e de grande utilidade para a divulgação dos materiais junto, nomeadamente, dos mais jovens, apresenta em versos ilustrados os cerca de 160 materiais mais usados pelo Homem. Atendendo ao interesse do tema e ao prestígio científico e profissional da Autora, o (…) livro é apoiado pelo Colégio Nacional de Engenharia de Materiais da Ordem dos Engenheiros.” (do site oficial da Ordem dos Engenheiros)
A apresentação dos materiais encontra-se organizada segundo o seguinte índice resumido:
- Introdução
- Materiais Artificiais (cerâmicos e afins, metálicos, poliméricos, compósitos, especiais)
- Materiais Naturais (de origem animal, mineral e vegetal)
A aumentar a utilidade deste livro salienta-se, ainda, a existência de dois índices remissivos (por materiais e produtos, e por aplicações e características).


ADOBO E TAIPA

Em tempos antigos
Em certas regiões
Sem grandes perigos
Enormes produções
  
Barros escolhidos
Eram escavados
Depois revolvidos
E bem amassados

E para evitar
Alguns rachamentos
Palh'adicionar
Certos comprimentos

Após bem amassar
P'ra tudo envolver
Havendo que moldar
Há que bons moldes ter

Moldes de madeira
Depois de molhados
Cheios "à maneira"
Depois desmoldados
  
Já bem secos ao ar
Como é bom de ver
Bast'adobos montar
Para casa fazer!

(A "Vida" dos Materiais e os Materiais e a Vida, p.19)


Parede levantada com tijolos de barro amassados com palha (adobos) e
madeira, material de construção designado em Portugal por taipa.


  
 

Hiperligações:
Ordem dos Engenheiros
Ciência dos Materiais (site didático)
Rosa Espada

«A Poluição Atmosférica» de Gérard Mouvier e «A Poluição dos Mares» de Jean-Claude Lacaze


Disponíveis para consulta na BECRE

Os livros publicados pelo Instituto Piaget na coleção Biblioteca Básica de Ciência e Cultura, encontram-se divididos em duas partes fundamentais: 1) uma exposição para compreender e 2) um ensaio para refletir. Nos dois livros apresentados (números 27 e 75), assim como nos demais de temática relacionada que alertam para a fragilidade dos subsistemas terrestres, o destaque para importância da preservação da atmosfera e dos oceanos são o objetivo.
Duas boas obras para professores e alunos interessados em aprofundar um bocado mais os conhecimentos em torno das ciências da terra e dos efeitos catastróficos provocados pela poluição da atmosfera e da hidrosfera terrestres. Os respetivos textos são acompanhados de imagens e esquemas que facilitam a compreensão dos assuntos tratados.

Rosa Espada

Globaïa: Um site que apoia a criação do Antropoceno


Oficialmente, a Comissão Internacional sobre Estratigrafia estabelece que a Terra se encontra ainda na época do Holoceno (11,5 mil anos - presente), iniciado com o fim da última era glacial.
Nos anos mais recentes, diversos cientistas têm sugerido que a Terra poderá estar a passar por um período de transformação profundo, ou seja, que estará a entrar numa nova etapa geológica - o  Antropoceno - marcada pela influência ou o impacto dos humanos sobre o planeta. 
A denominação «Antropoceno» foi popularizada pelo geoquímico holandês Paul Crutzen (Prémio Nobel de Química em 2002), para determinar as mudanças no planeta ocasionadas pelo homem a partir do início da Revolução Industrial (outros cientistas, afirmam que o começo do Antropoceno deverá associar-se ao aparecimento da agricultura).
A Sociedade Geológica da América já adoptou o Antropoceno, aguardando-se a oficialização desta nova época geológica da história da Terra na decisão que será tomada pela comissão inglesa de estratigrafia da Sociedade Geológica de Londres, em conferência internacional a realizar no próximo ano na Austrália. 
Entretanto, os esforços de vários investigadores prosseguem no sentido de apoiar o estabelecimento científico do Antropoceno. É o caso antropólogo canadiano Felix Pharand, que está a criar mapas-mundo da tecnologia com o objectivo de demonstrar como as tecnologias criadas pelo homem, desde a electricidade, às rotas dos aviões, aos cabos de internet ou mesmo as estradas, se estão a espalhar pela superfície do planeta e a modificar o meio ambiente natural (extingui-lo?). Na última década, Felix Pharand tem recolhido dados de agências norte-americanas, como a Geospatial Intelligence Agency, sobrepondo-os com imagens nocturnas das cidades vistas do espaço, para assim criar ilustrações precisas sobre a forma como o ser humano está a ocupar a Terra. Com a ajuda de um computador pessoal vulgar, este investigador, que também dirige  o grupo ambiental Globaïa, espera que estas ilustrações consigam consciencializar os cidadãos quanto ao impacto que o enorme desenvolvimento tecnológico tem vindo a produzir no planeta.
Entre as várias descobertas que Felix Pharand fez, destaca-se o facto de 3% da superfície terrestre (uma área do tamanho da Índia) estar já coberta por alcatrão. Este, é só um exemplo da presença da antroposfera na superfície terrestre, modificando-a. Entrar no Antropoceno, significará retirar o poder de definir o futuro do planeta das mãos das forças da natureza, e colocá-lo nas mãos da nossa espécie. Acompanhar esta discussão é certamente muito interessante. Aguardaremos pelo Antropoceno?


Uma surpreendente imagem da autoria de Felix Pharand, na qual podemos observar uma malha branca que denuncia as principais cidades da eurásia, assim como as respectivas estradas, caminhos-de-ferro e cabos de transmissão de informação por terra e mar.

Mais imagens em: Anthropocene Cartography

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Rosa Espada

Vídeos RTP: «Portugal um Retrato Ambiental» e «Portugal Energias sem Fim»

«Portugal um Retrato Ambiental»
(209 min.) Disponível na BECRE

«O ambiente é hoje uma questão maior da sociedade portuguesa, não apenas como uma preocupação dos governos, mas principalmente como um tema protagonista na opinião pública nacional. Se este protagonismo do tema é recente nas preocupações públicas, os problemas que lhe deram origem têm uma longa história. Uma história que nasce de modo diferente em sectores diferentes da sociedade portuguesa e que revela os contornos de um tema que toca todas as dimensões da nossa vida.
Em 4 episódios, com a ajuda de imagens captadas pela RTP durante mais de 40 anos, actualizadas por imagens de hoje, Luísa Schmidt entrevista os protagonistas e faz o retrato ambiental do país a degradar-se. Um retrato também de uma consciência ambiental cada vez mais forte. Degradação da paisagem, poluição dos rios, ares irrespiráveis, lixeiras, incêndios, cheias, etc. Mas também um povo cada vez mais empenhado em recuperar a sua herança.»
(da Capa)

Da autoria de Luísa Schmidt e com realização de Francisco Manso, este recurso educativo constitui um vídeo RTP1 premiado, produzido pela ‘Films 4You’ em 2004, e que tem como principal objetivo contribuir para a consciencialização ambiental dos portugueses, sendo um excelente complemento à aprendizagem dos alunos das disciplinas de biologia e geologia, físico-química, geografia e educação cívica.
Neste vídeo, o conteúdo informativo desenvolve-se ao longo de quatro capítulos, a saber:
1. País de contrastes
2. Das catástrofes às fontes de energia
3. Águas
4. Paisagem e desordenamento


«Portugal Energias sem Fim»
(52 min.) Disponível na BECRE

No vídeo Portugal Energias sem Fim, uma produção da ‘RCL’ para a RTP2, com realização de Rui Cunha, o tema principal são as energias alternativas (provenientes dos elementos ar, terra, fogo e água) e a sua utilização em território nacional. Nos seis capítulos apresentados, divulgam-se vários exemplos de aproveitamento de fontes de energia não fóssil, como a energia solar térmica, a energia da biomassa, a geotermia, as centrais hidroelétricas e os parques eólicos. É apresentado, ainda, o exemplo de um edifício energeticamente eficiente com a integração de diversas fontes de energia não poluente.
A ideia central transmitida é a seguinte: não poluir, aumentar a conservação de energia e melhorar a sua eficiência.
Valerá a pena lembrar, por isso, as metas da UE para 2020, no que respeita à preservação do ambiente:
- Reduzir em 20% as emissões de CO2;
- Aumentar em 20% a eficiência energética;
- Atingir 20% de produção de electricidade a partir de fontes renováveis.
Este é um vídeo que todos os alunos deveriam ver. Projeta-nos o futuro que ambicionamos para o desenvolvimento económico e ambiental de Portugal e do planeta.

Rosa Espada

VIII Congresso da Geografia Portuguesa no IGOT















Temas do Congresso:

1 - Avaliação de programas e planos territoriais.
2 - Crise e respostas socio-espaciais inovadoras.
3 - Desenvolvimento regional e local.
4 - Dinâmica dos ambientes físicos e biofísicos.
5 - Geografia, educação e futuro.
6 - Lugares, cultura e identidades.
7 - Mobilidades sociais e geográficas.
8 - Mudanças ambientais e novos paradigmas no uso do território.
9 - Planeamento territorial e governança.
10 - Resiliência e sustentabilidade urbana num mundo em mudança.
11 - Riscos, proteção civil e ordenamento do território.
12 - Sistemas de Informação Geográfica, Deteção Remota e Modelação Territorial.
13 - Turismo, lazer e viagens.

Para mais informações, consultar a página oficial do Congresso.

Hiperligações:
APG - Associação Portuguesa de Geógrafos
IGOT - Instituto de Geografia e Ordenamento do Território
VIII Congresso da Geografia Portuguesa no IGOT

Hugo Marques
(aluno de Planeamento e Gestão do Território)
José Fernando Vasco

Locais de Portugal V - Mira




Fotos:
José Fernando Vasco, Mário Neves

Música:
Pat Metheny (1979). River Quay
José Fernando Vasco

Locais de Portugal IV - S. Miguel (Açores)




S. Miguel - Açores

Povoação - Ribeira Quente - Lagoa das Furnas - Furnas - Ilhéu de Vila Franca do Campo - Lagoa do Fogo - S. Roque - Ponta Delgada - Lagoa do Canário - Lagoa de Santiago e Sete Cidades - Sete Cidades

Fotos:
José Fernando Vasco, Mário Neves
Música:
Kitaro - The Stone and The Green World


Vídeo:
TRAILER LAB
Música:
Adele. Someone Like You

José Fernando Vasco
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