O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.
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Vídeo-Poema XXII: «Fim» de Mário de Sá-Carneiro

 «Fim»
(1916)

poema de Mário de Sá-Carneiro
música de João Gil
voz de Luís Represas
instrumentação de Trovante


Quando eu morrer batam em latas, 
Rompam aos saltos e aos pinotes
Façam estalar no ar chicotes, 
Chamem palhaços e acrobatas.

Que o meu caixão vá sobre um burro 
Ajaezado à andaluza:
A um morto nada se recusa, 
Eu quero por força ir de burro.
José Fernando Vasco

Vídeo-poema XIX: «Outra Margem» de Maria Rosa Colaço

«Outra Margem»
Poema de Maria Rosa Colaço
Compositor: Trovante



Outra Margem

E com um búzio nos olhos claros
Vinham do cais, da outra margem
Vinham do campo e da cidade
Qual a canção? Qual a viagem?

Vinham p’rá escola. Que desejavam?
De face suja, iluminada?
Traziam sonhos e pesadelos.
Eram a noite e a madrugada.

Vinham sozinhos com o seu destino.
Ali chegavam. Ali estavam.
Eram já velhos? Eram meninos?
Vinham p’rá escola. O que esperavam?

Vinham de longe. Vinham sozinhos.
Lá da planície. Lá da cidade.
Das casas pobres. Dos bairros tristes.
Vinham p’rá escola: a novidade.

E com uma estrela na mão direita
E os olhos grandes e voz macia
Ali chegaram para aprender
O sonho a vida a poesia.

Hiperligações:
Video-Poema I - «O Portugal Futuro» de Ruy Belo
Vídeo-Poema II - «As palavras interditas» de Eugénio de Andrade
Vídeo-Poema III - «Da mais alta janela da minha casa» de Alberto Caeiro
Vídeo-Poema IV - «Quando vier a Primavera» de Alberto Caeiro
Vídeo-Poema V - «Mãezinha» de António Gedeão
Vídeo Poema VI - «Portugal» de Alexandre O'Neil
Vídeo-poema VII - «Pastelaria» de Mário Cesariny
Vídeo-poema VIII - «O Sorriso» de Eugénio de Andrade
Vídeo-poema IX: «Acordai» de José Gomes Ferreira
Vídeo-poema X: «Sabedoria» de José Régio
Vídeo-poema XI: «Uma pequenina luz» de Jorge de Sena
Vídeo-poema XII: «Tabacaria» de Álvaro de Campos, por Mário Viegas
Vídeo-poema XIII: «As mãos» de Manuel Alegre
Vídeo-poema XIV: «You Are Welcome To Elsinore» de Mário de Cesariny
Vídeo-poema XV: «Cântico Negro» de José Régio
Vídeo-poema XVI: «Poema para Galileu» de António Gedeão
Vídeo-poema XVII: «Mudam-se Os Tempos...» de Luís de Camões
Vídeo-poema XVIII: «Ser Poeta» de Florbela Espanca

José Fernando Vasco

Vídeo-poema XVIII: «Ser Poeta» de Florbela Espanca

Ser Poeta / Perdidamente
Poema de Florbela Espanca
Compositor: João Gil

Instrumentistas: 
Luís Represas - voz 
João Gil - guitarras 
Manuel Faria - Piano, Sintetizador 
José Martins - Sintetizador 
Fernando Júdice - Baixo 
José Salgueiro - Bateria e percussões
Artur Costa - Saxofone



SER POETA

Ser poeta é ser mais alto, é ser maior
Do que os homens! Morder como quem beija!
É ser mendigo e dar como quem seja
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!

É ter de mil desejos o esplendor
E não saber sequer que se deseja!
É ter cá dentro um astro que flameja,
É ter garras e asas de condor!

É ter fome, é ter sede de Infinito!
Por elmo, as manhas de oiro e de cetim...
É condensar o mundo num só grito!

E é amar-te, assim, perdidamente...
É seres alma, e sangue, e vida em mim
E dize-lo cantando a toda a gente!

in: 
Florbela Espanca (1930). Charneca em flor.


Hiperligações:
Video-Poema I - «O Portugal Futuro» de Ruy Belo
Vídeo-Poema II - «As palavras interditas» de Eugénio de Andrade
Vídeo-Poema III - «Da mais alta janela da minha casa» de Alberto Caeiro
Vídeo-Poema IV - «Quando vier a Primavera» de Alberto Caeiro
Vídeo-Poema V - «Mãezinha» de António Gedeão
Vídeo Poema VI - «Portugal» de Alexandre O'Neil
Vídeo-poema VII - «Pastelaria» de Mário Cesariny
Vídeo-poema VIII - «O Sorriso» de Eugénio de Andrade
Vídeo-poema IX: «Acordai» de José Gomes Ferreira
Vídeo-poema X: «Sabedoria» de José Régio
Vídeo-poema XI: «Uma pequenina luz» de Jorge de Sena
Vídeo-poema XII: «Tabacaria» de Álvaro de Campos, por Mário Viegas
Vídeo-poema XIII: «As mãos» de Manuel Alegre
Vídeo-poema XIV: «You Are Welcome To Elsinore» de Mário de Cesariny
Vídeo-poema XV: «Cântico Negro» de José Régio
Vídeo-poema XVI: «Poema para Galileu» de António Gedeão
Vídeo-poema XVII: «Mudam-se Os Tempos...» de Luís de Camões

José Fernando Vasco

18.ª edição de "Sementes -– Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público"

Está a decorrer desde o passado dia 20 de maio o Festival "Sementes", uma organização do Teatro Extremo. Até ao dia 16 de junho os palcos e as ruas de Almada, Seixal, Alcochete, Cascais, Barreiro, Sesimbra, Moita, Crato e Montemor-o-Novo recebem espetáculos dedicados ao público infantil.
No total serão 22 espetáculos de 21 companhias (2 do Brasil, 3 de Espanha, 1 de Itália e 15 de Portugal), que nos trarão teatro, marionetas, robertos, ópera, dança, teatro de rua, circo e música, sem esquecer o teatro para bebés. Para além dos espetáculos a pequenada terá a possibilidade de experimentar o trabalho artístico com o projeto “casaBranca” que nos trará uma leitura encenada. Por último, e também a não perder, a ópera “O Pequeno Polegar” apresentado pela Academia de Música de Almada.
 
Preçário
Público em Geral: Almada €5 Grupos Escolares: €3 euros | Acesso Gratuito a acompanhantes
Cartão Sementes: €15 | Válido para grupos até 4 pessoas | Desconto de 50% para todos os espetáculos em Almada mediante reserva.

Programa

Informações | Reservas
Teatro Extremo
Rua Serpa Pinto, nº16
Apartado 124 | 2801-801 Almada, Portugal
Tel 212723660 | 965044016
teatro@teatroextremo.com

Fonte:
Teatro Extremo
Sónia Lapa

«À Descoberta de ... Ary dos Santos» - uma atividade SCALA



«A SCALA organiza no próximo sábado mais uma palestra literária, desta vez "À Descoberta de Ary dos Santos...", com o prof. José Fernando Vasco.

José Vasco propôe-nos uma viagem pela escrita do poeta, especialmente na poesia escrita para a canção, que tão bem interpretadas foram por Carlos do Carmo e Fernando Tordo, entre outros.

Haverá também a oportunidade de se declamarem poemas de José Carlos Ary dos Santos pelos poetas presentes.

Apareçam!»

Fonte:

José Fernando Vasco

19, 20 e 21 de abril - Dias da Música no CCB

Na sua sétima edição, a realizar em abril de 2013, o festival Dias da Música em Belém aborda O Impulso Romântico nestas duas vertentes: a histórico-musical e a popular. De Beethoven a Rachmaninov, de Chopin a John Lennon, de Berlioz à chanson d’amour francesa, propõe-se um itinerário musical que nos mergulha nas raízes do Romantismo e deteta a persistência do sentimento romântico, erudito ou vulgar, até aos nossos dias.
 
Consulte programa
Fonte: Centro Cultural de Belém
Sónia Lapa

Concertos da Primavera no Solar dos Zagallos

Nos sábados, de  13 de abril a 11 de maio, pelas 18h, o Solar dos Zagallos proporcionará agradáveis fins de tarde ao som de música clássica. A entrada é gratuita.






Programa

13 de abril
Recital de Piano a 4 mãos
Anna Tomasik | Savka Konjikusic piano
Franz Schubert – Fantasia op. 103
Astor Piazzola - Libertango
Franz Liszt – 2ª Rapsodia

27 de abril
Recital de Clarinete, Violino e Piano
Solistas da Metropolitana
Nuno Silva – clarinete
Adrian Florescu – violino
Anna Tomasik – piano
Rezsó Kókai – Danças para Clarinete e Piano
Béla Bartók – Danças Romenas
para violino e piano
 
4 de maio
Recital de Piano
Savka Konjikusic piano
Franz Liszt – Estudo de execução transcendental n.º 11, Harmonies du soir
Franz Liszt – Sonetto 104 del Petrarca, do livro Années de Pèlerinage: 2.º ano / Itália
Frédéric Chopin – Variações sobre uma melodia alemã, Der Schweizerbub
Frédéric Chopin – Scherzo n.º 2 em Si bemol menor, Op. 31
  
11 de maio
Ensemble de Trompetes da Metropolitana
Sérgio Charrinho, direção musical
Entrada triunfal (átrio | jardim)
Quarteto com Piano de Moscovo.
Alexêi Tolpygo – violino
Alexandre Delgado – viola
Guenrikh Elessine – violoncelo
Alexei Eremine – piano
Wolfgang Amadeus Mozart – Allegro, do Quarteto com Piano em Sol menor, KV 478
Robert Schumann – Andante cantabile, do Quarteto com Piano, Op. 47
Johannes Brahms – Scherzo, do Quarteto com Piano n.º 3 em Dó menor, Op. 60
Ernest Chausson – Très calme, do Quarteto com Piano em Lá maior, Op. 30
Bohuslav Martin – Poco allegro, do Quarteto com Piano, H. 287
Joly Braga Santos – Quarteto com Piano, Op. 26

Fonte: Câmara Municipal de Almada
Sónia Lapa

Muse (2013). «Animals» - videoclipe é português!

O videoclipe de "Animals" dos britânicos Muse tem autoria de dois portugueses: Inês  Freitas e Miguel Mendes. A proposta foi escolhida, entre as muitas que foram a concurso (em colaboração com a Genero.tv), a partir da votação feito pelo público e por elementos da banda.

O vídeo recorre a técnicas de animação e é uma alegoria aos momentos de profundo desespero vividos por países em situação de resgate financeiro - como Portugal - onde tem valido tudo para se extrair dinheiro daqueles que nada têm a ver com esta crise financeira.


Fonte:
Blitz

Hiperligações:
JPN - Inês e Miguel fizeram um videoclip... para os Muse
P3 Público - Novo videoclip dos Muse é da autoria de dois jovens portugueses
Muse - Animals Video Competition Winner Announced  

Paula Penha

Orquestra Gulbenkian: 50 anos ao serviço da cultura

Assinalando os 50 anos de existência da Orquestra Gulbenkian, recorda-se uma gravação do 2º movimento do Concerto para piano n.º 1 de Fryderyk Chopin, sob a direção de Lawrence Foster e com Sa Chen ao piano.



Hiperligação:

José Fernando Vasco

Vídeo-poema IX: «Acordai» de José Gomes Ferreira

«Acordai»

Poema:
José Gomes Ferreira

Música:
Fernando Lopes Graça

Interpretação:
Coro Ricercare



Acordai,
Homens que dormis
A embalar a dor
dos silêncios vis!
Vinde, no clamor
Das almas viris,
Arrancar a flor
Que dorme na raiz!
Acordai,
Raios e tufões
Que dormis no ar
E nas multidões!
Vinde incendiar
De astros e canções
As pedras e o mar,
O mundo e os corações!

Acordai!
Acendei,
De almas e de sóis
Este mar sem cais,
Nem luz de faróis!

E acordai, depois
Das lutas finais,
Os nossos heróis
Que dormem nos covais
Acordai!


Artigos relacionados:
Hiperligação:
José Fernando Vasco

Scott McKenzie (1939-2012)

A voz do Verão do Amor (1967) deixou-nos mas «San Francisco», o seu único grande êxito, perdura na memória como um dos momentos mais icónicos da música popular norte-americana e um símbolo de uma geração à procura de um novo rumo e uma nova compreensão.


R.I.P. Scott Mckenzie !


«San Francisco» (1967)
 Compositor:
 John Phillips

If you're going to San Francisco
Be sure to wear some flowers in your hair
If you're going to San Francisco
You're gonna meet some gentle people there

For those who come to San Francisco
Summertime will be a love-in there
In the streets of San Francisco
Gentle people with flowers in their hair

All across the nation such a strange vibration
People in motion
There's a whole generation with a new explanation
People in motion people in motion

For those who come to San Francisco
Be sure to wear some flowers in your hair
If you come to San Francisco
Summertime will be a love-in there

If you come to San Francisco
Summertime will be a love-in there
José Fernando Vasco

Locais de Portugal X: antiga, mui nobre, sempre leal e invicta cidade do Porto

Visitar o Porto deve ser muito mais do que percorrer o roteiro dos museus e dos locais arquitetónicos - palácios, igrejas ...
Quem visita o Porto, nunca conhecerá a cidade se não percorrer a pé as ruas e vielas do núcleo histórico e se não sentir a pulsação da Ribeira.
A observação do Porto tradicional e do Porto cosmopolita e moderno é essencial para perceber o espírito de uma cidade que tem, legitimamente, pretensões a um papel de destaque no noroeste peninsular.


~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Porto Sentido

Compositores:
Carlos Tê, Rui Veloso

Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Curso: Ciências da Comunicação 
Tecnologia dos Media - vídeo (2008/2009) 

Montagem de: Felisbela Teixeira, Márcia Oliveira, Mariana Catarino, 
Paulo Pereira, Ricardo Caldas, Sérgio Alves



Quem vem e atravessa o rio
Junto à serra do Pilar
vê um velho casario
que se estende ate ao mar

Quem te vê ao vir da ponte
és cascata, são-joanina
dirigida sobre um monte
no meio da neblina.

Por ruelas e calçadas
da Ribeira até à Foz
por pedras sujas e gastas
e lampiões tristes e sós.

E esse teu ar grave e sério
dum rosto e cantaria
que nos oculta o mistério
dessa luz bela e sombria

Ver-te assim abandonada
nesse timbre pardacento
nesse teu jeito fechado
de quem mói um sentimento

E é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa
rever-te nessa altivez
de milhafre ferido na asa

Artigos relacionados:

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Locais de Portugal VII - Castelo de Vide


José Fernando Vasco

«Apocalipse Now» de Francis Ford Coppola

Disponível para consulta na BECRE
Adquirido com verbas obtidas na IV Feira do Livro Usado

A adaptação de «O Coração das Trevas» de Joseph Conrad para o cinema esteve a cargo do mítico realizador norte-americano Francis Ford Coppola, numa leitura da obra e do conflito do Vietname.

Independentemente de todas as dificuldades que rodearam a rodagem do filme e de todas as consequências para o próprio percurso cinematográfico de Coppola, trata-se de um filme lendário por variadas razões: a abordagem do trauma americano com a derrota no Vietname, o desempenho tão impressivo como lunático de Marlon Brando, algumas cenas antológicas - como é o caso do bombardeamento com napalm e da observação de Robert Duvall - e um leque de atores de primeira água. Obviamente, a banda sonora é uma parte integrante e fundamental do filme, nomeadamente Wagner e The Doors.

Este é um filme que deve fazer parte da formação cultural de qualquer aluno em final do seu percurso no ensino secundário.

Título: Apocalipse Now Redux (versão definitiva do realizador)
Realização: Francis Ford Coppola.
Ano: 1979/2000
Atores: Marlon Brando, Martin Sheen, Robert Duvall, Frederic Forrest, Laurence Fishburne, Dennis Hopper, Harrison Ford
Duração: 194 minutos.
Prémios principais: Palma de Ouro do Festival de Cannes, 2 Óscares da Academia de Hollywood.

José Fernando Vasco

«Gente da minha terra» - a essência da alma lusitana



Letra: Amália Rodrigues 
Música: Tiago Machado 

Instrumentistas:
Mariza - voz
Jaques Morenlenbaum - diretor musical, violoncelo
Sinfonietta de Lisboa/ Vasco Pearce de Azevedo 
Luís Guerreiro - guitarra portuguesa
António Neto - guitarra acústica
Vasco Sousa - guitarra baixo acústica
José Salgueiro - percussões

Gravado ao vivo em Lisboa em 2006



É meu e vosso este fado
Destino que nos amarra
Por mais que seja negado
Às cordas de uma guitarra


Sempre que se ouve o gemido
De uma guitarra a cantar
Fica-se logo perdido
Com vontade de chorar


Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi


E pareceria ternura
Se eu me deixasse embalar
Era maior a amargura
Menos triste o meu cantar 


Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi


Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi


José Fernando Vasco

«Francisco Naia e a Ronda Campaniça», no Auditório Fernando Lopes Graça

«Esta é a designação genérica deste novo concerto tipo de Francisco Naia e, consequentemente, do seu próximo trabalho discográfico. É um projecto todo ele virado para o Todo Alentejano, na sua cultura musical, temática e sonoridades.

Os temas seleccionados, temas de raiz, tradicionais ou de autoria do próprio Francisco Naia, são Modas cantadas “entre montes, montados e tabernas, chaparros e olivais”, todas elas evocando os momentos e as vivências do quotidiano e do trabalho, inspiradoras do Cante, seja coral, baldão, ao despique, ou campaniço.
Defensor da cultura trastagana, num regresso às suas origens, canta-nos à sua maneira, as Modas e Canções do Alentejo por ele pesquisadas e recriadas.

Como instrumental, utilizam-se guitarras acústicas, baixo acústico, cavaquinho, bandolim e violas campaniças. As sonoridades são muito conseguidas e bem harmonizadas vocalmente: Os Arranjos e a Direcção Musical são de Ricardo Fonseca, coadjuvado por Marco Rodrigues.

Este é um concerto vivo, alegre e contagiante, para o público cantar e interagir.»

“A Ronda Campaniça”:

Francisco Naia -  voz
Edmundo Silva - guitarra baixo
José Carita - guitarra, flauta ,bandolim e cavaquinho
Marco Rodrigues - guitarra e viola campaniça
Ricardo Fonseca - tocador de viola campaniça e cordofones portugueses

Auditório Fernando Lopes Graça, Almada
2 de junho de 2012
21:30 horas

Fonte:
Francisco Naia
José Fernando Vasco

17ª edição de Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público


De 18 de maio a 3 de junho decorre a 17ª edição de Sementes com espetáculos para as crianças que incluem teatro, dança, circo, marionetas e música. O público mais pequeno também poderá frequentar oficinas artísticas e uma exposição. Este ano as companhias internacionais irão invadir múltiplos espaços de Almada, Alcochete, Barreiro, Cascais, Costa da Caparica, Crato, Moita, Montemor-o-Novo, Seixal e Sesimbra.


Fonte: 
Sónia Lapa

Bernardo Sassetti (1970-2012)

Fonte: http://imaginasom.wordpress.com

O compositor e pianista jazz português Bernardo Sassetti morreu esta manhã, no Guincho, em plena atividade numa das suas grandes paixões: a fotografia. A cultura portuguesa e a pianística jazz nacional ficam irremediavelmente mais pobres com esta trágica ocorrência.
Resta-nos recordar um percurso musical que claramente teve os seus momentos altos com «Nocturno», «Alice» (banda sonora do filme homónimo de Marco Martins), «Motion» e o álbum de colaboração com Carlos do Carmo.
À família enlutada, a BECRE manifesta o seu mais profundo pesar pela perda do homem e do extraordinário músico que Bernardo Sassetti é e continuará a ser, apesar do seu precoce falecimento.


«Time for Love»
(«Nocturno, 2002)

Compositor:
Johnny Mandel



«Noite»
(«Alice, 2006)

Compositor:
Bernardo Sassetti




«Homecoming Queen»
(«Motion, 2010)

Compositor:
Mark Linkous



Discografia:
  • Indigo
  • Livre
  • Grândolas - Seis Canções e Dois Pianos nos Trinta Anos de Abril (com Mário Laginha)
  • Piano a 4 mãos (com Mário Laginha)
  • Nocturno (com Carlos Barreto e Alexandre Frazão)
  • Ascent (com Carlos Barreto e Alexandre Frazão)
  • Alice (Banda sonora do filme)
  • Unreal: Sidewalk Cartoon
  • Dúvida
  • 3 Pianos (com Mário Laginha e Pedro Burmester)
  • Motion
  • Bernardo Sassetti + Carlos do Carmo

Hiperligações:

José Fernando Vasco

Canções de Abril XXXII - Paulo de Carvalho. E depois do adeus 2012

A enorme coragem de um cantor de eleição:

Paulo de Carvalho
E depois do adeus (versão acapela)

Letra: José Niza
Música: José Calvário




Ao vivo na Assembleia da República, 25 de Abril de 2012





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José Fernando Vasco

Canções de Abril XXXI - Deolinda. Parva Que Sou


Sou da geração sem remuneração
e não me incomoda esta condição.
Que parva que eu sou!
Porque isto está mal e vai continuar, 
já é uma sorte eu poder estagiar.
Que parva que eu sou!
E fico a pensar, 
que mundo tão parvo 
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘casinha dos pais’, 
se já tenho tudo, pra quê querer mais?
Que parva que eu sou
Filhos, maridos, estou sempre a adiar 
e ainda me falta o carro pagar
Que parva que eu sou!
E fico a pensar, 
que mundo tão parvo 
onde para ser escravo é preciso estudar.

Sou da geração ‘vou queixar-me pra quê?’ 
Há alguém bem pior do que eu na TV.
Que parva que eu sou!
Sou da geração ‘eu já não posso mais!’ 
que esta situação dura há tempo demais
E parva não sou!
E fico a pensar,
que mundo tão parvo 
onde para ser escravo é preciso estudar.

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Canções de Abril II - José Afonso. A morte saiu à rua
Canções de Abril III - Sérgio Godinho. Que força é essa
Canções de Abril IV - Adriano Correia de Oliveira. Trova do vento que passa
Canções de Abril V - Carlos Paredes. Verdes anos
Canções de Abril VI - Simone de Oliveira: Desfolhada
Canções de Abril VII - Manuel Freire. Livre
Canções de Abril VIII - José Mário Branco. Mudam-se os tempos
Canções de Abril IX - José Afonso. Cantar alentejano
Canções de Abril X - Quarteto 1111. Cantamos pessoas vivas
Canções de Abril XI - José Afonso. Coro da Primavera
Canções de Abril XII - Fernando Tordo. Tourada
Canções de Abril XIII - Paulo de Carvalho. E depois do adeus
Canções de Abril XIV - José Afonso. Grândola Vila Morena
Canções de Abril XV - Madredeus. As Brumas do Futuro
Canções de Abril XVI - GAC. A cantiga é uma arma
Canções de Abril XVII - Sérgio Godinho. Liberdade
Canções de Abril XVIII - Chico Buarque. Tanto mar
Canções de Abril XIX - José Mario Branco. Eu vim de longe
Canções de Abril XX - Chico Buarque, Ruy Guerra. «Fado Tropical»
Canções de Abril XXI - José Mário Branco. Queixa das almas jovens censuradas
Canções de Abril XXII - Francisco Fanhais. Cantata da Paz
Canções de Abril XXIII - Sérgio Godinho. Bico calado
Canções de Abril XXIV - Carlos Mendes. E alegre se fez triste
Canções de Abril XXV - José Afonso. Canto Moço
Canções de Abril XXVI - Fausto. Uns vão bem e outros mal
Canções de Abril XXVII - José Mário Branco. Sopram ventos adversos
Canções de Abril XXVIII - Petrus Castrus. Mestre
Canções de Abril XXIX. Sérgio Godinho. Organização Popular
Canções de Abril XXX - Green Windows. Uma nova maneira de encarar o mundo (1972)

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Canções de Abril XXX - Green Windows. Uma nova maneira de encarar o mundo (1972)

(1972)

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