O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.
Hiperligações:
Video-Poema I - «O Portugal Futuro» de Ruy Belo
Vídeo-Poema II - «As palavras interditas» de Eugénio de Andrade
Vídeo-Poema III - «Da mais alta janela da minha casa» de Alberto Caeiro
Vídeo-Poema IV - «Quando vier a Primavera» de Alberto Caeiro
Vídeo-Poema V - «Mãezinha» de António Gedeão
Vídeo Poema VI - «Portugal» de Alexandre O'Neil
Vídeo-poema VII - «Pastelaria» de Mário Cesariny
Vídeo-poema VIII - «O Sorriso» de Eugénio de Andrade
Vídeo-poema IX: «Acordai» de José Gomes Ferreira
Vídeo-poema X: «Sabedoria» de José Régio
Vídeo-poema XI: «Uma pequenina luz» de Jorge de Sena
Vídeo-poema XII: «Tabacaria» de Álvaro de Campos, por Mário Viegas
Vídeo-poema XIII: «As mãos» de Manuel Alegre
Vídeo-poema XIV: «You Are Welcome To Elsinore» de Mário de Cesariny
Vídeo-poema XV: «Cântico Negro» de José Régio
Vídeo-poema XVI: «Poema para Galileu» de António Gedeão
Vídeo-poema XVII: «Mudam-se Os Tempos...» de Luís de Camões
Vídeo-poema XVIII: «Ser Poeta» de Florbela Espanca
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Vídeo-poema XV: «Cântico Negro» de José Régio
Vídeo-poema XVI: «Poema para Galileu» de António Gedeão
Vídeo-poema XVII: «Mudam-se Os Tempos...» de Luís de Camões
Está a decorrer desde o passado dia 20 de maio o Festival "Sementes", uma organização do Teatro Extremo. Até ao dia 16 de junho os palcos e as ruas de Almada, Seixal, Alcochete, Cascais, Barreiro, Sesimbra, Moita, Crato e Montemor-o-Novo recebem espetáculos dedicados ao público infantil.
No total serão 22 espetáculos de 21 companhias (2 do Brasil, 3 de Espanha, 1 de Itália e 15 de Portugal), que nos trarão teatro, marionetas, robertos, ópera, dança, teatro de rua, circo e música, sem esquecer o teatro para bebés. Para além dos espetáculos a pequenada terá a possibilidade de experimentar o trabalho artístico com o projeto “casaBranca” que nos trará uma leitura encenada. Por último, e também a não perder, a ópera “O Pequeno Polegar” apresentado pela Academia de Música de Almada.
Preçário
Público em Geral: Almada €5 Grupos Escolares: €3 euros | Acesso Gratuito a acompanhantes
Cartão Sementes: €15 | Válido para grupos até 4 pessoas | Desconto de 50% para todos os espetáculos em Almada mediante reserva.
«A SCALA organiza no próximo sábado mais uma palestra literária, desta vez "À Descoberta de Ary dos Santos...", com o prof. José Fernando Vasco.
José Vasco propôe-nos uma viagem pela escrita do poeta, especialmente na poesia escrita para a canção, que tão bem interpretadas foram por Carlos do Carmo e Fernando Tordo, entre outros.
Haverá também a oportunidade de se declamarem poemas de José Carlos Ary dos Santos pelos poetas presentes.
Na sua sétima edição, a realizar em abril de 2013, o festival Dias da Música em Belém aborda O Impulso Romântico nestas duas vertentes: a histórico-musical e a popular. De Beethoven a Rachmaninov, de Chopin a John Lennon, de Berlioz à chanson d’amour francesa, propõe-se um itinerário musical que nos mergulha nas raízes do Romantismo e deteta a persistência do sentimento romântico, erudito ou vulgar, até aos nossos dias.
Nos sábados, de 13 de abril a 11 de maio, pelas 18h, o Solar dos Zagallos proporcionará agradáveis fins de tarde ao som de música clássica. A entrada é gratuita.
Programa
13 de abril
Recital de Piano a 4 mãos
Anna Tomasik | Savka Konjikusic piano
Franz Schubert – Fantasia op. 103
Astor Piazzola - Libertango
Franz Liszt – 2ª Rapsodia
27 de abril
Recital de Clarinete, Violino e Piano
Solistas da Metropolitana
Nuno Silva – clarinete
Adrian Florescu – violino
Anna Tomasik – piano
Rezsó Kókai – Danças para Clarinete e Piano
Béla Bartók – Danças Romenas
para violino e piano
4 de maio
Recital de Piano
Savka Konjikusic piano
Franz Liszt – Estudo de execução transcendental n.º 11, Harmonies du soir
Franz Liszt – Sonetto 104 del Petrarca, do livro Années de Pèlerinage: 2.º ano / Itália
Frédéric Chopin – Variações sobre uma melodia alemã, Der Schweizerbub
Frédéric Chopin – Scherzo n.º 2 em Si bemol menor, Op. 31
11 de maio
Ensemble de Trompetes da Metropolitana
Sérgio Charrinho, direção musical
Entrada triunfal (átrio | jardim)
Quarteto com Piano de Moscovo.
Alexêi Tolpygo – violino
Alexandre Delgado – viola
Guenrikh Elessine – violoncelo
Alexei Eremine – piano
Wolfgang Amadeus Mozart – Allegro, do Quarteto com Piano em Sol menor, KV 478
Robert Schumann – Andante cantabile, do Quarteto com Piano, Op. 47
Johannes Brahms – Scherzo, do Quarteto com Piano n.º 3 em Dó menor, Op. 60
Ernest Chausson – Très calme, do Quarteto com Piano em Lá maior, Op. 30
Bohuslav Martin – Poco allegro, do Quarteto com Piano, H. 287
Joly Braga Santos – Quarteto com Piano, Op. 26
O videoclipe de "Animals" dos britânicos Muse tem autoria de
dois portugueses: Inês Freitas e Miguel Mendes. A proposta foi escolhida, entre as
muitas que foram a concurso (em colaboração com a Genero.tv), a
partir da votação feito pelo público e por elementos da banda.
O vídeo recorre a técnicas de animação e é uma alegoria aos
momentos de profundo desespero vividos por países em situação de resgate
financeiro - como Portugal - onde tem valido tudo para se extrair dinheiro
daqueles que nada têm a ver com esta crise financeira.
Assinalando os 50 anos de existência da Orquestra Gulbenkian, recorda-se uma gravação do 2º movimento do Concerto para piano n.º 1 de Fryderyk Chopin, sob a direção de Lawrence Foster e com Sa Chen ao piano.
A voz do Verão do Amor (1967) deixou-nos mas «San Francisco», o seu único grande êxito, perdura na memória como um dos momentos mais icónicos da música popular norte-americana e um símbolo de uma geração à procura de um novo rumo e uma nova compreensão.
Visitar o Porto deve ser muito mais do que percorrer o roteiro dos museus e dos locais arquitetónicos - palácios, igrejas ...
Quem visita o Porto, nunca conhecerá a cidade se não percorrer a pé as ruas e vielas do núcleo histórico e se não sentir a pulsação da Ribeira.
A observação do Porto tradicional e do Porto cosmopolita e moderno é essencial para perceber o espírito de uma cidade que tem, legitimamente, pretensões a um papel de destaque no noroeste peninsular.
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Porto Sentido
Compositores:
Carlos Tê, Rui Veloso
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Curso: Ciências da Comunicação
Tecnologia dos Media - vídeo (2008/2009)
Montagem de: Felisbela Teixeira, Márcia Oliveira, Mariana Catarino,
Disponível para consulta na BECRE Adquirido com verbas obtidas na IV Feira do Livro Usado
A adaptação de «O Coração das Trevas» de Joseph Conrad para o cinema esteve a cargo do mítico realizador norte-americano Francis Ford Coppola, numa leitura da obra e do conflito do Vietname.
Independentemente de todas as dificuldades que rodearam a rodagem do filme e de todas as consequências para o próprio percurso cinematográfico de Coppola, trata-se de um filme lendário por variadas razões: a abordagem do trauma americano com a derrota no Vietname, o desempenho tão impressivo como lunático de Marlon Brando, algumas cenas antológicas - como é o caso do bombardeamento com napalm e da observação de Robert Duvall - e um leque de atores de primeira água. Obviamente, a banda sonora é uma parte integrante e fundamental do filme, nomeadamente Wagner e The Doors.
Este é um filme que deve fazer parte da formação cultural de qualquer aluno em final do seu percurso no ensino secundário.
Título: Apocalipse Now Redux (versão definitiva do realizador) Realização: Francis Ford Coppola. Ano: 1979/2000 Atores: Marlon Brando, Martin Sheen, Robert Duvall, Frederic Forrest, Laurence Fishburne, Dennis Hopper, Harrison Ford Duração: 194 minutos. Prémios principais: Palma de Ouro do Festival de Cannes, 2 Óscares da Academia de Hollywood.
Instrumentistas: Mariza - voz Jaques Morenlenbaum - diretor musical, violoncelo
Sinfonietta de Lisboa/ Vasco Pearce de Azevedo Luís Guerreiro - guitarra portuguesa António Neto - guitarra acústica Vasco Sousa - guitarra baixo acústica José Salgueiro - percussões
Gravado ao vivo em Lisboa em 2006
É meu e vosso este fado
Destino que nos amarra
Por mais que seja negado
Às cordas de uma guitarra
Sempre que se ouve o gemido
De uma guitarra a cantar
Fica-se logo perdido
Com vontade de chorar
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi
E pareceria ternura
Se eu me deixasse embalar
Era maior a amargura
Menos triste o meu cantar
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que recebi
«Esta é a designação genérica deste novo concerto tipo de Francisco Naia e, consequentemente, do seu próximo trabalho discográfico. É um projecto todo ele virado para o Todo Alentejano, na sua cultura musical, temática e sonoridades.
Os temas seleccionados, temas de raiz, tradicionais ou de autoria do próprio Francisco Naia, são Modas cantadas “entre montes, montados e tabernas, chaparros e olivais”, todas elas evocando os momentos e as vivências do quotidiano e do trabalho, inspiradoras do Cante, seja coral, baldão, ao despique, ou campaniço.
Defensor da cultura trastagana, num regresso às suas origens, canta-nos à sua maneira, as Modas e Canções do Alentejo por ele pesquisadas e recriadas.
Como instrumental, utilizam-se guitarras acústicas, baixo acústico, cavaquinho, bandolim e violas campaniças. As sonoridades são muito conseguidas e bem harmonizadas vocalmente: Os Arranjos e a Direcção Musical são de Ricardo Fonseca, coadjuvado por Marco Rodrigues.
Este é um concerto vivo, alegre e contagiante, para o público cantar e interagir.»
“A Ronda Campaniça”:
Francisco Naia - voz
Edmundo Silva - guitarra baixo
José Carita - guitarra, flauta ,bandolim e cavaquinho
Marco Rodrigues - guitarra e viola campaniça
Ricardo Fonseca - tocador de viola campaniça e cordofones portugueses
De 18 de maio a 3 de junho decorre a 17ª edição de Sementes com espetáculos para as crianças que incluem teatro, dança, circo, marionetas e música. O público mais pequeno também poderá frequentar oficinas artísticas e uma exposição. Este ano as companhias internacionais irão invadir múltiplos espaços de Almada, Alcochete, Barreiro, Cascais, Costa da Caparica, Crato, Moita, Montemor-o-Novo, Seixal e Sesimbra.
O compositor e pianista jazz português Bernardo Sassetti morreu esta manhã, no Guincho, em plena atividade numa das suas grandes paixões: a fotografia. A cultura portuguesa e a pianística jazz nacional ficam irremediavelmente mais pobres com esta trágica ocorrência.
Resta-nos recordar um percurso musical que claramente teve os seus momentos altos com «Nocturno», «Alice» (banda sonora do filme homónimo de Marco Martins), «Motion» e o álbum de colaboração com Carlos do Carmo.
À família enlutada, a BECRE manifesta o seu mais profundo pesar pela perda do homem e do extraordinário músico que Bernardo Sassetti é e continuará a ser, apesar do seu precoce falecimento.
«Time for Love»
(«Nocturno, 2002)
Compositor:
Johnny Mandel
«Noite»
(«Alice, 2006)
Compositor:
Bernardo Sassetti
«Homecoming Queen»
(«Motion, 2010)
Compositor:
Mark Linkous
Discografia:
Indigo
Livre
Grândolas - Seis Canções e Dois Pianos nos Trinta Anos de Abril (com Mário Laginha)