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«Impacto na Lua provoca maior explosão já registada», segundo a NASA

«Desde há oito anos que cientistas da NASA monitorizam a Lua à procura de explosões provocadas pelo impacto de corpos celestes. Esses impactos são muito mais comuns do que se esperava, tendo já sido observados centenas deles. No passado dia 17 de Março registou-se a maior explosão da história do programa.

Bill Coke, astrónomo da NASA, explica que o objecto de grandes dimensões colidiu contra a superfície lunar no Mare Imbrium, provocando uma explosão com um brilho dez vezes superior a qualquer outra já registada.

De facto, a explosão foi tão brilhante que quem, na Terra, estivesse a olhar para a Lua poderia ter visto a explosão a olho nu. Durante um segundo, o lugar do impacto brilhou com a intensidade de uma estrela de magnitude 4.

Ron Suggs, analista do Centro de Vôos Espaciais Marshall, foi o primeiro a detectar o clarão, gravado num vídeo de forma automática por um dos telescópios do programa. O objecto que provocou a explosão não era muito grande. Teria apenas entre 30 e 40 centímetros e 40 quilogramas de peso. Embateu a uma velocidade extraordinária: 90 mil quilómetros por hora. Apesar do pequeno tamanho da pedra, a explosão foi equivalente a cinco toneladas de TNT.

O impacto fez parte de um acontecimento muito maior: “Durante a noite de 17 de Março”, recorda o cientista, “as câmaras da NASA e da Universidade Western Ontario detectaram um número pouco usual de de meteoroides dirigindo-se para a Terra. Todas essas bolas de fogo percorreram órbitas idênticas entre a Terra e a Cintura de Asteróides. O que significa que a Terra e a Lua foram apedrejadas ao mesmo tempo”.

“A minha hipótese é que ambos os eventos estão relacionados e que se trata de um encontro do sistema Terra-Lua com uma nuvem de escombros”, diz. Depois da colisão, os dados foram enviados para a equipa de controladores da missão Lunar Reconnaisance Orbiter, em órbita lunar desde 2009, que localizou uma cratera de 20 metros de diâmetro no lugar do impacto.»

Fonte:
Ciência Hoje
José Fernando Vasco

«A nossa história num minuto»


Para que recordemos sempre
que a nossa presença no planeta Terra ainda é
apenas uma fração de 1:37 minutos!

José Fernando Vasco

Helix Nebula: arte cósmica ou o ciclo da vida?



Imagem combinada dos telescópios Spitzer e Galaxy Evolution Explorer
As camadas exteriores da estrela revelam-se no espaço, brilhando na intensa radiação ultravioleta gerada no seu núcleo quente.

~~~~~~~~~~~~~~

A nebulosa Helix encontra-se 650 anos-luz de distância, na constelação de Aquário. Também conhecida pelo número de catálogo NGC 7293, é um exemplo típico de uma classe de objetos denominados de nebulosas planetárias. Descoberta no século XVIII, estas obras de arte cósmicas foram erroneamente designadas pela sua semelhança com planetas gasosos gigantes.
As nebulosas planetárias são, na verdade, restos de estrelas, algumas eventualmente parecidas com o nosso Sol. Essas estrelas passam a maior parte da sua existência transformando hidrogênio em hélio através da fusão nuclear nos seus núcleos. Na verdade, este processo de fusão fornece toda a luz e calor que, no nosso caso, recebemos do Sol que, dentro cerca de cinco bilhões de anos, irá transformar-se numa nebulosa planetária, .
Quando o hidrogênio se esgota, a estrela passa a utilizar o hélio como fonte de combustível, queimando-o numa mistura ainda mais pesada de carbono, nitrogénio e oxigénio. Quando o hélio também se esgotar a estrela morre, libertando para o espaço as camadas exteriores gasosas e deixando para trás o pequeno núcleo quente e denso: anã branca, de menor tamanho mas com massa próxima da estrela original.
Antes da estrela morrer, cometas e, possivelmente, planetas terão orbitado de uma forma ordenada. Quando a estrela esgotou o hidrogênio e libertou as suas camadas exteriores, os corpos gelados e planetas externos terão sido desviados de órbita e entrado em colisão, levantando uma tempestade de poeira cósmica. Quaisquer planetas interiores do sistema terão sido queimados ou engolidos no processo de "expansão" da estrela moribunda.

Fonte:

José Fernando Vasco

Neil Armstrong (1930-2012)

Fonte - The Guardian
Faleceu ontem aos 82 anos Neil Armstrong o primeiro homem a pisar solo lunar e o astronauta que proferiu uma das mais célebres frases da História da Humanidade: «one small step for man, a giant leap for mankind».
Quando em 1969 metade do mundo passou a noite acordada para acompanhar a emissão televisiva da missão Apolo 11, num mundo em que a lógica da transmissão global de imagens não padecia das lógicas perversas atuais; muita gente duvidou da sua veracidade.
Independentemente de todas as teorias da conspiração - férteis no imaginário americano - a missão Apolo 11 culminava uma década que, na realidade, tinha começado com o desafio do presidente John Kennedy à nação americana - um desafio de transformação, avanço tecnológico e de (futura) vitória na confrontação com a União Soviética, no âmbito da Guerra Fria.
A morte de Neil Armstrong recorda-nos ainda todos os sucessos, fracassos e limitações do programa espacial norte-americano que, nos últimos 35 anos, tem sobretudo apostado no envio de sondas e outras máquinas nomeadamente para Marte e planetas exteriores.
À distância, não deixa de ser espantoso como foi possível o feito com tão limitados recursos tecnológicos. Hoje, mesmo com todos os triunfos do programa Viking e com as várias viagens de sondas e outras máquinas a Marte, algo falta para captar a curiosidade e o espanto da opinião pública. Talvez a Lua tenha um apelo no imaginário que, até agora, ainda não foi possível de ultrapassar. Muito provavelmente só com uma hipotética viagem tripulada a Marte se possa reconquistar a opinião pública para qualquer programa espacial. Para já mantém-se na memória a tragédia do Challenger (1986).

Artigos relacionados:
Apollo 11: som e imagens de história
Goddard Space Flight: a evolução da Lua em vídeo da NASA
Mapa topográfico da Lua pelo LRO
O sistema Terra-Lua é só isto?
«Big Splash», uma teoria para explicar a formação da Lua

José Fernando Vasco

A curiosidade amartou !

Robô Curiosity / Fonte: ABCNews
Eram 6:30 horas (em Lisboa) quando o robô Curiosity amartou em segurança na superfície do planeta vermelho.
Sendo o mais sofisticado (e igualmente o mais pesado) robô que alguma vez foi enviado pelo Homem ao planeta vizinho, o Curiosity já começou a enviar fotografias para a Terra, aumentando assim a esperança de obtenção de novos dados relativamente à hipotética existência de vida marciana e/ou à possibilidade de já terem sido reunidas, no passado, condições para tal.
Tão importante quanto estas interrogações é outra para a qual há muito se procuram dados que possam suportar uma tese: se já houve vida em Marte, o que terá acontecido para que Marte se apresente na atualidade como um planeta difícil (ou impossível) de suportar vida?
Para além destas interrogações que poderão permitir à Humanidade melhor perceber a história do sistema solar e da Terra, o dia de hoje constitui uma enorme vitória para a Humanidade - segundo o Presidente Obama, trata-se de «uma façanha tecnológica sem precedentes» - e o primeiro passo de um percurso que, no futuro, passará por uma viagem tripulada a Marte.

Amartagem do robô Curiosity
(animação)


Hiperligação:
NASA/Mars Science Laboratory
Público/Robô Curiosity aterrou sem problemas em Marte
Sorumbático/Aterrar ou amartar?

José Fernando Vasco

«O Homem e a Natureza no Renascimento» de Allen G. Debus

Disponível para consulta na BECRE

«A Colecção História e Filosofia da Ciência põe à disposição do leitor português obras de história e filosofia das ciências da autoria de reputados especialistas internacionais; obras que aliam à modernidade do tratamento uma reconhecida consagração pela comunidade de estudiosos. Serão também publicados nesta colecção textos de autores portugueses que, pela temática tratada, sejam de particular interesse para o público nacional. Espera-se que o aparecimento desta colecção contribua, junto de alunos, docentes e público interessado, para estimular o estudo da evolução histórica das ciências e a reflexão sobre questões filosóficas correlacionadas.»

Fonte: contracapa
Rosa Espada

Em Genebra, o LHC deu-nos a "partícula de Deus" ou o bosão de Higgs



Peter Higgs, Modelo Padrão das partículas subatómicas simplificado, constituição do Universo (no sentido dos ponteiros do relógio)

Tudo parece indicar que 47 anos depois da sua previsão pelo físico britânico Peter Higgs, a partícula subatómica mais famosa do mundo foi agora descoberta.
O bosão de Higgs é uma partícula que vem completar o Modelo Padrão de partículas subatómicas - uma teoria matemática que identifica as partículas constituintes da matéria e descreve como estas interagem entre si - e permitir estudos futuros em torno de como se forma a massa observada na matéria presente no universo. 
Mas a descoberta da "partícula de Deus" constitui apenas mais um passo no longo caminho da ciência em busca do mecanismo de formação do universo que habitamos. E porque ainda nos falta conhecer os restantes 96% da matéria que constitui o universo e as teorias científicas não são definitivas (nem completas), segue-se agora a determinação objectiva da natureza desta nova partícula e do seu comportamento, assim como tentar perceber a assimetria da matéria, a matéria e a energia escuras, e a gravidade, questões para as quais o Modelo Padrão ainda não nos dá uma resposta. 


Hiperligações:

Rosa Espada

«Big Splash», uma teoria para explicar a formação da Lua


Para tentar explicar o aparecimento da Lua a teoria mais aceite é a denominada "Big Splash" ou Teoria do Grande Impacto. De acordo com o seu enunciado, a Lua resultou do choque do planeta Theia (de tamanho aproximado ao de Marte) com a Terra, cerca de 150 milhões de anos após a fomação do Sistema Solar. Com a violenta colisão, parte do material resultante da desintegração de Theia foi incorporado na Terra e o restante foi projetado para o espaço, tendo ficado a gravitar em torno da Terra até se condensar e ter dado origem à Lua.



Hiperligação:
Rosa Espada

«Perpetual Ocean»: visceral e simples como Van Gogh

Vincent van Gogh (1889). De sterrennacht [Starry Night]
O trabalho da NASA na divulgação de imagens ou simulações para conhecimento dos sistemas geológicos terrestres (como a atmosfera, a geosfera e, agora, a hidrosfera) de modo integrado, é notável e surpreende-nos a todos, porque cada vez mais temos a noção não apenas da estrutura ou funciomento destes sistemas, como também da "pequenez" da esfera rochosa semi-arrefecida em que habitamos juntamente com a restante biosfera.
Neste novo vídeo da NASA mostra-se uma simulação dos movimentos das correntes oceânicas planetárias, ao mesmo tempo que a Terra se encontra em rotação. O trabalho que resultou nestas intrigantes imagens (as linhas brancas representam os movimentos oceânicos) foi efetuado entre 2005 e 2007 a partir do espaço, tendo sido utilizado para o efeito o modelo computacional ECCO2 (Estimating the Circulation and Climate of the Ocean, Phase II), responsável por simular o movimento dos oceanos e do gelo oceânico a diversas profundidades (nesta animação só vemos as correntes de água mais superficiais).  
Ora, são precisamente as linhas brancas observadas nas imagens que têm estado a ser comparadas ao modo de pintar de Vincent van Gogh (1853-1890) e, muito em especial, à tarefa artística que desenvolveu na obra "De sterrennacht [Starry Night]" onde que o céu aparece desenhado em círculos semelhantes a remoinhos.


Segundo a NASA, o vídeo não apresenta qualquer narração dado que o objectivo é apenas um: "criar uma experiência visual visceral e simples" para que os espetadores vejam como se move a água que cobre o nosso planeta.

Vincent (Starry, Starry Night), 1971

Compositor e intérprete:
Don McLean


Starry, starry night
Paint your palette blue and grey
Look out on a summer's day
With eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills
Sketch the trees and daffodils
Catch the breeze and the winter chills
In colours on the snowy linen land

Now I understand
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen
They did not know how
Perhaps they'll listen now

Starry, starry night
Flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds and violet haze
Reflect in Vincent's eyes of china blue
Colours changing hue
Morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain
Are soothed beneath the artists' loving hand

Now I understand
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen
They did not know how
Perhaps they'll listen now

For they could not love you
But still your love was true
And when no hope was left inside
On that starry, starry night
You took your life as lovers often do
But I could have told you Vincent
This world was never meant for one as beautiful as you
Like the strangers that you've met
The ragged men in ragged clothes
The silver thorn of bloody rose
Lie crushed and broken on the virgin snow

Now I think I know
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen
They're not listening still
Perhaps they never will...

Rosa Espada

Goddard Space Flight: a evolução da Lua em vídeo da NASA


Nesta evolução da Lua observada em vídeo não é mostrada a possível origem deste astro, atendendo à enorme controvérsia que o tema ainda provoca. Por isso, as imagens animadas iniciam-se já com a Lua em processo de arrefecimento lento e com um volume praticamente definitivo, a partir da condensação da nébula solar há cerca de 4,5 milhões de anos. A restante evolução, que é, portanto, a única mostrada no vídeo, dá-nos conta dos fenómenos de acreção (bombardeamento por planetesimais, meteoros, asteróides, etc.) que acrescentaram mais alguma massa à Lua, assim como lhe conferiram o aspecto característico de um planeta secundário pleno de crateras à superfície. A diferença entre os escuros "mares" basálticos (fruto de antiga actividade vulcânica intensa) e os "continentes" de rocha clara (anortosito) é também um assunto abordado pelo Goddard Space Flight (NASA), que compilou os dados para este trabalho com base em estudos recentes sobre a estrutura planetária lunar. 
O mais recente impacto na Lua aconteceu há cerca de 108 milhões de anos atrás. Por isso, para os que gostam de ser sensacionalistas em relação a futuros impactos a ocorrer também na Terra, será melhor imaginá-los pela leitura de livros de ficção científica ou vê-los no cinema.




Rosa Espada

Em 2012, a normalidade mais visível de um ciclo solar: Tempestades solares

O ciclo solar
O número de manchas solares varia ao longo do tempo, oscilando entre períodos de quase ausência de manchas (mínimos solares) e períodos correspondentes à presença de elevado número de manchas (máximos solares).

Há já várias semanas que se vem registando uma atividade acima do normal na superfície do Sol, consistindo esta em conjuntos de explosões de plasma solar ocorridas na superfície deste astro (coroa solar) e cujo material libertado ultrapassa, por vezes, a órbita solar, atingido a Terra.
As“tempestades solares”, designação para este fenómeno característico do Sol associado a mudanças repentinas no seu campo magnético, visíveis por intermédio do número e disposição das manchas solares, originam ventos cósmicos carregados de partículas (p.e., electrões, protões, neutrões, iões de hidrogénio e hélio) que podem deslocar-se a velocidades compreendidas entre os 100Km/s e os 2500Km/s.
Ao entrarem na atmosfera terrestre, estas partículas solares podem afetar em diversos graus (dependendo da sua intensidade magnética) a distribuição da corrente elétrica, o sistema GPS e as comunicações por rádio satélite, bem como o transporte aéreo que está dependente destas comunicações. Também a sua colisão com o campo magnético da Terra, que protege o planeta destas agressões solares, pode desencadear trovoadas magnéticas ou auroras boreais.

A magnetosfera terrestre
A interação entre o campo magnético terrestre e o vento solar dá origem à magnetosfera.
(imagem artística)

O aumento do número destas erupções solares é um acontecimento normal relativamente aos ciclos de atividade do Sol. Para o ciclo solar de 11 anos (ou ciclo solar de Schwabe) o pico das tempestades solares deverá alcançar o seu máximo em 2013.
A última explosão solar aconteceu no passado dia 6 deste mês, mas tudo indica cientificamente que a Terra continuará bem protegida pelo seu próprio campo magnético.



A explosão solar do dia 6 de março de 2012 captada pelo Observatório Solar Dynamics (SDO) a 171 e 131 Angstrom de comprimento de onda.




As auroras boreais são um fenómenos óticos que resultam do impacto entre as partículas de vento solar e a poeira espacial que se encontra na Via Láctea com a alta atmosfera da Terra, conduzidas pelo campo magnético terrestre e sendo principalmente visíveis nas regiões polares. As imagens do vídeo referem-se à aurora boreal observada na Escandinávia (Noruega), como resultado da explosão solar de janeiro deste ano. 


Hiperligações:

Rosa Espada

Terra: O "berlinde azul" tem uma nova imagem em HD

A Blue Marble de 2012, com destaque para a América do Norte e Central

A NASA deu-lhe o mesmo nome. A imagem da Terra com a mais alta resolução  conseguida até hoje (em HD), volta a chamar-se Blue Marble ("berlinde azul"), numa clara memória à famosa imagem do passado obtida em 1972 pela missão Apollo 17.
Esta nova imagem, com 8000 por 8000 pixels, é composta por várias fotografias geradas pelas lentes do satélite de observação Suomi NPP, que tem como principal função estudar as mudanças climáticas planetárias por intermédio de medições obtidas da atmosfera terrestre e dos oceanos.


A Blue Marble de 1972, com destaque para o continente africano e o Médio Oriente 

Adiante, poderá também ser observado um vídeo da NASA, que constitui uma animação da Blue Marble Next Generation, e que mostra as variações sazonais do gelo e da vegetação no nosso planeta.




Rosa Espada

Mapa topográfico da Lua pelo LRO


A sonda da NASA Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) foi lançada em Junho de 2009, tendo capturado imagens que, em número, equivalem a 41 mil DVDs. A sua actividade permitiu a construção de um mapa topográfico da Lua que revela o maior detalhe alcançado até hoje, tanto da face visível como do lado oculto deste astro.
Os dados obtidos foram trabalhados de modo a construir um mapa em que cada pixel equivale a 100 metros da superfície lunar.

Fases da Lua

Eclipse lunar

Hiperligações:
NASA - Lunar Reconnaissance Orbiter
Lua - Wikipédia
Google Moon
Eclipse Lunar - Wikipédia
Fases da Lua
Eclipses e fases da Lua - simulação

Rosa Espada

Uma noite terrestre ou o legado de Edison


À noite, ou melhor dizendo, na variável zona da Terra não exposta à radiação luminosa solar diária, o nosso planeta não é aquele “ponto azul” no universo, mas um planeta escuro, com focos de luz artificial mais ou menos intensa, variando em função da riqueza económica e dimensão dos agregados populacionais humanos. As imagens que constam deste vídeo foram obtidas a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), a uma altitude de 350 kilómetros sobre a superfície terrestre, durante a Expedição 29 (realizada entre 16 de setembro e 21 de novembro de 2011).

A equipa de seis astronautas da Expedição 29: Furukawa, Fossum, Volkov,
          Ivanishin, Burbank e Shkaplerov (da esquerda para a direita).
Hiperligação:
NASA - Expedition 29
Rosa Espada


Apollo 11: som e imagens de história

Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin Aldrin  
Inserido no programa espacial dos Estados Unidos, o Programa Apollo alcançou o feito de colocar o homem na superfície lunar. Na sua quinta missão tripulada, a Apollo 11, um engenho composto por três módulos, levou a bordo os astronautas Neil Armstrong (comandante), Edwin 'Buzz' Aldrin (piloto do módulo de comando) e Michael Collins (piloto do módulo lunar), tendo sido lançado de Cabo Canaveral (Florida, EUA) no dia 16 de julho de 1969.
Em 20 de julho, quatro dias depois, os astronautas americanos Neil Armstrong e Edwin Aldrin caminhavam sobre a Lua, no local do Mar da Tranquilidade. E, em duas horas de passeio, recolheram 46 Kg de amostras de solo lunar.
Como símbolo da batalha da Guerra Fria, esta primeira viagem à Lua representou uma vitória dos Estados Unidos sobre a União Soviética. Para assinalar tão importante conquista científica e política, Neil Armstrong fixou a bandeira dos Estados Unidos e uma placa no solo do astro visitado. Na placa, assinada pelos três astronautas e pelo então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, pode ler-se o seguinte: "Aqui homens do planeta Terra colocaram pela primeira vez o pé na Lua. Julho de 1969. Nós viemos em paz, em nome da humanidade".

A tripulação com o Presidente Richard Nixon na cápsula de quarentena.

Para os amantes de tudo quanto se associa à missão da Apollo 11, aqui se deixa a gravação histórica da conversa mantida entre os três astronautas sobre a beleza do nosso planeta, no decurso da viagem em direção à Lua e após ter sido completada a primeira órbita terrestre, assim como um vídeo feito com a montagem de fotografias.





"One small step for man, a giant leap for mankind."

Hiperligações:
Apollo 11 - Wikipedia
Rosa Espada

O que um astronauta vê


Uma viagem sobre a Terra para observar algumas
das suas impressionantes paisagens.

Rosa Espada

"2005 YU 55" a menos de 325.000 km da Terra

Clique na imagem para aceder a animação
Fonte: en.wikipedia.org
No final do dia de ontem, o asteróide "2005 YU 55" com cerca de 40 metros de diâmetro passou a menos de 325.000 quilómetros de distância da Terra. Descoberto em 2005 e acompanhado de "muito perto" a partir do complexo de Arecibo,  este asteróide teve a trajetória mais próxima da Terra desde o que foi observado em 1976 mas, em contrapartida e em função da sua trajetória, é o que tem sido monitorizado há mais tempo.

Para mais informações, consultar o sítio oficial da NASA.




José Fernando Vasco

Grandes Autores de Ficção Científica I – Isaac Asimov (1920-1992)

Autor norte-americano de origem russa, é um dos maiores escritores mundiais de ficção científica (FC). Com uma capacidade de trabalho inesgotável, facto que lhe permitiu escrever e editar mais de 500 livros, Asimov ganhou tudo o que havia para ganhar no campo da FC – oito prémios Hugo e três Nebula. Conseguiu ainda estabelecer uma enorme reputação enquanto divulgador de temas científicos.
A trilogia Fundação, que nos conta a história de um grupo de cientistas que procuram preservar conhecimentos ao mesmo tempo que a civilização em seu redor começa a regredir, é a sua melhor obra literária, tal como as suas quatro Leis da Robótica são algo a levar muito a sério no que respeita à evolução tecnológica na área da criação de robots. Ensinou-nos muita ciência, real e ficcionada.
Tem um asteróide com o seu nome: o 5020 Asimov.

Hiperligações:
Isaac Asimov - Wikipédia
Império de Isaac Asimov

Coleção: Argonauta Gigante, nº5
Editor: Livros do Brasil
Ano de edição: 1999
ISBN: 9789723817201
Número de páginas: 252
Preço: ~12,62 €

Rosa Espada

«Grandes Cientistas» de Michael Allaby e Derek Gjertsen

Disponível para consulta na BECRE
por amável doação de Carmen Delgado
(aluna de CCH - Línguas e Humanidades)
e de Maria de Fátima Delgado (Enc. de Educação)
ALLABY, Michael
Grandes cientistas / Michael Allaby, Derek Gjertsen ; dir. projecto Susan Kennedy, Peter Lewis ; dir. iconografia Claire Turner ; pesquisa iconográfica Liz Eddison ; índice Ann Barrett ; trad. Eugénia Monteiro Antunes. - Lisboa : Círculo de Leitores / ed. consultivo John Gribbin, Willem Hackmann, 2005. - 5 vol. (96, 96, 96, 96, 95 p.).
Tít. orig. Makers of science
223364/05
972-42-3489-4
Biografias / Cientistas / Ciências - história / Astronomia / Química / Física / Biologia / Geologia / Medicina / Tecnologia
CDU: 929 A/Z
Cota: 929 A/Z BIO ALL ESCT 04709

"A vida e obra de mais de 40 físicos, químicos, biólogos, fisiólogos e outros grandes cientistas ocidentais em cinco volumes. Inclui um dicionário biográfico com mais de 300 perfis de outros importantes cientistas. Coleccção ordenada cronologicamente e com remisões de fácil compreensão. Mais de 400 ilustrações a cores e a preto e branco. Com glossário e índice de toda a colecção."

"Cada biografia inclui dois eixos cronológicos: científico e político-cultural. Redigida numa linguagem acessível e não técnica, cada biografia inclui gráficos, quadros explicativos, numerosas ilustrações e breves biografias de outros cientistas. Esta colecção conduz o conhecimento científico para um nível mais humano, oferecendo uma fácil compreensão dos princípios da ciência moderna."
(Da contracapa)

Volume 1 - Aristóteles; Copérnico; Galileu; Kepler; Harvey; Newton; Lineu; Lavoisier.
Volume 2 - Watt; Jenner; Humboldt; Faraday; Darwin; Babbage; Pasteur; Mendel.
Volume 3 - Mendeleiev; Edison; Bell; os Curie; Haber; Einstein; Wegener; Fleming.
Volume 4 - Bohr e Heisenberg; Hubble; Pauling; McClintock; os Leakey; Oppenheimer; Calvin; Turing; Salk; Elion. 
Volume 5 - Feynman; Crick; Franklin; Watson; Hawking; Vidas da ciência: Um dicionário biográfico; glossário; índice da colecção.

Uma página sobre o físico Albert Einstein (1879-1955),
autor da teoria geral da relatividade (1915).

Uma página sobre o meteorologista Alfred Wegener (1880-1930),
autor da teoria da deriva continental (1912) .

Uma página sobre o inventor Alexander Graham Bell (1847-1922), na qual pode ser
observada a foto do próprio Bell demonstrando o seu "telefone falante" (1876).

Colecção com a chancela do Círculo de Leitores.
Rosa Espada
Conceição Toscano, Sónia Lapa
(tratamento documental)
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