O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.
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Óscar Lopes (1917-2013) e a «História da Literatura Portuguesa»


«Óscar Lopes nasceu em Leça da Palmeira, Matosinhos, em 1917, foi professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Com António José Saraiva, foi co-autor da "História da Literatura Portuguesa" (1955), apontada como uma obra de referência. A sua extensa bibliografia inclui dezenas de ensaios, estudos e críticas sobre literatura, linguística e cultura portuguesas. Colaborou ainda em algumas das mais importantes revistas literárias portuguesas, como a Colóquio/Letras e a Seara Nova. 

Óscar Lopes, ex-membro do comité central do PCP, foi condecorado em 2006 pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.»

Fonte:

DISPONÍVEL PARA CONSULTA NA BECRE:

SARAIVA, António José, e outro
História da literatura portuguesa / António josé Saraiva, Óscar Lopes. - 13ª ed. - Porto : Porto Editora, 1985. - 1218 [+1] p
1ª edição: 1955.
Literatura portuguesa / Literatura portuguesa - história
CDU: 821.134.3 (091)
«Obra redigida em parceria por dois grandes vultos da história e da crítica literária do século XX, Óscar Lopes e António José Saraiva, a História da Literatura Portuguesa [...] procurou colocar ao alcance [...] de estudantes e de simples estudiosos do fenómeno literário, as aquisições [...] da história literária portuguesa, ao mesmo tempo que as correlacionava com factos históricos, sociais e culturais.


Uma das suas premissas consistia [...] na tentativa de esboçar "as condições histórico-sociais que devem servir à compreensão da nossa história literária". 

Nesse prefácio, considerando a obra literária como um documento histórico, os autores dirigem a sua perspetiva para a análise rigorosa das questões que o texto literário suscitava, nomeadamente, "em que época foi produzido; quem o produziu; a quem se destinava; que facto ou factos o suscitaram ou interferiram na sua fatura; para quê foi produzido". 

Ao mesmo tempo, como repositório cultural de uma tradição coletiva, postularam os autores [...] que "Tanto pela língua como pelos temas, a literatura é talvez de todas as atividades artísticas a mais ligada a uma nacionalidade", vivendo não só da permanente interdependência com o seu meio linguístico e humano de origem, como da interação com o conjunto das histórias literárias estrangeiras que a influenciam. 

[...] O espírito de síntese, o rigor da análise na inserção de autores e obras nos seus contextos, a sua abertura à evolução da contemporaneidade são algumas das razões do seu sucesso, mantendo-se, ainda hoje, uma obra de referência incontornável para o estudo da História da Literatura Portuguesa.»

Fonte:
História da Literatura Portuguesa. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
[Consult. 2013-03-23].
Disponível em http://www.infopedia.pt/mostra_artigo.jsp?id=12100000

TAMBÉM DISPONÍVEL PARA CONSULTA NA BECRE:

VERSÃO CD-ROM
Está disponível para consulta e requisição na BECRE, «História da Literatura Portuguesa», em registo CD-ROM, um título importante e que reforça o fundo documental em suporte digital.

A partir do texto integral da obra com o mesmo título, da autoria de António José Saraiva e Óscar Lopes, [...] este produto disponibiliza diversas ferramentas de trabalho e inúmeros recursos digitais, com uma forte presença da vertente multimédia: centenas de imagens, vídeos, locuções, diaporamas e frisos cronológicos, sendo a maioria das palavras clicáveis, elemento facilitador da pesquisa de conteúdos associados.


Esta edição da Porto Editora Multimédia contou com a colaboração de Leonor Curado Neves, Rita Marnoto, Helena Carvalhão Buescu e Isabel Pires de Lima, para além de incluir a participação com textos adicionais de Célia Vieira, Isabel Rio Novo e Sónia Ferreira.

Aqui estão incluídos textos bibliográficos de importantes autores portugueses com análise das obras mais relevantes; elucidário com explicação desenvolvida de centenas de termos literários; base bibliográfica composta por milhares de referências, permitindo a procura imediata de obras através de pontos de acesso (título, nome do autor, editora, data de edição); textos biobibliográficos complementares de análise da vida e obra de inúmeros escritores portugueses de renome.

VERSÃO DVD-ROM
A História da Literatura Portuguesa, da autoria de Óscar Lopes e António José Saraiva, constitui o corpo integral desta aplicação.

A disponibilização de diversas ferramentas de trabalho, vastos conteúdos adicionais relacionados com autores, obras e personagens e inúmeros recursos multimédia tornam esta aplicação obrigatória para todos os que se interessam pela nossa literatura. 

Inclui inúmeros textos complementares sobre a vida e obra dos mais relevantes escritores portugueses.


O Elucidário explica o significado de mais de meio milhar de termos de índole literária. Uma base bibliográfica composta por milhares de referências permite a procura imediata de obras pelo respectivo título, nome do autor ou editora e data de edição. A maioria das palavras são clicáveis, facilitando a pesquisa de qualquer conteúdo associado à consulta que se está a efectuar.

A forte vertente multimédia reflecte-se na apresentação de centenas de imagens, vídeos, locuções, diaporamas e frisos cronológicos.

Críticas de imprensa

Correio da Manhã:
"Uma particularidade: a maior parte das palavras estão em hiper-texto, o que remete, para mais e melhor informação sobre estes oito séculos de Literatura, nunca concluída, uma vez que a actualização se faz on-ine e a título gratuito." 

Público:
" (...) constitui uma importante ferramenta de trabalho para estudantes, professores, escritores e todos os que se interessam por literatura." 

Fonte:

José Fernando Vasco
Conceição Toscano

Imprensa periódica de Almada (séc.XX-XXI)

É inaugurada hoje a nova exposição bibliográfica da BECRE, dedicada ao fundo documental local, nomeadamente os registos da imprensa periódica do nosso concelho de Almada, onde o utente poderá encontrar exemplares desde 1925 até aos nossos dias.

A partir do acervo da BECRE, da «Associação de Cidadania de Cacilhas O Farol» e de amáveis empréstimos, estão patentes nesta exposição 72 títulos, desde jornais, boletins, jornais escolares, publicações referentes a exposições, etc., de que são exemplo:
*«Ginásio: Jornal de Actividades do Ginásio Clube do Sul», de Junho de 1978 (empréstimo de Henrique da Costa Mota);
*«O Cacilheiro», de dezembro de 2008 (empréstimo do professor José Cunha - ESCT);
*«Lusofonias», exemplares de dezembro de 2000 a janeiro de 2002 (empréstimo da professora Madalena Oliveira - ESCT);
*«Magazine do Caranguejo», de 2 de junho de 2003 (empréstimo do Agrupamento de Escolas D. António da Costa);
*«O Despertar», de 25 de outubro de 1925 e «O Excursionista», de 15 de agosto de 1933 (Projeto ESCT/«Associação de Cidadania de Cacilhas O Farol»);
*«O Elias: um aluno extra-ordinário», números desde abril de 1996 a março de 1998 e «Al-madan», de novembro 1984/novembro 1985 (fundo documental da BECRE).

Até 15 de março, o visitante poderá apreciar  estes títulos apresentados e outros igualmente dignos de atenção, num esforço de abordagem à rica variedade da imprensa periódica que Almada apresenta, para além da inclusão de três obras com responsabilidade de Alexandre M. Flores, nas quais o autor procura explicar ao leitor como, a partir do estudo da imprensa local, se pode acompanhar de perto a mentalidade em Almada, podendo ser ponto de partida para o conhecimento de um passado e de um presente de uma comunidade.
Conceição Toscano

Ciclo de Cinema - Matrix

Disponível para consulta na BECRE

Realização: Andy Wachowski, Larry Wachowski
Argumento:  Andy Wachowski, Larry Wachowski
Elenco:  Keanu Reeves, Laurence Fishburne e Carrie-Anne Moss
Género: Ação|Aventura|Ficção Científica
Duração: 131 min
Ano: 1999

Thomas A. Anderson ou Neo é um entre os bilhões de seres humanos adormecidos. Vive na Matrix pensando que é a verdadeira realidade. A Neo, é oferecida a opção de se manter na sua vida quotidiana, confiando nos sentidos, ou ver a realidade e aprender o que é a Matrix. Neo aceita esta segunda via e, com Morpheus, compreenderá a verdade sobre o mundo real e sobre o destino da humanidade. No entanto, a Neo apenas é-lhe indicado o caminho da verdade, que terá de ser percorrido por ele.
O que posso saber? O que devo saber? O que posso esperar? O que é real? O que é a felicidade? O que é a mente? O que é liberdade, e como a obtemos? A inteligência artificial é possível? As respostas a essas perguntas levam-nos a explorar muitos dos principais ramos da filosofia, incluindo metafísica, epistemologia, ética, estética, filosofia da mente, filosofia da religião e filosofia política.
 
Fica lançado um desafio mais concreto: interpretar o filme à luz das filosofias de Platão e Descartes...

Cypher: Eu sei que este bife não existe. Eu sei que, quando o coloco na boca, a Matrix diz ao meu cérebro que o bife é suculento e delicioso. Depois de nove anos, sabe o que percebi? A ignorância é a felicidade.               (cena do restaurante em Matrix)
 
Hiperligações:

23 de janeiro de 2013
10:05 horas
Organização BECRE
Sónia Lapa
 

De 1973 a 2013: o «Expresso» e as memórias de 40 anos

A comemoração dos 40 anos do jornal «Expresso» constitui uma mais-valia para o levantamento dos acontecimentos mais marcantes em Portugal e também no resto do mundo.
Estão disponíveis para consulta na BECRE e possível requisição pela comunidade de utentes, o elenco de cinco periódicos, com textos de Rui Ramos, Miguel Sousa Tavares, Luís Pedro Nunes, Clara Ferreira Alves, entre outros, com um importante leque de registos de imagem por parte de Rui Ochôa, Alberto Frias, Luiz Carvalho e Carlos Santos.

«Revista Expresso XL 1973-2013: 1973/1982 Imagens que fizeram história»:
* O PREC e a piscina / Clara Ferreira Alves
* 1973-82: Dez anos que valeram por uma vida / Miguel Sousa Tavares
* 73 a 82 : Uma década em imagens / Paulo Paixão; fotog. Rui Ochôa
* Um sucesso e três fracassos / Rui Ramos
* A grande epidemia do cavalo / Luís Pedro Nunes



«Revista Expresso XL 1973-2013: 1983/1992 Imagens que fizeram história»:
* Os gloriosos anos 80 / Clara Ferreira Alves
* 1983-92: Do caos ao sonho europeu / Miguel Sousa Tavares
* 83 a 92: Uma década em imagens / Paulo Paixão; fotog. Alberto Frias
* A década em que a história acabou / Rui Ramos
* A nossa movida / Luís Pedro Nunes


«Revista Expresso XL 1973-2013: 1993/2002 Imagens que fizeram história»:
* Parecia o fim da história / Clara Ferreira Alves
* 1993-2002: A década superficial / Miguel Sousa Tavares
* 93 a 02: Uma década em imagens / Paulo Paixão; fotog. Luiz Carvalho
* 1993-2002: Tempo de incubar monstros / Rui Ramos
* A última década sem net / Luís Pedro Nunes


 
«Revista Expresso XL 1973-2013: 2003/2012 Imagens que fizeram história»:
* Um governo contra o povo / Clara Ferreira Alves
* 2003-12. A década que começou a destruir a Europa / Miguel Sousa Tavares
* 03 a 12: Uma década em imagens / Paulo Paixão; fotog. João Carlos Santos
* 2003-2012: Os anos perdidos / Rui Ramos
* Presos nas redes / Luís Pedro Nunes


 A última das revistas é uma edição especial:
* 40 dias que mudaram o mundo nos últimos 40 anos / Rui Cardoso
* A história de 2080 semanas / José Pedro Castanheira
* Leitores fiéis / Christiana Martins; fotog. José Ventura
* 40 anos que abalaram Portugal / Rui Ramos
* 40 ideias, objetos, questões para os próximos 40 anos
* 40 dias depois de hoje / Luís Pedro Nunes

Para além das revistas, o periódico decidiu levar a cabo diversas iniciativas: a «Conferência Portugal no mundo», um concerto no CCB, recordando as músicas que marcaram Portugal neste intervalo de tempo, a exposição «Expresso 40 anos», evento itinerante que percorrerá o país, como se pode tomar conhecimento na sua página online.

"Queremos que a data sirva de pretexto para lançar um debate sobre o futuro de Portugal nas mais variadas áreas. Mas não podemos, nem devemos, esquecer o nosso passado. As quatro décadas que atravessámos são de uma riqueza extrema, tiveram imenso para contar e ainda têm muito para recordar."
Fonte
«Revista Expresso XL 1973-2013: 1973/1982 Imagens que fizeram história»

Conceição Toscano


Recursos na BECRE - Atlas de Portugal

Por amável oferta de João Pinto e Gabriela Freitas, está disponível na BECRE, para consulta local e empréstimo para sala de aula, a excelente obra Atlas de Portugal, editada pelo Instituto Geográfico Português, promotor deste projeto, com coordenação científica de Raquel Soeiro de Brito.


Ao longo de 275 páginas, de análise isenta e pormenorizada, complementada com mapas, cartas geográficas, quadros, gráficos e fotografias, incluindo vários anexos, os temas apresentados são os seguintes, com os respetivos textos, quer introdutórios, quer de desenvolvimento:

Um país de área repartida: 
A importância do mar e a localização do espaço português, Nuno Vieira Matias
*O mar que nos envolve, Henrique Souto
*A Terra que habitamos, Raquel Soeiro de Brito
*Clima e suas influências, Raquel Soeiro de Brito
*Tipos de paisagem, Carlos Pereira da Silva
Os homens e o meio 
Território, suporte das gentes, Raquel Soeiro de Brito
*A população, Dulce Pimentel
*Terra de migrações, Dulce Pimentel
*Uma população que se urbaniza, Nuno Pires Soares
*Comunicações e mobilidade da população, Rui Pedro Julião
O país socioeconómico
Economia portuguesa: articulação difícil entre mudanças internas e exigências competitivas, Augusto Mateus
*Actividades da terra, Fernando Ribeiro Martins
*Recursos vivos marinhos, Henrique Souto
*Economia e desenvolvimento regional, Lourdes Poeira
*Tempo de turismo, Carlos Pereira da Silva
*Políticas do território, Lourdes Poeira
Portugal num mundo de relação
A língua portuguesa: um traço de união à roda do mundo, Vasco Graça Moura
*Comunidades portuguesas, Maria Assunção Gato
*Identidade e cultura em tempo de mudança, Maria Assunção Gato
*Portugal na União Europeia, Raquel Soeiro de Brito
O Atlas e o posicionamento estratégico de Portugal, Ernâni Rodrigues Lopes

"Portugal sofreu nos últimos anos grandes transformações sociais e económicas e uma profunda evolução das suas estruturas territoriais. Até à data, este grande dinamismo não foi acompanhado de um registo geográfico de síntese e análise do passado recente que perspectivasse uma visão do futuro da realidade nacional. Foi esta lacuna que nos propusemos preencher com este projecto. [...] O Atlas de Portugal, sendo um documento único no panorama nacional, irá servir também de suporte às actividades de várias Instituições Públicas e de Privados, dos estabelecimentos de ensino, do processo de avaliação dos programas comunitários e, naturalmente, do cidadão em geral."
Fonte: 
Apresentação, Arménio dos Santos Castanheira, presidente do IGP

Este recurso documental constitui um valioso reforço do acervo da BECRE, como ferramenta a utilizar por docentes e alunos e restante comunidade educativa.

Conceição Toscano

Portugal e a guerra civil de Espanha na Visão História Nº18

Disponível para consulta na BECRE a partir de 20.12.2012

A revista que já nos habituou à excelente análise dos temas abordados, dedica o último número à guerra civil espanhola e aos caminhos percorridos entre Portugal e o país vizinho naqueles anos conturbados.

"Não houve no século XX nenhuma guerra ideologicamente tão sentida como esta, visto ter-se travado entre a esquerda e a direita nos seus estados mais puros - a democracia progressista de um lado e o fascismo do outro. [...] São as histórias do conflito propriamente dito e do envolvimento português - de Salazar e dos voluntários, tanto «Viriatos» do bando «nacionalista» como democratas da fação republicana - que nestas páginas se evoca, desvenda e aprofunda."

Artigos:

* Cem anos de confusão / Luís Almeida Martins
* Francisco Franco: o cuco da guerra civil / Filipe Luís
* Casas Viejas, um massacre premonitório / João Dias Miguel
* Um ‘Camarate’ há 76 anos / Luís Almeida Martins
* O atear das chamas / Luís Almeida Martins
* O enigma da morte de García Lorca / Bruno Rascão
* A dimensão internacional / Francisco Galope
* A Babel espanhola / Luís Almeida Martins
* Os canhões da Meseta / Luís Almeida Martins
* Virgílio Peña Córdoba: um herói do século XX / Bruno Rascão
* A cumplicidade de Salazar / Francisco Galope
* A aventura dos “Viriatos” / Ricardo Silva
* Os portugueses que lutaram pela República / Ricardo Silva
* Combatente da liberdade / Maria José Oliveira
* O caso singular de Barrancos / Rosa Ruela
* Morte e esquecimento na raia / Rita Montez
* José Gonçalves: ‘Quem tinha medo vivia mal’ / Rita Montez
* O exército das letras / Paulo Chitas
* Guernica: história de um exílio / Emília Caetano
* A caneta e a espingarda / Luís Almeida Martins
* Do lado de cá / Sílvia Souto Cunha
* Demasiado perto? / Patrícia Fonseca

Contém: cronologia «Quatro anos no inferno»; mapa «Espanha a ferro e fogo»

Fonte: Visão História Nº18

Conceição Toscano

«A nossa história num minuto»


Para que recordemos sempre
que a nossa presença no planeta Terra ainda é
apenas uma fração de 1:37 minutos!

José Fernando Vasco

Matrix

«Notei, há alguns anos já, que, tendo recebido desde a mais tenra idade tantas coisas falsas por verdadeiras, e sendo tão duvidoso tudo o que depois sobre elas fundei, tinha de deitar abaixo tudo, inteiramente, por uma vez na minha vida, e começar, de novo, desde os primeiros fundamentos, se quisesse estabelecer algo de seguro e duradoiro nas ciências.»            
Descartes, Meditações sobre a filosofia primeira, Coimbra, Livraria Almedina, 1985, p.105 

Disponível para consulta na BECRE

Realização: Andy Wachowski, Larry Wachowski
Argumento:  Andy Wachowski, Larry Wachowski
Elenco:  Keanu Reeves, Laurence Fishburne e Carrie-Anne Moss
Género: Ação|Aventura|Ficção Científica
Duração: 131 min
Ano: 1999

Sinopse: Thomas A. Anderson é um entre os bilhões de seres humanos adormecidos. Neuralmente conectado à Matrix, ignorava que o mundo em que vivia é diferente do que parece. Nesse mundo simulado, ele vive uma vida dupla. Nas suas atividades legais, ele é um tranquilo programador para a companhia de software Metacortex. Mas Anderson também é um hacker, com o nome de "Neo", que penetra em sistemas de computador e rouba informações. Durante a sua vida como um hacker, Anderson descobre algo conhecido apenas como a "Matrix" que é descrita por Morpheus como uma vaga intuição de que Neo teve durante toda a sua vida: "que há algo de errado com o mundo".
 A Neo, é oferecida a opção de se manter na sua vida quotidiana, ou ver a realidade e aprender o que é a Matrix. Neo aceita aprender mais sobre a Matrix, e Morpheus diz a verdade sobre o mundo real e sobre o destino da humanidade. No início, Neo recusa-se a acreditar nele, mas finalmente percebe que a Matrix não é real e que não podia voltar atrás, não importa quanto queira. Depois de se recuperar do seu choque inicial, Morpheus também conta a Neo sobre a profecia do escolhido (the One) e de sua crença de que Neo é esse homem. No dia seguinte, Neo começa sua "formação", tornando-se especialista em muitas formas de combate, simplesmente carregando vários programas de treinamento diretamente em seu cérebro. Ele também recebe novas instruções de Morpheus, de como "libertar sua mente" e quão perigosos os agentes da Matrix podem ser.

Fonte:
Wikipédia

O que é a realidade? Pode o nosso mundo ser uma aparência? Poderá existir um Génio Maligno que constantemente nos engane? O que é a verdade? Teremos a coragem de pôr em dúvida todas as nossas certezas? Estas e outras questões filosóficas podem ser analisadas com o filme Matrix e relacionadas com as seguintes obras:

Disponíveis para consulta na BECRE e no domicílio

«[Sócrates:] - Depois disto (...) imagina a nossa natureza, relativamente à educação ou à sua falta, de acordo com a seguinte experiência. Suponhamos uns homens numa habitação subterrânea em forma de caverna, com uma entrada aberta para a luz, que se estende a todo o comprimento dessa gruta. Estão lá dentro desde a infância, algemados de pernas e e pescoços, de tal maneira que só lhes é dado permanecer no mesmo lugar e olhar em frente; são incapazes de voltar a cabeça, por causa dos grilhões.»                 
    Platão, República, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian,1980, Livro VII, p.317.


«Está gravada no meu espírito uma velha crença, segundo a qual existe um Deus que pode tudo e pelo qual fui criado tal como existo. Mas quem me garante que ele não procedeu de modo que não houvesse nem terra, nem céu, nem corpos extensos, nem figura, nem grandeza, nem lugar, e que, no entanto, tudo isto me parecesse existir tal como agora? (…) Porventura Deus não quis que eu me enganasse deste modo, ele que dizem que é sumamente bom (…).
Vou supor por consequência, não o Deus sumamente bom, fonte da verdade, mas um certo génio maligno, ao mesmo tempo extremamente poderoso e astuto que pusesse toda a sua indústria em me enganar. Vou acreditar que o céu, o ar, a terra, as cores, as figuras, os sons e todas as coisas exteriores não são mais do que ilusões de sonhos com que ele arma ciladas à minha credulidade.»
Descartes, Meditações sobre a filosofia primeira, Coimbra, Livraria Almedina, 1985, p.110-114.


Sónia Lapa

«História da Literatura Portuguesa» (DVD-ROM)


Disponível para consulta na BECRE 
graças à amável oferta de Pedro Valadares

A História da Literatura Portuguesa, da autoria de Óscar Lopes e António José Saraiva, constitui o corpo integral desta aplicação. A disponibilização de diversas ferramentas de trabalho, vastos conteúdos adicionais relacionados com autores, obras e personagens e inúmeros recursos multimédia tornam esta aplicação obrigatória para todos os que se interessam pela nossa literatura. Inclui inúmeros textos complementares sobre a vida e obra dos mais relevantes escritores portugueses.
O Elucidário explica o significado de mais de meio milhar de termos de índole literária.
Uma base bibliográfica composta por milhares de referências permite a procura imediata de obras pelo respectivo título, nome do autor ou editora e data de edição.
A maioria das palavras são clicáveis, facilitando a pesquisa de qualquer conteúdo associado à consulta que se está a efectuar.
A forte vertente multimédia reflecte-se na apresentação de centenas de imagens, vídeos, locuções, diaporamas e frisos cronológicos.

Críticas de imprensa

Uma particularidade: a maior parte das palavras estão em hiper-texto, o que remete, para mais e melhor informação sobre estes oito séculos de Literatura, nunca concluída, uma vez que a actualização se faz on-ine e a título gratuito. (Correio da Manhã)

(...) constitui uma importante ferramenta de trabalho para estudantes, professores, escritores e todos os que se interessam por literatura. (Público)

Fonte:
Porto Editora
José Fernando Vasco

«Nós Portugueses» de acordo com Pordata/RTP (em DVD)

DVD diponível para consulta na BECRE 
graças à oferta da
Fundação Francisco Manuel dos Santos

«Educação, Saúde, Famílias, Empresas, Emprego, População, Contas Nacionais, Contas do Estado, Ciência, Cultura, Ambiente, Justiça ... doze temas foram apresentados semanalmente no "Nós portugueses", com base, na sua maioria, nos números da PORDATA. Entre Outubro e Dezembro de 2011, de segunda a sexta-feira no Telejornal das oito, a RTP passou diariamente, um minuto com os números que nos ajudam a compreender a evolução da sociedade portuguesa e sua comparação com a Europa, sempre que pertinente.

Este projecto resultou de uma parceria da Fundação Francisco Manuel dos Santos com a RTP, tendo como objectivo promover o conhecimento da nossa sociedade.
A autoria dos textos é de José Júdice e a produção é da Terra Líquida. O "Nós portugueses" foi apresentado pela Alberta Marques Fernandes.»
Fonte:

DVD1:
Ciência e Cultura - Contas Nacionais - Contas do Estado - Educação
Emprego e Trabalho - Empresas.

DVD2:
Família, Custo e Nível de Vida - Habitação, ambiente e Território - Justiça
População - Saúde e Proteção Social - Território e Ambiente.


A curiosidade amartou !

Robô Curiosity / Fonte: ABCNews
Eram 6:30 horas (em Lisboa) quando o robô Curiosity amartou em segurança na superfície do planeta vermelho.
Sendo o mais sofisticado (e igualmente o mais pesado) robô que alguma vez foi enviado pelo Homem ao planeta vizinho, o Curiosity já começou a enviar fotografias para a Terra, aumentando assim a esperança de obtenção de novos dados relativamente à hipotética existência de vida marciana e/ou à possibilidade de já terem sido reunidas, no passado, condições para tal.
Tão importante quanto estas interrogações é outra para a qual há muito se procuram dados que possam suportar uma tese: se já houve vida em Marte, o que terá acontecido para que Marte se apresente na atualidade como um planeta difícil (ou impossível) de suportar vida?
Para além destas interrogações que poderão permitir à Humanidade melhor perceber a história do sistema solar e da Terra, o dia de hoje constitui uma enorme vitória para a Humanidade - segundo o Presidente Obama, trata-se de «uma façanha tecnológica sem precedentes» - e o primeiro passo de um percurso que, no futuro, passará por uma viagem tripulada a Marte.

Amartagem do robô Curiosity
(animação)


Hiperligação:
NASA/Mars Science Laboratory
Público/Robô Curiosity aterrou sem problemas em Marte
Sorumbático/Aterrar ou amartar?

José Fernando Vasco

A BD em destaque na BECRE: as aventuras de Thorgal


















O fundo documental da BECRE encontra-se, a partir desta data, reforçado nos seus recursos de banda desenhada.
Para os amantes das leituras, que alguns já denominam como "bedéfilas", e para os que querem introduzir-se no mundo da literatura, mas consideram pouco atraentes as obras de escrita convencional, está disponível na BECRE, numa edição de parceria entre a ASA e o Público, a coleção de 16 volumes das histórias fantásticas de aventuras da personagem Thorgal criada por Grzegorz Rosinski (desenho) e Jean Van Hamme (argumento).

Os títulos desta coleção são os seguintes:
1. Aarícia
2. O senhor das montanhas
3. Loba
4. A guardiã das chaves
5. A espada-sol
6. A fortaleza invisível
7. A marca dos banidos
8. A coroa de Ogotaï
9. Gigantes
10. A jaula
11. Aracnéa
12. A peste azul
13. O reino sob a areia
14. O bárbaro
15. Kriss de Valnor
16. O sacrifício

Constitui certamente uma mais valia para o acervo da BECRE, devido à publicação inédita em Portugal e por se tratar de uma banda desenhada franco-belga de sucesso.


Artigos relacionados:



Conceição Toscano

Recursos educativos e os Jogos Olímpicos

Está disponível para consulta na BECRE o Nº1091 do JL: Jornal de Letras, Artes e Ideias. Como tema central, este periódico opta pela atualidade desportiva e igualmente histórica e cultural, «Os Jogos Olímpicos», com textos que possibilitam ao leitor o conhecimento acerca da herança legada pelos gregos, várias interpretações deste evento ao longo das décadas da nossa contemporaneidade e memórias e testemunhos de autores.
Esta edição do JL também nos traz outros textos do universo literário e cultural, nomeadamente focando a temática do multilinguismo na Europa (com responsabilidade do Instituto Camões), a educação, as artes (uma abordagem à Lisboa multicultural, cinema, exposições e concertos) e agenda cultural.

 A ler no tema em referência:
*«A herança grega», de Maria Helena da Rocha Pereira - "O esplendor da vitória decorria sobretudo da honra que ela proporcionava ao laureado."
*«Kleos», de Hélia Correia - "Os Jogos Olímpicos eram eco, contraponto, celebração do episódio fundador."
*«O Olimpismo: uma lição de vida?» - O Olimpismo "como foco irradiador de um mundo novo, que tente erradicar da face da Terra um individualismo sinónimo do mais empedernido egoísmo."
*«42 km de História», António Goucha Soares - "Numa maratona muita coisa passa pela cabeça e o corpo prova sensações estranhas e contraditórias."
*«Em grego venceremos», de Lídia Jorge - "Quero apenas ver correr os grandes fundistas e que nessas corridas longas seja possível ler nesse esforço a imagem da vida."
*«Do Zatopek ao Lopes e à Rosa», de Mário Zambujal - "Entusiasmo maior, o meu, vai para o atletismo. São desafios naturais da espécie humana e brincadeiras de miúdos."
*«Para quem pode», de Joana Bértholo - "Os atletas ligam-nos com a sensação de que tudo é possível se soubermos ser diligentes e disciplinados."
*«Caráter universalista», de João de Melo - "Todos somos herdeiros dessa epopeia olímpica que consiste em deificar o herói."
*«Sete medalhas e medalha nenhuma», de Afonso Melo - "O povo já tinha tido um vencedor, não queria outro. E Südhaus era mais simpático."
*«Em direto ou na repetição?», de Manuel Jorge Marmelo - "...ir por ali fora para provar, outra vez, que até os enfezaditos portugueses são capazes, de vez em quando, de fazer de conta que são atletas de países grandes e trazer para casa o ouro, a prata e o bronze."

E o nosso destaque nas artes:
*«Orquestra Todos: Retrato de uma Lisboa multicultural», de Carolina Freitas - " São o som de uma Lisboa que é portuguesa, mas também africana, indiana ou sul-americana."
*«Vila do Conde: Cinema: a nossa obrigação», de Luís Ricardo Duarte e Manuel Halpern - "É obrigação de muitos proteger e apoiar uma iniciativa como esta [Curtas, o Festival Internacional de Vila do Conde], que tem dado a conhecer alguns dos principais nomes da sétima arte portuguesa e que de ano para ano tem aumentado de público (mais 10% em 2012) e diversificado o seu campo de ação."

Uma vez que hoje se iniciam os Jogos Olímpicos de 2012, a 30ª Olimpíada da Era Moderna, estas leituras revestem-se de um caráter quase obrigatório, para além de outras já aqui divulgadas e também disponíveis na BECRE.

Fonte:  JL: Jornal de Letras, Artes e Ideias Nº1091


Artigo relacionado:

Requisições de recursos BECRE (2011-2012)

Apresentam-se os dados estatísticos relativos à requisição de recursos BECRE entre setembro de 2011 e junho de 2012.
A partir da compilação de registos de requisições verificadas ao longo do ano letivo, agora é possível apresentar, de forma consolidada, dados que permitem perceber...



Quem utiliza os recursos da biblioteca escolar?


Em que contexto  são os recursos utilizados?


Que tipos de recursos constituem o grupo dos mais utilizados?



O tratamento estatístico dos dados coligidos e consolidados revela:

* a evolução mensal das requisições, nas suas três modalidades - BECRE, domiciliária e sala de aula; regista uma justaposição ao calendário escolar, não somente aos períodos letivos como igualmente aos momentos formais de avaliação. Os alunos são maioritariamente os utilizadores dos recursos.

* a evolução mensal das requisições por tipo de recurso revela-nos a quase inexistente utilização de CD, um peso muito significativo de dicionários e máquinas de calcular no conjunto das requisições, cerca de um em cada quatro recursos utilizados é um livro, e um em cada dez um DVD.

* o peso relativo de cada modalidade e tipo de recurso no conjunto das requisições revela-nos uma direta associação entre o empréstimo para sala de aula e o domínio das requisições por dicionários e máquinas de calcular. As requisições domiciliárias representam apenas cerca de 1/5 do total. A requisição de DVDs para domicílio ou sala de aula - reservada a professores - apresenta percentagens de utilização do fundo bastante elevados: 38% dos DOCS e 68% dos títulos de Ficção foram utilizados. A requisição de livros é sobretudo feita por alunos/adultos (71%) e professores (25%). As preferências vão para a literatura (56%), sobretudo a universal, e para o ensaio (28%), sobretudo nas áreas da História, Arte, Educação e Filosofia. A utilização do fundo BECRE Livro é da ordem dos 7%.

* a média diária anual de requisições domiciliárias e para sala de aula é de respetivamente 5 e 17 itens.


Livros mais requisitados (exceptuando os dicionários requisitados para sala de aula):



DVDs mais requisitados:



José Fernando Vasco

«Guia do Jovem Consumidor Ecológico» de John Elkington e Julia Hailes

Disponível para consulta na BECRE

«Efeito de estufa... Chuva ácida... Incêndios nas florestas húmidas... Animais em extinção... Sabias que todos os dias podes ajudar a resolver estes problemas? Tudo o que fazes, desde comer um gelado até tomar um banho, tem efeitos no ambiente. Por vezes bons, por vezes maus.
(...) Usa este livro para ajudares a salvar o planeta.»

Fonte: contracapa

Uma obra da coleção 'Gradiva Júnior', patrocinada pelo Instituto Nacional do Ambiente, Instituto Nacional de Defesa do Consumidor e pelo Serviço Nacional de Parques. 
É ainda recomendada pelo Plano Nacional de Leitura, contendo um capítulo dedicado à promoção de escolas ecológicas e no qual, entre outros aspetos, se  exemplifica como se poderá efetuar um levantamento ambiental nas escolas.

Rosa Espada

Recursos educativos e a história local em Almada

A coleção de recursos educativos da BECRE está doravante reforçada com a oferta da obra intitulada Na rota do progresso: a indústria naval em Almada, por parte da Câmara Municipal de Almada e do seu Museu Naval. Este livro é um complemento da exposição inaugurada no dia 26 de maio nas instalações do Museu Naval, em Cacilhas (no Olho de Boi, junto ao Jardim do Rio).
"Partindo da relação de Almada com a sua frente fluvial, a exposição transmite um legado histórico, desde os primeiros estaleiros, ofícios e ferramentas, à transição da madeira para o ferro e o aço, passando pelas principais empresas que tornaram Almada uma referência internacional nesta indústria (Parry and Son, Arsenal de Marinha, Companhia Portuguesa de Pesca, Sociedade de Reparações de Navios e Lisnave)." (Fonte: Almada Boletim, junho de 2012, p.23) 

A obra é extremamente pormenorizada em termos de fotografias, documentação particular e empresarial, relatos na primeira pessoa de trabalhadores das empresas envolvidas, apresentando uma cronologia geral, desde 1820 a 2010. A sua estrutura é a seguinte:
*Apresentação - Fazer da história um presente que perdura
*Introdução
*Estaleiros, oficinas e ferramentas
*Da madeira ao ferro e aço
*As grandes empresas
*Os estaleiros e a cidade

O nosso fundo local está certamente enriquecido com esta amável oferta, possibilitando aos utentes da BECRE um apoio documental a unidades curriculares diversas, sempre tendo em atenção o estudo da história local, da industrialização e da interação do homem com o seu meio ambiente.

Conceição Toscano

Visita de alunos à exposição «O Livro Antigo na BECRE»


Continua aberta a toda a comunidade educativa da ESCT, até ao dia 30 deste mês, a exposição «O Livro Antigo na BECRE: Do final do século XIX à primeira metade do século XX».
Esta, foi uma oportunidade que tive para acompanhar no dia cinco deste mês a turma 12ºB (Curso de Ciências e Tecnologias)  à indicada exposição, a fim de os alunos observarem livros antigos e tomarem consciência da enorme diferença entre a construção destes e a dos livros atuais. No fundo, este foi o meu pretexto para  desenvolver uma simples ação programada de sensibilização para a preservação do património bibliográfico, uma excelente via para ensinar a amar os livros.

Para ver como a impressão dos livros evoluiu desde a invenção, no século XV, 
dos tipos móveis por J. Gutenberg, até às impressoras off set.

Artigo relacionado:

Rosa Espada (texto e vídeo)
Conceição Toscano (foto) 

«Biologia 1, 2, 3» de Amabis & Martho


 Disponível para consulta na BECRE

«O livro didático é um instrumento de trabalho de professores e estudantes, e deve atender às necessidades de ambos. Os professores geralmente apreciam um livro completo e atualizado, que lhes dê liberdade no desenvolvimento do programa escolar. Já os estudantes precisam de um livro de leitura fácil e que tenha exemplos interessantes e atuais, além de exercícios que auxiliem efetivamente o aprendizado.
Com o objetivo de conciliar necessidades de professores e estudantes, elaboramos esta (...) obra de Biologia em três volumes, projeto que consumiu cinco anos de intenso trabalho.»

(Da Apresentação)

Rosa Espada 

Património militar em Almada

Baluarte sudoeste e frente acasamatada
SOUSA, R. H. Pereira de (1997). Pequena história da Torre Velha, 1997, p.43.

A Fortaleza da Torre Velha, também designada por Torre de São Sebastião da Caparica é a mais antiga fortificação construída com o expresso objetivo da defesa marítima.
Situada na margem sul do rio Tejo, entre as pequenas enseadas do Porto Brandão e da Paulina, foi mandada erigir por D. João II.
Classificada como monumento nacional, devido a "critérios como a autenticidade, a originalidade, a raridade, a singularidade e a exemplaridade", a estrutura que existe nos nossos dias  mantém as partes existentes na planta de 1692, após algumas reformas efetuadas por diferentes monarcas.
"Testemunho da vivência do sítio ao longo dos tempos acolhe, também, a dimensão imaterial e memorial associada à defesa da cidade de Lisboa, formando em conjunto com o baluarte de Cascais e a Torre de Belém, o primeiro sistema integrado de artilharia de defesa da barra do Tejo, estando portanto ligado à génese da «expansão marítima» portuguesa" (Decreto nº11/2012, Diário da República, I Série, Nº104, de 29 de maio de 2012).

Devido à importância como elemento patrimonial da história local do nosso concelho, aqui deixamos um elenco de obras, pertencentes ao fundo documental da BECRE, para o estudo da Torre Velha:

*ABREU, Maria Filomena - «Os descobrimentos e a margem esquerda do Tejo», in Actas das Jornadas de Estudos sobre o Concelho de Almada
*NABAIS, António - «A margem sul do estuário do Tejo durante a expansão portuguesa», in Al-madan nº2, novembro 1983/maio 1984
*RAPOSO, Jorge - «Os Descobrimentos e a Outra Banda», in Al-madan nº2, maio/novembro 1983
*SOUSA, R. H. Pereira de - Almada: Toponímia e história
*SOUSA, R. H. Pereira de - Fortalezas de Almada e seu termo
*SOUSA, R. H. Pereira de - Pequena história da Torre Velha
*SOUSA, Raúl H. Pereira de - «Os fortes da Fonte da Pipa e da Arealva», in Actas das 2as. Jornadas de Estudos sobre o Concelho de Almada
 
Conceição Toscano
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