O serviço público de educação é um pilar essencial e imprescindível de uma democracia que, por definição, garanta a igualdade de oportunidades e o desenvolvimento integral de uma sociedade moderna.
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Dia Mundial dos Oceanos: o problema das "ilhas" de plástico


No Dia Mundial dos Oceanos, um alerta que o documentário «Plastic Shores» nos lança: o problema da acumulação de resíduos de plástico nos oceanos da Terra que já entrou na cadeia alimentar, com consequências que ninguém ainda consegue prever!

«Plastic Shores» - trailer
Realização: Edward Scott-Clarke
Ano de produção: 2012



Mensagem de
«Big Island»
(Hawaii Wildlife Fund)



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José Fernando Vasco

Dia da Terra 2013


No Dia da Terra 2013, uma animação da Google, com a qualidade habitual.


«Em 2013, o tema do Dia da Terra que se celebra hoje, 22 de abril, é “O Rosto das Alterações Climáticas”, sendo dados a conhecer exemplos deste fenómeno global por todo o mundo, bem como o que está a ser feito para o combater.

O Dia da Terra foi celebrado pela primeira vez nos Estados Unidos em 1970, por iniciativa de do senador Gaylord Nelson. O governante pretendia, através da mobilização social, introduzir os problemas ambientais na agenda política, sendo o evento identificado como a origem do movimento ambientalista moderno.

Em 1990, Denis Hayes, responsável pela coordenação do primeiro Dia da Terra nos EUA, tornou o evento mundial, tendo em 1993 sido fundada a Earth Day Network (EDN), uma rede internacional de suporte às iniciativas cívicas de celebração do Dia da Terra. Atualmente, esta organização coordena as atividades comemorativas do Dia da Terra em 192 países onde, através de mais de 22.000 parceiros, mobiliza mais de mil milhões de pessoas.

Em 2013, ano em que o Dia da Terra volta a ter como tema as Alterações Climáticas, a EDN convida à submissão, através do seu website, de imagens que evidenciem como se estão a fazer sentir as Alterações Climáticas em diferentes partes do globo e de iniciativas em curso para mitigar o fenómeno.

Mostrando como o degelo no Ártico está a diminuir o habitat do urso-polar e as cheias e ciclones afetam a disponibilidade de água potável no Bangladesh e, simultaneamente como alguns empreendedores estão criar uma economia verde e milhões de pessoas adotam um estilo de vida sustentável, a EDN pretende demonstrar aos líderes políticos a necessidade de agir e o caminho a seguir.»

Fonte:
Naturlink

Hiperligação:
Earth Day Network

José Fernando Vasco

Dia Mundial da Água 2013


Um mote para reflexão e um vídeo sugestivo!

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«Nesta comemoração do Dia Mundial da Água é preciso ter presente que a água é um elemento que, para além de ser essencial à vida humana, a vários níveis, dita de forma clara a melhor ou pior qualidade de vida de uma população. Por isso, valorizá-la e preservá-la são imperativos nacionais e urgentes que, passando pela participação e empenhamento de todos, precisa, todavia, de capital e conhecimento.»
Prof. Jorge Rio Cardoso
Fonte:

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DIA MUNDIAL DA ÁGUA 2013
- vídeo oficial -
legendado em espanhol


José Fernando Vasco

2013: ano internacional da cooperação pela água

«As Nações Unidas esperam, através de esforços de cooperação entre Estados e organizações, melhorar significativamente as condições de vida de uma larga franja da população mundial que não tem acesso à água potável e/ou ao saneamento básico.

Cerca de 70% do nosso planeta é constituído por água. No entanto, apenas cerca de 3% é água doce, e destes, dois terços encontram-se retidos nos glaciares, restando apenas 1% de água disponível para utilização humana.

Estes 1% de água doce disponível, a que correspondem cerca de 13 600 000 km3, seriam, de acordo com a Organização das Nações Unidas, mais do que suficientes para suprir às necessidades de toda a população mundial, não fossem as más práticas que conduzem a um elevado desperdício e à poluição deste recurso em todo o mundo.

Assim, uma grande parte da água doce disponível não pode ser utilizada porque se encontra demasiado degradada e é inadequada para as utilizações pretendidas, nomeadamente o abastecimento para consumo humano. A água torna-se pois um recurso escasso, apesar de ser um bem comum.

Em Julho de 2010, a Organização das Nações Unidas declarou o acesso à água potável e ao saneamento básico um direito humano essencial. Actualmente, e em todo o mundo, cerca de 900 milhões de pessoas não tem acesso a água de qualidade e cerca de 2,6 milhões de pessoas não têm saneamento básico. Todos os anos, morrem 1,5 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade, devido a doenças relacionadas com a falta de água potável e de saneamento. Estima-se que 80% das doenças humanas estejam relacionadas com a utilização da água não tratada, com o saneamento precário e com a falta de cuidados básicos de higiene. A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que as doenças transmitidas dessa forma provocam pelo menos 25 milhões de mortes por ano nos países em desenvolvimento, gerando custos altíssimos para a vida humana.

A Resolução das Nações Unidas apela a que as nações se empenhem na melhoria da situação actual e que as cooperações internacionais sejam reforçadas para que se cumpram os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio na data acordada de 2015* .

Na sequência desta resolução, e para chamar a atenção da sociedade civil, empresas e governos para este facto, no sentido de tentar melhorar os índices de acesso à água potável e ao saneamento básico em todo o mundo, a ONU declarou, em Dezembro de 2010, o ano de 2013 como o Ano Internacional da Cooperação da Água. O dia 22 de Março de 2013, normalmente celebrado como o Dia Mundial da Água, será também este ano dedicado à cooperação da água.

Dado o carácter universal e transversal da água, que interliga aspectos naturais, ambientais, científicos, educacionais e culturais, as Nações Unidas delegaram na UNESCO a organização do Ano internacional da Cooperação da Água. O principal objectivo deste Ano Internacional é assim alertar para as questões relacionadas com a água, ao nível quer das potencialidades para a cooperação entre nações e organizações, quer dos desafios que se colocam à gestão dos recursos hídricos, tendo em conta o aumento da procura e as crescentes necessidades de acesso e disponibilização do recurso água.

Este Ano Internacional incidirá sobre casos de iniciativas bem sucedidas de cooperação da água, bem como sobre os temas mais prementes relacionados com a educação, a diplomacia, a gestão transfronteiriça dos recursos hídricos, a cooperação financeira, os enquadramentos legais nacionais e internacionais e as ligações com os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Pretende-se também que sejam capitalizados os desenvolvimentos conseguidos na Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio +20), no sentido de serem formulados novos objectivos que possam contribuir para o um desenvolvimento verdadeiramente sustentável dos recursos hídricos (UN-Water, 2011).

Durante 12 meses, a UNESCO irá promover eventos e debates que ajudem a procurar soluções para combater alguns dos mais graves problemas da Humanidade, nomeadamente a ausência de água potável para cerca de 11% da população mundial, a falta de saneamento para cerca de um terço da população mundial e a morte de cerca de 5 mil crianças todos os dias devido a doenças provocadas pela falta de acesso a água de qualidade.»

O Dia Mundial da Água é comemorado anualmente em 22 de março como meio para chamar a atenção sobre a importância da água doce e defender a gestão sustentável dos recursos hídricos.

Um dia internacional para celebrar a água foi recomendado na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED). A Assembleia das Nações Unidas respondeu ao apelo designando o dia 22 de março de 1993 como o primeiro Dia Mundial da Água.

Cada ano, o Dia Mundial da Água destaca um aspecto específico da água doce.»

Fonte:


José Fernando Vasco

«Cultivar o Mar»: a nova exposição bibliográfica BECRE


Na próxima segunda feira, 11 de março, abre a nova exposição bibliográfica BECRE, subordinada à temática «O Mar» e integrada na Semana da Leitura 2013. Todos os interessados encontrarão uma seleção de obras de literatura nacional e estrangeira, ensaios, periódicos,  BD e DVDs de ficção e não ficção.





Pode aceder ao catálogo aqui.

José Fernando Vasco

«Ciências pelos mais novos», numa iniciativa Ciência Viva/RTP

DVD disponível para consulta na BECRE
graças a oferta de «Público»

«Uma série de 13 programas de ciência para meninos dos 6 aos 10 anos. Foram produzidos pelo Exploratório de Coimbra e pela empresa Persona non Grata. Os programas explicam fenómenos da vida quotidiana e sugerem experiências para fazer em casa e são apresentados por crianças cheias de entusiasmo. É uma série educativa onde até os adultos podem aprender.»

01. Truques mate-mágicos
02. Em queda livre
03. Força aérea I - o ar não se vê mas existe e faz pressão
04. Força aérea II - o ar não se vê mas tem peso
05. Bom mergulho - empurrões dentro de água
06. Efeitos à distância - forças elétricas e forças magnéticas
07. Uma questão de corrente - energia elétrica
08. Luz & Cor - a paleta do pintor
09. Sol e Terra, noite e dia, quente e frio
10. O BI químico - ser reativo
11. Uma questão de oxigénio - chamar as chamas
12. Truques de química - aventuras de química em casa
13. Uma dúzia de pequenos heróis com a ciência

Fonte:

José Fernando Vasco


«Aprenducar com a Mãe Natureza» de Miguel Almeida

Disponível para consulta na BECRE
graças à amável oferta do autor

«Eis um livro indispensável nas estantes das bibliotecas da pequenada. Os brinquedos que ficam espalhados pela casa toda ao final do dia são apenas o ponto de partida para um conjunto de histórias que passam pelas brincadeiras de antigamente e pela importância de dar e partilhar, e que acabam na necessidade de reciclar e cuidar da Mãe Natureza. 

De segunda-feira a domingo, um capítulo para cada um dos dias da semana.
Um livro para as crianças que gostam de aprender e para os pais que gostam de educar.»

Fonte:
Contracapa

OUTROS LIVROS DE MIGUEL ALMEIDA DISPONÍVEIS NA BECRE

Literatura Infanto-Juvenil


Ensaio


Poesia



 Prosa



José Fernando Vasco

«Floresta & Sociedade»: Homem e Planeta Terra - juntos coexistimos!


Aceite este desafio: ajude a floresta e assista ao seminário.
Venha aprender sobre a Mãe Natureza para a saber proteger.
Homem e Planeta Terra: juntos coexistimos!

Hiperligação:

Luísa Delgado
(formanda EFA)

Paul Snelgrove: um censo do oceano


O oceanógrafo Paul Snelgrove compartilha os resultados de um projeto de dez anos com um objetivo: fazer o censo de toda a vida nos oceanos. Ele apresenta fotos espetaculares de algumas das descobertas surpreendentes do 'Censo da Vida Marinha'.

.

Fonte: TED
Rosa Espada

«Vegetação e Atmosfera» de Bernard Saugier

Disponível para consulta na BECRE

«A vegetação terrestre desempenha um papel essencial no equilíbrio atmosférico. Um equilíbrio que hoje em dia se encontra ameaçado pelo forte aumento do gás carbónico provocado pelas actividades humanas. Face aos riscos de aquecimento do planeta, Bernard Saugier, especialista de ecologia vegetal, interroga-se: conseguirá a vegetação moderar este aquecimento, fixando maiores quantidades de carbono?»

Fonte: contracapa

Rosa Espada

«Guia do Jovem Consumidor Ecológico» de John Elkington e Julia Hailes

Disponível para consulta na BECRE

«Efeito de estufa... Chuva ácida... Incêndios nas florestas húmidas... Animais em extinção... Sabias que todos os dias podes ajudar a resolver estes problemas? Tudo o que fazes, desde comer um gelado até tomar um banho, tem efeitos no ambiente. Por vezes bons, por vezes maus.
(...) Usa este livro para ajudares a salvar o planeta.»

Fonte: contracapa

Uma obra da coleção 'Gradiva Júnior', patrocinada pelo Instituto Nacional do Ambiente, Instituto Nacional de Defesa do Consumidor e pelo Serviço Nacional de Parques. 
É ainda recomendada pelo Plano Nacional de Leitura, contendo um capítulo dedicado à promoção de escolas ecológicas e no qual, entre outros aspetos, se  exemplifica como se poderá efetuar um levantamento ambiental nas escolas.

Rosa Espada

Paul Gilding - A Terra está cheia


«Teremos usado todos nossos recursos? Teremos ocupado todos os espaços habitáveis na Terra? Paul Gilding sugere que sim, e a possibilidade de consequências devastadoras, em uma conversa que tem partes iguais de amedrontamento e, estranhamente, esperança.»

Fonte: TED



 
 
Rosa Espada

«Baraka»: uma visão extraordinária da Humanidade na sua diversidade

Disponível para consulta na BECRE
Adquirido com verbas obtidas na IV Feira do Livro Usado

Na antiga linguagem sufi, Baraka significa «o fio que tece a vida em comum».
Na moderna cinematografia, «Baraka» (1992) de Ron Fricke é uma das mais espantosas experiências proporcionadas a todos os amantes da sétima arte e um testemunho do verdadeiro sentido da expressão «Humanidade» e da inacreditável diversidade cultural no planeta Terra.

O seu título complementar - «a world beyond words» - revela o conceito: a imagem e o som dispensam palavras de narrador ou intervenientes.

A presente edição em DVD resulta de transferência proveniente da versão em alta definição.

José Fernando Vasco

«A Floresta» de Yves Birot e Jean-François Lacaze

Disponível para consulta na BECRE

«A floresta está em perigo de extinção em muitas regiões da Terra. Contudo, noutras encontra-se em expansão. Assim, e segundo os autores, os progressos na protecção e gestão das florestas só serão possíveis se as escolhas políticas, técnicas e económicas se basearem nas conquistas científicas.»

Fonte: contracapa







Deste livro constam:
- uma exposição para compreender: 'Ciências para a Floresta';
- um ensaio para refletir: 'Os Homens e as suas Florestas'.

Rosa Espada

Dia da Terra 2012

Este é o único planeta que temos!
Cuidemos dele para nele podermos viver !




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EarthDay Network

José Fernando Vasco

Dia internacional dos monumentos e sítios 2012

À semelhança dos anos anteriores, comemora-se, a 18 de abril, o dia internacional dos monumentos e sítios.
As comemorações deste ano estão subordinadas ao tema «Do património mundial ao património local: proteger e gerir a mudança», procurando alcançar a sensibilização de todos para os desafios que hoje se colocam à proteção e gestão do património numa época de crescente globalização económica e cultural, com evidentes sintomas de transformações sociais.

Do programa geral (numa envolvência de diversas entidades, autarquias, IGESPAR I.P. e ICOMOS Portugal), destacamos algumas das iniciativas:

Almada (Fonte da Telha):
Arriba fóssil da Costa de Caparica / reserva botânica da Mata Nacional dos Medos;
18 de abril, das 14 às 18 horas;
Caminhada pelos caminhos da Mata Nacional dos Medos exercitando os sentidos e partilhando experiências e oportunidades de exploração do ambiente entre cegos e não-cegos. Construções partilhadas de Jogo – Dominó dos Sentidos com materiais da Mata dos Medos; Teatro de Fantoches a partir das personagens naturais da Mata dos Medos; Monumento colectivo em homenagem à Arriba Fóssil; Reflexões e teatralizações sobre a temática do património naturo-cultural;
Público-alvo: cegos e amblíopes e público em geral;
Participação e apoios: Câmara Municipal de Almada, Agrupamento de Escolas Romeu Correia - Escola de Referência para a Educação de Alunos Cegos e com Baixa Visão, Associação Promotora do Emprego de Deficientes Visuais – APEDV.

Barreiro:
Museu industrial da C.U.F. (antiga Companhia União Fabril);
18 de abril, às 14,30 horas;
Visita guiada ao museu, o qual reúne um espólio constituído por equipamentos industriais;
Público-alvo: público em geral;
Organização do Gabinete de Turismo da Câmara Municipal do Barreiro.

Lisboa:
Auditório do Museu Nacional de Etnologia;
18 de Abril, das 10 às 18 horas;
Encontro «Do património mundial ao património local: proteger e gerir a mudança»;
Público-alvo: técnicos de serviços da administração central, regional e local da área do património, ambiente, ordenamento do território, projetistas e estudantes nas áreas do património arquitetónico, arqueológico, paisagístico, urbano, gestores de sítios, público em geral;
Organização: IGESPAR I.P. e ICOMOS Portugal.

Lisboa:
Museu da Marioneta;
22 de Abril, às 10,30 horas;
Manhã criativa para pais e filhos: exploração dos primórdios do cinema de animação, a partir da exposição temporária da MONSTRA; construção de dois brinquedos óticos plenos de movimento;
Público-alvo: famílias: um adulto mais uma criança maior de 6 anos;
Organização do Museu da Marioneta.

Lisboa:
Castelo de São Jorge;
18 de Abril, às 18 horas;
Visita guiada de exploração do castelo e do núcleo arqueológico;
Público-alvo: público em geral;
Organização: EGEAC.

Lisboa:
Museu da Água da EPAL, Reservatório da Patriarcal, Jardim do Príncipe Real;
18 de Abril, às 21 horas;
Visita noturna ao reservatório da Patriarcal e Galeria do Loreto com momento musical;
Público-alvo: público em geral;
Organização do Museu da Água da EPAL.

Lisboa:
Museu Nacional de Arte Antiga;
18 de Abril, às 15 horas;
«Pôr os painéis a falar» – visita debate à volta dos Painéis de São Vicente de Nuno Gonçalves;
Público-alvo: público em geral;
Organização do Centro Nacional de Cultura.

Seixal (Seixal, Barreiro, Moita e Montijo):
Moinho de Maré de Corroios, Escola de fuzileiros de Vale de Zebro, Moinho de Maré do cais de Alhos Vedros e Moinho de Maré do cais do Montijo;
18 de Abril, das 9,30 às 17 horas;
Visita temática dedicada ao estuário do Tejo e aos cerca de 45 edifícios deste tipo que aí funcionaram, entre os séculos XII e XVIII;
Público-alvo: público em geral;
Organização da Câmara Municipal do Seixal – Ecomuseu Municipal do Seixal.

Sesimbra (Azóia):
Farol do Cabo Espichel;
18 de Abril, das 14 às 17 horas;
Visita guiada ao farol;
Público-alvo: público em geral;
Organização da Marinha/Autoridade Marítima Nacional.

Fonte: IGESPAR I.P.

Conceição Toscano

«Perpetual Ocean»: visceral e simples como Van Gogh

Vincent van Gogh (1889). De sterrennacht [Starry Night]
O trabalho da NASA na divulgação de imagens ou simulações para conhecimento dos sistemas geológicos terrestres (como a atmosfera, a geosfera e, agora, a hidrosfera) de modo integrado, é notável e surpreende-nos a todos, porque cada vez mais temos a noção não apenas da estrutura ou funciomento destes sistemas, como também da "pequenez" da esfera rochosa semi-arrefecida em que habitamos juntamente com a restante biosfera.
Neste novo vídeo da NASA mostra-se uma simulação dos movimentos das correntes oceânicas planetárias, ao mesmo tempo que a Terra se encontra em rotação. O trabalho que resultou nestas intrigantes imagens (as linhas brancas representam os movimentos oceânicos) foi efetuado entre 2005 e 2007 a partir do espaço, tendo sido utilizado para o efeito o modelo computacional ECCO2 (Estimating the Circulation and Climate of the Ocean, Phase II), responsável por simular o movimento dos oceanos e do gelo oceânico a diversas profundidades (nesta animação só vemos as correntes de água mais superficiais).  
Ora, são precisamente as linhas brancas observadas nas imagens que têm estado a ser comparadas ao modo de pintar de Vincent van Gogh (1853-1890) e, muito em especial, à tarefa artística que desenvolveu na obra "De sterrennacht [Starry Night]" onde que o céu aparece desenhado em círculos semelhantes a remoinhos.


Segundo a NASA, o vídeo não apresenta qualquer narração dado que o objectivo é apenas um: "criar uma experiência visual visceral e simples" para que os espetadores vejam como se move a água que cobre o nosso planeta.

Vincent (Starry, Starry Night), 1971

Compositor e intérprete:
Don McLean


Starry, starry night
Paint your palette blue and grey
Look out on a summer's day
With eyes that know the darkness in my soul
Shadows on the hills
Sketch the trees and daffodils
Catch the breeze and the winter chills
In colours on the snowy linen land

Now I understand
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen
They did not know how
Perhaps they'll listen now

Starry, starry night
Flaming flowers that brightly blaze
Swirling clouds and violet haze
Reflect in Vincent's eyes of china blue
Colours changing hue
Morning fields of amber grain
Weathered faces lined in pain
Are soothed beneath the artists' loving hand

Now I understand
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen
They did not know how
Perhaps they'll listen now

For they could not love you
But still your love was true
And when no hope was left inside
On that starry, starry night
You took your life as lovers often do
But I could have told you Vincent
This world was never meant for one as beautiful as you
Like the strangers that you've met
The ragged men in ragged clothes
The silver thorn of bloody rose
Lie crushed and broken on the virgin snow

Now I think I know
What you tried to say to me
And how you suffered for your sanity
And how you tried to set them free
They would not listen
They're not listening still
Perhaps they never will...

Rosa Espada

Bipedismo nos Primatas: mais um passo em frente


O trabalho de investigação da arqueóloga Susana Carvalho, efectuado com chimpanzés na Guiné Conacri, acabou por comprovar recentemente uma teoria de 1961 que afirma que a espécie humana se tornou bípede devido à necessidade de transporte de alimentos raros, pouco disponíveis (Diário IOL). A possibilidade de poder transportar, de uma só vez, o máximo destes alimentos nos membros superiores, exerceu uma pressão ambiental seletiva, que conduziu ao desenvolvimento evolutivo do bipedismo nos primatas. Na sua pesquisa, Susana Carvalho juntou investigadores britânicos, dos EUA e do Japão.



A modificação evolutiva do esqueleto dos primatas que permitiu o aparecimento do bipedismo nos humanos. A cores, mostra-se a homologia entre os órgãos ósseos.



Outro trabalho de Susana Carvalho pode ser conhecido em «É necessário alargar a noção de arqueologia» (CiênciaHoje, 2009).


Hiperligações:
Jornal de Arqueologia
Bipedismo e postura erecta
Aparecimento e evolução da espécie humana
Rosa Espada
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